Um monte de gente tem medo daquelas coisas cabeludas que se esgueiram por perto da gente, sem que percebamos. Não, não é um aluno do curso de Sociologia. São aquelas coisinhas ruins, peçonhentas, com um monte de pernas e zoiúdas. Sim, elas. As aranhas. Quase todo mundo tem medo de aranha, mesmo que diga "Pfff, que mané medo! Mato e pronto". Sim, É MEDO, SIM!
Uma pesquisa realizada pelo pessoal da Universidade de Columbia mostra que esse nosso medo é muito mais enraizado do que algum trauma com milhões de aranhas eclodindo debaixo do seu colchão, de forma com que todas elas cubram o seu corpo para depois devorá-lo. O motivo bobo de você ter medo por pouca coisa pode estar escrito no seu DNA.
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Então, crianças, eu me lembro quando eu tinha a idade de vocês e algumas pessoas tiveram a ideia de criar redes sociais. Diz a lenda que era para integrar as pessoas. encontrar amigos e contatos antigos, mas que com o tempo se distanciaram, bem como fazer novos amigos. Assim diz a lenda. Hoje percebemos que as pessoas gastam muito tempo de suas vidas nessas redes e, pior, não estão mais sociáveis. Muito pelo contrário.
Estamos no Sábado de Aleluia, dia de Malhar o Judas. Essa tradição, que anda se perdendo em tempos do politicamente correto, vem de… malhar o Judas, porque ele fez besteira. E isso porque Jesus não tinha um blog. Judas xingou muito junto ao perfil do Sinédrio no Twitter. Jesus tomou flag do YouTube, digo, do Império Romano e sua conta foi suspensa.
Eu nunca entendi a tara por "trotes" em Universidades. Tipo, sei lá, quando eu ingressei em uma (e isso faz muito tempo), não tinha essas babaquices, e mesmo assim eu fui lá pra estudar, não para fazer trote, fazer amiguinhos, encher os cornos de cerveja, drogas etc. Deve ser por isso que eu sempre passava com as melhores notas, enquanto os descoladões se ferravam e pediam ajuda aos nerds como eu. Obviamente, eu deixava eles se ferrarem.
Assim como a maioria das pessoas pela Internet afora, eu adoro vídeo de gatinhos. Tudo bem que na maioria das vezes eu penso "que delicia deve ser assadinho, com molho e arroz branco…". Ainda assim, são divertidos, legais e podemos aprender muito com eles em termos de Ciência (sim, eu sei que você só compartilha o vídeo por ser fofuxo, pouco se lixando pra Ciência).
A Sexta Insana é uma das sessões mais amadas por todos os admiradores deste que vos escreve. Vemos a maluquice diária, semanal, mensal ou apenas da sexta-feira, mesmo. Às vezes demora um pouquinho, às vezes vem em bando, como hoje, por exemplo. Foi tanta doideira que eu pensei que teria que fazer vários artigos. Mas, que Diabo!, por que não juntar tudo num textão, não-facebookiano? Prometo que você vão gostar. Afinal, promessas existem para serem quebradas…. ou algo assim.
Todos nós congelamos ao ver algum aviso ou advertência. Não importa se é um policial na rua fazendo você parar ou a sua tia que liga pra você perguntando o que fazer, quando o aviso na tela apenas diz para clicar OK. Você pensa na hora "Que saco, tia!", mas a verdade é que isso acontece com todos nós, e isso inclui você também, que se acha o phoda!
Jesus era um cara bem legal, pena que não gostava da Madalena. Ele era um professor, e como tal, só pegou aluno relapso. Pessoal não prestou atenção na aula dele e só foram aprovados porque colocaram receita de miojo na Bíblia. Assim, cristãos são ótimos para pregar as palavras do Nazareno, mas boa parte deles tem uns probleminhas em seguir essas palavras.
Eu preciso sempre esclarecer o óbvio. Instituições de ensino não estão preocupadas em ensinar e sim ganhar dinheiro. Se for privado, isso acaba ficando mais que evidente. Claro, isso gera certos absurdos. Uma vez um pai me questionou porque minhas provas estavam tão difíceis para, em seguida, outro questionar por que eram tão fáceis. Não se pode dar nota baixa, traumatiza. Não se pode corrigir com caneta vermelha, traumatiza. Não pode dar "bom dia" pro aluno, traumatiza. Até o trauma dele o deixa mais traumatizado.
Eu adoro eclipses. São mágicos, incríveis e fantásticos. As Leis de Newton em ação, dando um espetáculo. Para minha infelicidade, nunca vi um eclipse total do Sol. Já vi o da Lua, mas não é a mesma coisa. Mas eu tive quase isso quando era criança. Não ficou tudo escuro, mas vi através de um vidro escurecido com fuligem de uma vela o Sol ser "abocanhado", para depois voltar com toda a sua glória. Eu prefiro pensar que naquele momento eu quis ser cientista, para entender o porque daquilo estar acontecendo. Mas é uma competição desleal se comparar um eclipse com histórias de burros falantes, chuvaradas mágicas e zumbis palestinos. Os eclipses, pelo menos, existem.