
Perguntas são interessantes pelo ponto que exercitam nossa imaginação e conhecimento. Eu gosto de perguntas. A ciência gosta de perguntas e procura achar a resposta. Por isso, vi com muita satisfação a pergunta que o Felipe do Café & Ciência fez. A resposta, entretanto, era clara e óbvia, mas só para quem realmente entende o Método Científico e seus meandros. A pergunta foi
Considere um barquinho na piscina com uma pessoa e uma pedra dentro do barco. Daí a pessoa pega a pedra e joga na piscina. O que acontece com o nível da água? Hahaha sensacional essa questão, Nunca mais eu esqueço!
— Felipe Hime (@felipehime) 27 de agosto de 2018

Eu adoro fórmulas mágicas. Tipo. O Gandalf chegando e dizendo SOU SERVIDOR DO FOGO SECRETO, GUARDIÃO DA CHAMA DE ANOR. YOU SHALL NOT PASS! Daí, a bagaça explode em chamas, a ponte desmorona e o Balrog cai no abismo levando o Gandalf junto, mas faz parte). Já Harry Potter é um latim tosco que a Rowling inventou saindo ABRACADABRA, digo, AVADA KEDAVRA. Ah, sim, tem as magias vagabundas que o pessoal com o poder do Místico Poder Ascencional do 3D Studio é capaz de fazer. Não raro, fazer chover sem ter água. 
Todo mundo tem uma receitinha mágica medicinal ou mesmo um diagnóstico já pronto, mesmo que (e principalmente) não faça a menor ideia do que está passando o que está sentindo o ou mesmo falando. Aquelas receitinhas de vó da sua avó ainda perduram até hoje, com diagnósticos mais do que malucos e recomendações que não fazem o menor sentido, mas insistem que é isso e que médico não sabe de nada.

Estando na gloriosa República Florentina, aos 31 dias do mês de julho do ano de Nosso Senhor de 1490*, escrevo ao digníssimo excelso senhor Lorenzo, O Magnífico estas poucas letras, pedindo permissão para dirigir-me à Vossa Magnificência.