Este é um titulo inteligentíssimo, feito por uma mente soberba… soberbamente estúpida. Não é de hoje que um dos grandes problemas nos hospitais é o aumento da resistência bacteriana aos medicamentos. Claro, isso não significa que um monte de bactéria filhas-das-unhas estejam em conluio com a direita neo-liberal, sendo subvencionados pela Rede Globo, a fim de manipular corações e mentes das pessoas. É um pouquinho mais simples: bactérias só querem um lugarzinho para morar, só que como todo inquilino safado, acaba ferrando com o dono da casa.
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Eu, sinceramente, nunca fui atraído por cozinha japonesa. Não vou com a cara de sushi, fico longe de sashimi e detesto o cheiro de yakisoba. Sem falar que eu odeio miojo; Nihil que coma aquilo. Eu sou um maldito gaijim que prefere um bom bife e danem-se as vaquinhas. Não satisfeito ainda tenho que ver que depois de anos jogando lixo de qualquer jeito pelo mundo afora, os japoneses agora são vítimas do dr. Gori. Chegou a hora do poder dos seres das profundezas tomarem o lugar e exterminarem a humanidade, onde lulas mortíferas voltarão à vida e seus tentáculos… bem, você não vai querer saber o que acontecerá.
Se existe uma cervejaria famosa na Inglaterra é a cervejaria Green King, em St. Edmunds, perto do laboratório Cavendish e em frente a Escola de Medicina em Downing Street, cujos moradores mais ilustres vivem no número 10. Dois rapazes entram lá; um é tipicamente inglês e o outro é americano. Ambos soltam a bomba: "Nós desvendamos o segredo da Vida!". James Watson e Francis Crick ficam imortalizados por uma das maiores descobertas do século XX: a estrutura da hélice dupla do DNA. O que pouca gente sabe é que a história não é bem assim. Uma história de competição que, por muito pouco, não conferiu mais um prêmio Nobel a um americano pacifista, de sorriso simpático, com mania de se encher de vitamina C: Linus Pauling, e por pura desonestidade não foi conferido no devido tempo à pessoa certa. Esta é a história de quem realmente descobriu o segredo escondido no DNA: Rosalind Franklin.
Como pode coisas minúsculas influenciar tanto assim o nosso conhecimento? Como pode um simples detalhe como uma casquinha mudar o rumo da Ciência? Como pode um peixe vivo viver fora da bacia? Tirando a última pergunta, as perguntas remetem em como a Ciência flui e novas descobertas, apesar de ridiculamente sem sentido, respondem grandes questões e abrem a porta para mistérios escondidos. Antes que dois britânicos roubassem a pesquisa de Lise Meltner, um certo monge havia descoberto o princípio de como somos o que somos, de como nossas características são que nossos pais permitiram que fosse.
Divulgadores de ciência sempre temos nossas personalidades favoritas. Nunca escondi que Carl Sagan é o modelo que todos os que escrevem sobre Ciência deveriam ser. É injusto, no mais das vezes, termos que escolher um ou outro como preferido, mas isso vai de nossa opinião, onde sabemos que isso em nada desmerece o trabalho de outros. Entretanto, posso escolher mais um, na categoria "Ainda Vivos".
Eu tenho uma visão romântica sobre o mundo. Acho-o fantástico pelo paradoxo que é sua simplicidade e complexidade que coexistem. A complexidade são as diferentes forças atuantes no planeta, moldando-o sem parar, onde sua topologia muda, ainda que beeeeeem lentamente. A simplicidade é que se trata de apenas um reles planeta terrestre, jogado num canto irrelevante de uma galáxia irrelevante. Se nosso planeta fosse especial de alguma forma, sua destruição seria uma perda para o universo, só que o universo sequer se daria conta disso. Qual importância tem uma coisa que ninguém sentirá falta? Ainda assim, vemos o
Um dos ramos mais interessantes da Física é o eletromagnetismo. Desde emissões de rádio-difusão até aquele maldito laser verde que algum desgraçado aponta para os seus olhos, passando por pilhas, bússolas, chuveiros elétricos, células fotoelétricas etc. a interação da eletricidade e o magnetismo mudou muito da condução de experimentos científicos. Uma parte destes experimentos podem ser feitos até por crianças de 4 anos e não estou falando em deixá-las colocar o dedo na tomada. Estou falando no ato de atritar peças diversas e ver o aparecimento de cargas. O nome disso? Eletricidade estática.
Sair do seu próprio ambiente e aventurar-se em outro habitat não é apenas uma característica humana, muito pelo contrário. Alguns animais possuem a façanha de poder explorar outros ambientes, mesmo os lugares mais inóspitos à sua segurança. Entretanto, tio Darwin observa a tudo e a todos e seu bloquinho mostra a lista dos seres que conseguiram sobreviver mediante a silenciosa Seleção Natural.
Finalmente uma notícia muito importante para a minha com destino à dominação Universal. Dois cientistas do