Os 1001 anos da esplendorosa ciência islâmica

Antes de nossos pais, avós, bisavós e do seu antepassado mais antigo do qual você se lembra, a ciência islâmica já dominava o mundo, da Ásia Central à Europa ocidental. Aqui contaremos um pouco sobre como os desbravadores do pensamento científico moldaram nosso mundo e como sua influência não é apenas a pedra basilar de tudo o que sabemos hoje. É simplesmente MUITO MAIS!

Este artigo conta um pouco da Ciência Islâmica, e como ela influenciou nosso mundo de hoje, a começar pela Renascença.

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A eterna briga contra o autismo

Como todas as doenças, o autismo é algo que as pessoas esperam encontrar nos filhos dos outros. Nunca nos próprios. É uma desordem neurológica, quando os neurônios-espelho surtam e o resultado nunca é o mesmo. Sim, há diversos níveis de autistas e nem sempre é como o Rain Man. Nos EUA, a prevalência do autismo se dá em 1 em cada 70 nascimentos e isso é preocupante. Não, estas crianças não são especiais, elas possuem uma desordem. Se fossem mesmo "especiais" todo mundo iria querer uma. Logo, vamos deixar as hipocrisias de lado e ver o mundo como ele realmente é.

Foi descoberto o gene responsável pelo autismo, e isso não é o que pode ser chamado de projeto inteligente. Ou é, se o projetista for um sádico. Mas ainda não se sabe como se dá o mecanismo de a expressão do gene, como ele atua e, o que seria a glória, como reverter este efeito. Mas as pessoas querem milagres que médicos não podem fazer. daí, a corrida para tratamentos alternativos, que não passam de extorquir dinheiro de pessoas desesperadas.

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Equilíbrio Metaestável

O equilíbrio que não está em equilíbrio. O fiel da balança que está muito mal indicando um estado que não é verdadeiro. Um engodo da natureza. É disso que se trata do equilíbrio metaestável, quando algo que parece muito bem arrumadinho, de repente reage de modo muitas vezes violento, pois a Química e a Física estão se lixando para você, seu macaco sem rabo!

Esqueça o que foi dito, o que pensa que sabe. Deixa isso pra lá, vem pra cá, tudo bem. Abra o Livro dos Porquês e me acompanhe mais uma vez.

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Esterilização de dependentes químicos gera polêmica na Inglaterra

dependentequimico.jpgDependência química é algo sério e gera controvérsias. De um lado, gente que acha que eles alimentam o tráfico (e isso antes das antológicas frases do Cap. Nascimento) e, por isso, merecem ir em cana também. Do outro, gente que acha que essas criaturinhas sensíveis são o reflexo de nossa sociedade doentia e merecem todo amor, carinho e atenção. Um doce para quem adivinhar para qual lado eu estou inclinado.

Uma ONG norte-americana meteu a colher de pau e deu a brilhante ideia de financiar cirurgias de esterilização em dependentes químicos. Em outras palavras, eles vão dar uma grana a qualquer viciado que resolver passar por uma cirurgia para inibir a produção de filhos no futuro. Na Inglaterra isto está gerando polêmica e um primeiro voluntário já embolsou a grana ao ter aceitado fazer vasectomia. Até que ponto isso é válido?

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15 de Outubro: Dia do Professor

professor.jpgE assim, depois de mais 365 dias, chegamos a mais um 15 de outubro, Dia dos Professores. Eu não ficarei falando a mesma coisa, dizendo como somos uma classe aguerrida, lutadora, oprimida e totalmente ojerizada. Isso, todos sabem e não se precisa reforçar, já que quem sabe ou se importa ou não dá a menor bola. Em um caso como em outro, repetir que nem papagaio é totalmente desnecessário.

Talvez eu devesse escrever um poema, uma mensagem, uma citação. Mas não há nada na língua dos homens, dos elfos e dos ents que possam traduzir melhor o sentimento de enfado por tudo isso. Somos o que somos, fazemos o que fazemos. Gostaria de ter algo para escrever, mas não há muito a ser dito. Dizer que professores são um bem comum, que a sociedade precisa de nós é mentira. Não precisam. A humanidade passou milênios vivendo na ignorância e é na ignorância que milhões, bilhões, ainda vivem. Ninguém morreu por viver sem um professor, sem colégio, sem aprendizado. Somos inúteis.

