Fotografar à noite é legal, mas é uma droga. Sim, eu já tentei. Fica lindo com aqueles zilhões de granulações aparecendo, mesmo com flash (óbvio que não era flash profissional). Fotografar céu noturno? Piorou! Não só fotografar na cidade é perda de tempo, por causa da poluição luminosa, como sempre é melhor usar máquinas mais… caprichadinhas.
Uma dessas gracinhas é a ME20F-SH da Canon. Uma camerazinha safada de apenas 2,2 megapixels. Uma merreca. Pouca coisa. Ela só está custando quase umas 20 mil doletas. Deve ser por causa do seu absurdo ISO 4 milhões (sim, QUATRO MILHÕES!!). Esta bagaça capta a luz de qualquer coisa, e é por isso que Bem Cannales a usou para o seu time lapse. Um absurdo de bonito!
Não vou nem falar muito. Olhem que lindeza!

Cinética Química é a parte da Química que estuda o quão rápido uma reação química pode ser. É muito importante, pois muitas reações precisam ocorrer bem rápido, enquanto outras precisam ocorrer bem lentamente.
“Convergência” é o nome que se dá ao processo evolutivo em que duas espécies distintas – até mesmo de classes diferentes – acabam convergindo para alguma característica semelhante. Um perfeito exemplo são os golfinhos (mamíferos) e tubarões (peixes), que possuem morfologia externa semelhante, ainda mais que ambos vivem no mar, e qualquer diferencial que propicie uma vantagem hidrodinâmica garante o almoço ou escapar de ser o almoço. Por convergência, eles acabaram com um formato bem parecido.
Os céus plúmbeos do Rio de Janeiro anunciam a fatalidade fatalista fatal. Os céus amigos da Cidade Maravilhosa, fechados para pouso e decolagem no Santos Dumont mostram que teremos coisa boa vinda por aí. Ou não! é sempre uma satisfação, ainda que masoquista, compartilhar o melhor do que alguns dos nossos mais inteligentes comentaristas têm a contribuir.
Por séculos, corpos caindo sempre fascinaram os homens. Por que uma pedra cai, mas um pássaro, não? Por que pedras de tamanhos diferentes caem em tempos diferentes? Será que tudo o que avoa voa na avoada? Quem matou Odete Roitman? Bem, novas e importantes pesquisas estão desvendando a mais conhecida e misteriosa força da Natureza: a Gravidade.
Equilíbrio natural é uma coisa delicada. Plantas, por mais que pareçam resistentes, são sujeitas a ações de intempéries, como secas prolongadas ou chuvaradas torrenciais. Aqui mesmo no Brasil, no semi-árido nordestino, plantas não sobrevivem muito por causa da imensa estiagem. Plantio, nessas condições, fica extremamente difícil, quando falta de água e excesso de Sol manda as genovevas pro céu das plantas.
Já vimos sobre os
Há a expressão que determinada coisa ou pessoa é “um livro aberto”, significando que é facilmente “lido”, isto é, facilmente de se conhecer e antecipar as atitudes. Isso, obviamente, vem do conceito que é preciso abrir um livro para se conhecer o conteúdo lá dentro, e um livro aberto é muito mais fácil de se saber o que tem dentro. O problema é que livros antigos, verdadeiras raridades, não podem ficar expostos ao ar, ou sus páginas irão se deteriorar rápido. Em contrapartida, é um crime ter uma preciosidade dessas e não desvendar os segredos de suas páginas. Pode a Ciência ajudar?
Vamos direto ao ponto, pois detesto dourar pílulas: Seu cérebro é uma bosta e seus olhos, uma merda. Você pensa que eles são ótimos, mas isso é só porque você só tem eles. Se tivessem coisa melhor, trocariam na mesma hora. Alguns alegam que esses órgão são a prova definitiva de um projetista inteligente. Bem, se isso é o melhor que ele pode fazer, não estou minimamente impressionado.
Megafauna é o nome dado aos grandes animais, normalmente mamíferos, que existiram bem depois dos dinossauros. Na verdade, a maioria dos dinossauros nem era gigante, só alguns. O terrível velociraptor era pouco maior que uma galinha gigante. Muitas espécies dessa megafauna se perderam para nunca mais voltar, mas sempre temos seus parentes mais próximos, normalmente, herbívoros, e é por isso que são chamados “megaherbívoros”. Esses animais nos contam muitas histórias, não só sobre si mesmos, como sobre plantas das quais se alimentavam e como isso afetou parte do clima das regiões onde moraram.