O chato de brincar com o texto é que em 99% das vezes as pessoas não captam a brincadeira. Se bem que minha filha percebeu e achou muito engraçado o texto sobre a aparência do Sol. Bem, isso é o que vale. O viajante em chamas que não está em chamas brilha em nosso céu diariamente, todos os dias, salvo os nublados, por motivos mais que óbvios. Seu movimento aparente foi a base da contagem de tempo de muitos povos, pois até os egípcios dividiam o ano em 365 dias, mas os romanos acharam que eram mais do que a Natureza e apenas dividiam em 360 dias. Precisou Júlio César colocar ordem na bagunça.
Com o passar do tempo, vemos que o Sol nunca está na mesma posição à mesma hora, e os árabes sabiam disso, mas esqueceram de contar para alguns pobres coitados que ainda acham que a Terra não gira ao redor do Sol.

Papiros e textos do início da Era Comum não são novidade nenhuma, vamos ser sinceros. Tivemos tantos documentos aparecendo ao longo do tempo, que muita coisa de nossa sociedade fica mais fácil de ser entendida
Desde pequenos somos instados a crer em alguma coisa. Não importa o quê. Um dos maiores choques que se pode receber de um adulto é o famoso "Não sei!". Pensamos que nossos pais sabem tudo, que têm explicação para tudo. Alguns pais acreditam firmemente nisso também, o que não é muito legal.
Algumas pessoas me repassaram a notícia de um marginalzinho que teve ataque de pelanca porque tirou nota baixa num trabalho de Inglês e até chegou a bater na professora. Infelizmente, isso passou da fase de eu me irritar, já que é mais comum do que vocês imaginam. E isso é ruim, muito ruim. Obviamente, o caso teve lugar num colejão de periferia, frequentado por pivetes e filhos de bandidos, certo?
Esse é o uádafûque da semana. Algum tempo atrás, sacerdotes poloneses ficavam perscrutando os céus. Um padre polonês pimpão fazer uma festinha, ritual de admissão ou alguma merda nesse sentido para os alunos recém chegados. O trote, se é que podemos chamar assim, era fazer os alunos caminharem de quadro e lamber chantily do joelhão do padreco. Afinal, WHAT THE PORRA IS THIS?
Duas coisas que nós, fãs de ficção científica, amamos é a chamada Velocidade Warp (ou Velocidade de Dobra, Dobra Espacial, Hiperespaço etc), onde podemos cruzar distâncias enormemente gigantescas num piscar de olhos.
Moto perpétuo já era algo tão idiota no tempo de Isaac Newton que o mesmo disse com sarcasmo over 9000 que era o mesmo que tirar algo de coisa alguma. Estes projetos mirabolantes são fantásticos de tão criativos, mas a realidade fala mais alto. A maldita realidade… Eu mesmo, do alto de meus 15 anos, criei uma bicicleta que tinha um motor elétrico acoplado a um dínamo, que gerava energia pro próprio motor. O chato do meu pai me explicou sobre as Leis da Termodinâmica e fez meu sonho de ficar milionário ir pro esgoto.
Vi um vídeo muito legal esses dias. Eram gotas de água flutuando, e não, não estavam na ISS. Elas estavam aqui, na Terra, sob a ação da poderosa (e pequena) força da Gravidade. Não que alguém tenha feito magia, arriado despacho ou evocado o poder dos Valar. É Física. Pura e simples Física, onde a Acústica, uma ciência do barulho que vai animar suas tardes e fazer você se emocionar.
Dia 12 de setembro p.p. aconteceu o Keynote, onde a Apple apresentou seus incríveis e mágicos apetrechos. entre eles o tão aguardado iPhone 5, que segundo boatos iria ter visor holográfico, fritaria ovos e viria com toda a coleção musical do PSY, incluindo o seu maravilhoso (pelos motivos errados) Gangnam Style. Bem, o que vimos foi que ele veio com… um visor uma linha maior, mantendo sua fantástica interface gráfica de ícones e pastas, tão modernas quanto o Windows 95. Entretanto, não perderei meu tempo falando sobre celulares. Deixo isso pros blogs de Tecnologia de Informação (um site que fale sobre material de construção também é um "site de tecnologia", meus caros pedantes). A questão que eu quero abordar é um programa de TV que apresentou o novo iPhone para as pessoas dizerem o que acharam. Mas havia um certo detalhe escondido.
Antes de mais nada, devemos salientar a importância das religiões como sendo guias morais e fundamento ético de qualquer sociedade, onde seus seguidores sabem da importância do convívio, relegando aos não-crentes a decadência na barbárie. O Islã é a pérola do Oriente e fiel seguidora dos princípios pacifistas do pedófilo, digo, misógino, digo, profeta Mohammed. Por causa de um filme de baixo orçamento, os Camelinhos de Allah mostraram toda a calma e temperança de sua religião, começando um imensa quebra-quebra, com mortos e inúmeros feridos. O que diabos está acontecendo?