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IgNobel de 2010 premia pesquisa relacionada com palavrões

A essa atura do campeonato, você já sabe o que é o IgNobel, principalmente se você for alguém antenado e que acessa o Cet.net, demonstrando seu bom gosto. É um prêmio concedido anualmente para as pesquisas mais esquisitas, bizarras, doidas e totalmente hilárias. Ainda assim são científicas, e passam por revisão de pares. Nem pra isso o CriaBURRIcionismo prestou. A pesquisa desse ano tem mais contemplados, inclusive um deles foi agraciado por ter estudado o efeito pacifista de xingar com palavrões cabeludérrimos (não necessariamente “nu tuíter”).

O discurso que abriu o Ig Nobel, com a saudação “Senhoras, senhores e distintas bactérias”, deu o tom da noite. Antes do início da cerimônia, as pessoas eram convidadas a limpar as mãos utilizando álcool-gel distribuído por atores no palco. Além disso, uma mini ópera, executada em quatro atos, contava a história de um grupo de bactérias que vivia na superfície do dente de uma mulher e tencionava dominar o mundo. Grupos de estudantes passavam na frente da plateia com cartazes pedindo o fim do “germicídio”, como bem preza a cultura vegan. Como é de praxe no IgNobel, o evento sempre é apresentado por um cientista que ganhou o prêmio Nobel (o verdadeiro). Este ano contou-se com a participação do dr. Sheldon Cooper, digo, dr. Sheldon Glashow, ganhador do Nobel de Física, em 1979, entre outros ganhadores do Nobel. Confiramos os premiados, irmãos. Envelope, por favor. And the IgNobel goes to…

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Grandes Nomes da Ciência: Carl Sagan

carl-sagan.jpgSeu nome é paradigma entre os que prezam a Ciência. Ele é aquele que todos os divulgadores científicos gostariam de ser… que EU gostaria de ser. Carl Sagan foi aquele que divulgou a Ciência de modo nunca antes feito, com uma abrangência sem precedentes e ainda hoje é tido como uma referência. Hoje, dia 28 de setembro de 2010, é o dia que sua mais famosa obra, a série Cosmos, faz trinta anos e esta é a homenagem àquele que cativou tantas pessoas, as quais perceberam como o Universo é ao mesmo tempo lindo, mas ardiloso e selvagem ao mesmo tempo.

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O analfabetismo científico norte-americano

Convenhamos, a população média dos Estados Unidos está num grau de desinformação tão grande quanto o Brasil. Estamos exportando nossa burrice ou até isso nós copiamos dos yankees? É o Paradoxo Tostines revisitado. Uma pesquisa feita recentemente com alunos de diversos cursos de graduação, perguntando coisas como se eles acreditavam que ETs vinham nos visitar (não necessariamente em Ipuaçu) e ajudar na construção das pirâmides. A resposta foi que em alguns cursos a resposta foi sim, ETs sem ter o mínimo do que fazer foram ao Egito, construíram as pirâmides e ralaram peito sabe-se lá para onde o Stargate levou. Com questões sobre astrologia e outras pseudociências o resultado não foi diferente. Difícil não associar com o filme Idiocracia, que eu já considero como uma obra profética.

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Cientistas desenvolvem pele artificial com nanomateriais

t800.jpgAo contrário do que você possa pensar, estes nanomateriais não são exatamente células como as que você tem. Os pesquisadores da Universidade da Califórnia em Berkeley, nos Estados Unidos, conseguiram produzir um material eletrônico sensível à pressão a partir de nanofios semicondutores. A maravilha deste brinquedinhos é que ele é sensível à pressão, ou seja, poderá dar respostas a impulsos gerados por simples toque, sinalizando uma possibilidade de substituição de tecidos epiteliais danificados por queimaduras.

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Grandes Nomes da Ciência: Benjamin Franklin

ben-franklin.jpgEu uso óculos com lentes multifocais. Uma maravilha da tecnologia, onde eu posso enxergar longe e perto sem precisar trocar de óculos. Melhor do que isso, só ficando em casa, tranquilamente, mesmo sob uma forte tempestade, com raios ribombando por todos os lados e mesmo assim me sentir seguro. Essas são as mais famosas invenções de um grande inventor. Ele não foi um grande inventor porque inventou invenções que ninguém inventara. Ele inventou invenções que ninguém pensaria até então inventar, inventando até mesmo um modo novo de inventar novas invenções. As invenções de Benjamin Franklin eram tão abrangentes que iam desde um simples móvel de escritório até culminar na invenção de um país totalmente do zero.

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