Nossos ancestrais sempre estavam acompanhando os astros. A falta de Netflix, internet, TV aberta etc. acarretou este tipo d distração, além de outro tipo, daquelas que faz neném. Sempre ficaram maravilhados com as conjunções de estrelas e planetas, mesmo sem saber bem a diferença de um pro outro. Era tudo uma questão de geometria e óptica, mas eles não sabiam disso. Hoje, mesmo sabendo que é uma questão de referencial, ainda nos maravilhamos com essas ocorrências.
Em fins de novembro, teve lugar nos céus amigos uma conjunção entre a Lua, Júpiter e Vênus. Os três, alinhadinhos, ficaram ali por alguns dias, e embora j´-a tenham se despedido, muitas pessoas registraram o fenômeno.

A todo momento surgem tratamentos para devolver movimentos a paraplégicos e tetraplégicos, e quanto mais, melhor, já que cada caso é um caso. Entre cirurgias e exoesqueletos, Ciência tem provido bem novas tecnologias e tratamentos, que se tornaram baratos à medida que forem usados em larga escala, e o tempo de pesquisa e desenvolvimento for reduzido, o que acontecerá rápido se mais e mais técnicas aparecerem.
Ontem, eu postei sobre como o cérebro recebe as informações do tato. Daí, fica-se a dúvida: mas amputados que usam próteses não têm tato, fora aquela sensação de membro fantasma chato. Muitas próteses estão ótimas (sim, eu sei que elas são caras. Toda tecnologia inovadora é cara), mas ainda falta alguns detalhes ainda para serem perfeitas (ou quase). Uma delas e o tato, mas isso não será pra sempre. Pesquisadores desenvolvem uma pele artificial capaz de fornecer ao cérebro sensação de tato.
Um tapinha não dói, mas o cérebro registra (podendo ser para se vingar depois ou não). Você sabe quando alguém lhe toca. O cérebro registra esta informação que você reconhece como “toque” e todas as características dele, como a intensidade, a pressão, o calor e a textura do que lhe tocou.
Existem ideias burras com má intenção, como invadir a Rússia no Inverno ou tentar assaltar um colégio em que uma das mães é policial militar de operações especiais, e existem as ideias burras com boa intenção, como responder com sinceridade quando a esposa pergunta se ela está gorda. Foi nisso que eu pensei quando vi uma pesquisa. Esta pesquisa se baseia no fato da imensa demanda por chifres de rinoceronte para fazer pajelança para resolver problemas de impotência. Dica: não resolve e ainda leva à caça furtiva de rinocerontes, causando sua extinção.
Em 1976, em um armazém no Texas, um camarada chamado Jimmie Loocke comprou duas toneladas de equipamentos descartados da NASA. Anos depois, ele percebeu que incluía um computador de um módulo lunar do projeto Apollo, idêntico ao que foi usado para guiar o módulo de pouso até a superfície Lunar durante na missão Apollo 11.
Uma pessoa traz em si as marcas de sua vida, de sua história. Algumas ficam bem visíveis, no rosto crestado de rugas; em outras, as marcas são internas, e bem mais profundas.As marcas de vida de uma senhora podem estar visíveis, mas ela ainda guarda elegância, charme e altivez.Suas marcas estão lá, mas se estradas têm histórias, algumas marcas são uma vida inteira, como é o caso da Lua e suas crateras.
NASA está terminando a construção do próximo rover que irá em direção a Marte. Este é uma espécie de Making Of dos bastidores do desenvolvimento e preparação do rover, incluindo extensos testes em ambientes espaciais simulados.
Todo mundo sabe que numa disputa pela sobrevivência, quem detém as melhores habilidades ganha; a isso soma-se a tecnologia, não só em feitura, como manuseio. Quem é senhor da melhor tecnologia, tem larga vantagem. Costumam alegar que os neandertais perderam a competição pros Homo sapiens pelo fato desses últimos dominarem o fogo, enquanto os neandertais eram broncos e não eram capazes de produzir, manter e dominar o fogo. Sim, faz total sentido pensar isso, só que recentes descobertas mostram que pode não ser bem assim, e neandertais sabiam se virar muito bem com o fogão. Mesmo porque, ainda não havia micro-ondas e nem… AIRFRYER!