Eppur si muove (não tem nada a ver com Galileu)

Nossos olhos captam muitas coisas e mandam tudo pro cérebro, aquele incompetente. Ele, que deveria analisar e entender todas as informações de maneira separada, junta todos os gatos num só balaio e dá uma confusão dos diabos. Disso surge as fantásticas ilusões de óptica, como esta que você verá a seguir.

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Olhar para paisagem bonita faz as pessoas acreditarem em Deus. Ou será que não?

Eu acredito na liberdade das pessoas de acreditarem ou desacreditarem no que quiserem. Não quer acreditar na indústria farmacêutica? Por mim, está ótimo. Não tome remédios, mas deixem seus filhos fora disso. Muitos sites de ateus-de-fim-de-semana ficam fazendo balbúrdia que todo mundo deve deixar de ter religião ou acreditar em deu(es). Por mim, o cara pode acreditar em Javé, fadas, gnomos ou que existem políticos honestos. Agora, alguns idiotas forçam a barra com esse lance de acreditar.

Para um psicólogo, ficar admirando vistas bonitas faz as pessoas acreditarem em divindades. Eu tenho cá as minhas dúvidas.

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Em Jundiaí, pesquisa científica é feita com bonecos e “nanotecnologia”

Não, não sou zumbi cracudo, nem acertaram a minha cabeça com uma marreta. Eu não estou inventando. Em Jundiaí, o prefeitosco sancionou uma lei que proíbe experimentos com animais vivos. A sugestão? Usar bonecos!

Colocando remédio anti-infarto debaixo da língua, esta é a segunda edição da sua SEXTA INSANA!

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Por que gastar em exploração espacial com tanta gente passando fome?

Esta pergunta veio sob a forma de carta ao ilustre dr. Ernst Stuhlinger. Ele era físico e se aventurou em engenharia atômica e elétrica, em que "ciência de foguetes" era algo que ele comia no café da manhã. Ele nasceu em em Creglingen, na Alemanha, e trabalhou com uma das maiores mentes da Segunda guerra Mundial: Wernher von Braun. Juntamente com a equipe de von Braun, Stuhlinger fugiu para os Estados Unidos, onde trabalhou na Operação Paperclip. Stuhlinger morreu em 2008, aos 98 ano anos.

Em 1970, o dr. Stuhlinger recebeu uma carta de uma certa freira chamada Mary Jucunda, que morava no Zâmbia, que não era grande coisa em 1970 e não melhorou muito até hoje. Na carta, irmã Jucunda perguntou a Stuhlinger por que gastar bilhões de dólares em pesquisa espacial, quando tinha tanta criancinha passando fome. Vocês sabem, a mesma xaropada de sempre.

Stuhlinger não era um político. Não era dado a dourar pílulas ou simplesmente ignorar as pessoas. Era um cientista, um homem que primava pelas ciências exatas. Sendo assim, sua resposta foi uma carta que reproduzo a seguir (versão brasileira Herbert Ceticismo.net)

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Contra o preconceito dos preconceituosos que preconceituam

Ontem foi Dia da Consciência Negra. Um dia para lembrarmos de lutar contra o preconceito. Mas há outros grupos, minorias, também sensíveis à ação preconceituosa da discriminação social. São pessoas que a Natureza moldou de uma forma, não foi opção ou vontade deles. Um grupo rechaçado, eu diria "odiado", até; em que já na Antiguidade eles eram mal vistos, apesar de serem tolerados em alguns lugares, em outros foram perseguidos, mortos, queimados vivos nas fogueiras da Inquisição.

Este grupo tenta seu lugar na sociedade que desaprova que eles sejam como são, apesar de quase todos alegarem que "têm um amigo como eles". Não são outros senão os…

Ruivos.

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DNA mais triste hoje: morreu Fred Sanger

O mundo não está pior hoje. Está como sempre foi e continuará sendo o que é. Ninguém se importa de verdade com quem vive e morre. Para quem gosta, aprecia ou pelo menos vê algo de importante na Ciência, hoje é um dia triste, o dia em que Frederick Sanger faleceu.

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Iniciativa propõe estudar problemas neurológicos de veteranos de guerra

Todo mundo sabe o que o DARPPA é. Longe de ser um repositório de über-nerds que criam coisas fantásticas, são praticamente o Skynet disfarçado que fornecerá cilônios e mandarão a Humanidade pro saco. Sim, estão atrasados.

Agora, uma iniciativa se propõe a avançar na pesquisa de neurociência para ajudar a recuperar a memória de soldados que foram pro front, sem terem visto nada de novo, além de guerra, sangue, explosões e todas aquelas coisas que achamos muito maneiras nos filmes, mas só um débil mental gostaria de passar na vida real.

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A Ciência confirma a Bíblia que antecipou a Ciência

Antigamente era mais legal de se debater com crentes fanáticos. Eles sempre tinham alguma invenção (louca) para justificar seus argumentos. Agora, em tempos de Ctrl+C / Ctrl+V, fica fácil. Quem já era ignorante, repassa qualquer besteira e se diz o autor dela. O bom disso é que o próprio passar vergonha por escrever besteiras e passa por ladrão por se apoderar de textos que não são deles.

A principal pseudoargumentação é aquela que dizem que a Bíblia é verdadeira, pois a Ciência já confirmou muito do que tem lá no texto bíblico. Desde a formação do planeta, passando por Zoologia, Astronomia, Química, Física, Matemática, Engenharia etc., várias alegações que tudo isso foi dito na Bíblia antes dos descobrimentos oficiais mostram, no mínimo, duas coisas: 1) Total analfabetismo bíblico, já que muitas das alegações são totalmente fora de propósito ; 2) Total analfabetismo científico, já que o que a Ciência diz não confirma a Bíblia, muito pelo contrário. Afinal, o que a Bíblia diz que foi confirmada pela Ciência? Vamos saber sobre isso

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Mãe, me dá a barata pr’eu brincar?

Ontem, eu escrevi sobre inciativas voltadas para crianças se aproximarem mais da Ciência. Desde periódicos científicos escritos para crianças até robôs sugadores de cérebros fofinhos para se brincar. Mas nada, NADA, supera esta maravilha que eu vi (curiosamente, foi ontem também, mas não tenho tempo de ficar aqui escrevendo o dia todo). Trata-se do primeiro controle remoto de barata. Não, não é um robô barata ou carrinho com uma "capa’ de barata por cima. É uma barata, MESMO!

Quero isso de natal, já sabem!

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O periódico científico escrito por crianças para crianças

Divulgar ciência não é pra qualquer. Nem todos podem ser… bem, nem todos podem ser incríveis, cultos, fantásticos, inteligentes, sábios, bem falantes, envolventes, exuberantes e mais superfantásticos que o balão mágico. Além disso, sou humilde também. Mas existem Leis do Universo e elas são invioláveis. Uma delas é: Ninguém é capaz de ensinar melhor a uma criança do que outra criança. Para isso, que tal se houvesse um periódico com revisão de pares, revisado por crianças, editado por crianças, voltado para crianças. Loucura? Sim, concordo, assim como era maluquice.

E às vezes, a Fortuna favorece a loucura.

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