Como a TV pode fazer a diferença no Ensino

Eu não gosto de televisão. Nada contra, eu só não aprecio o que é apresentado em maioria. No máximo, eu curto filmes e documentários. Eu ADORO documentários. Vejo de tudo, nem que seja para falar mal depois, frente ao monte de besteiras que são apresentadas (estou olhando para você, Zeitgeist!) Nunca pensei em computadores como ferramentas para aprendizado, apenas. Eu, particularmente, acho que eles mais atrapalham do que ajudam, e isso é devido à mentalidade de alunos e de alguns professores. Como toda ferramenta, o PC pode ter dois usos, e se você acha que ferramentas não inspiram usos errôneos, pergunte ao macaco que descobriu que usar um osso da perna para baixar a porrada nos seus coleguinhas o que ele acha.

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Grandes Nomes da Ciência: Aidan Dwyer

O menino que não gostava de inverno sempre pensou que esta era uma das piores estações do ano. Ele sempre o imaginou como sendo algo lúgubre, escuro… Os dias curtos e as longas e frias noites causam arrepios, não só pela baixa temperatura, mas pelo medo ancestral. Ainda assim, os fantasmas só existem em nossas mentes e quando o jovem visitou as montanhas Caskill, a noroeste da cidade de Nova York, ele viu algo nas árvores que seria a chave para o aumento da eficiência de células solares.

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Como o cérebro guarda informações por curto espaço de tempo

Lembre-se disso: O livro Philosophiae Naturalis Principia Mathematica, de Isaac Newton, foi publicado em 1687.

Lidamos com informações o dia todo. Desde saber quanto gastamos no supermercado até o nome daquele cliente chato que você precisa aturar para não ter que aturar uma fila de desempregados. Somos apresentados a pessoas que não veremos nunca mais na vida da mesma forma como pegamos o telefone e e-mail de alguma garota (os quais não anotamos na hora para tirarmos onda que ela é inesquecível, para depois corrermos para anotar em qualquer lugar). Temos uma memória de longo prazo, que em teoria deveria nos ajudar como lembrar a data do casamento e quando o chefe faz aniversário, e uma de curto prazo,para coisas rápidas e rotineiras, que são usadas por um determinado momento e depois serem esquecidas num canto desgovernado do cérebro. Agora, cientistas estudam como se formam as memórias de curto prazo e como elas são armazenadas na nossa gambiarra evolutiva chamada "cérebro".

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Afinal, qual é a população da Terra?

Eu sempre que posso ofereço aos meus leitores uma possibilidade de ler o artigo de duas formas: a rápida e a acurada. Se você é daqueles preguiçosos ocupados demais para ler artigos com mais de 3 linhas, eu respondo logo de início: Cerca de 8,7 milhões. Isso deve bastar para sanar alguma curiosidade momentânea (até que o ícone do MSN comece a piscar e você corra pra lá pra saber qual é nova modinha. Agora, se você estranhou o número e levantou a mão para comentar desesperadamente que só no Brasil tem cerca de 190 milhões de habitantes, pare e preste atenção, pois eu estou falando de espécies viventes, não de número de indivíduos.

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Quando e como o oxigênio apareceu

Uma das maravilhas químicas que aconteceram na Terra, ao meu ver, foi quando o oxigênio passou a existir na atmosfera. Até então, apenas bactérias anaeróbias, fungos e alguns toscos que caem de paraquedas aqui poderiam “respirar”. Quando eu falo de “respirar” não quero dizer estufar o peito e encher os pulmões de ar, já que há cerca de 3 bilhões de anos ninguém tinha pulmão, nem mesmo sapos tinham e por motivos óbvios. Aos poucos, isso foi mudando, até chegarmos na maravilhosa mistura de oxigênio e nitrogênio que temos hoje; entretanto, novas pesquisas indicam que o aparecimento do oxigênio pode ter acontecido antes do que se imagina. Saberemos mais sobre isso com o Livro dos Porquês.

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O lado sombrio de seus olhos

Já cansei de dizer o quanto o projeto "inteligente" nos deu ferramentas tão vagabundas quanto nossos olhos e cérebros. Vemos o que queremos, ouvimos o que queremos e até sentimos frio e calor ao mesmo tempo, enquanto a porqueira de nossa massa cinzenta acha que está tudo nos conformes. Nossos olhos são os mais enganados, pois o ambiente nunca está estático, está sempre mudando e as informações que chegam na gambiarra evolutiva chamada "cérebro" estão tão fragmentadas que nem sempre se tem um quadro do que efetivamente está acontecendo. Resultado, o tosco do cérebro não dá o braço a torcer (ainda bem, pois as pessoas andariam na rua em poses estranhas) e acaba inventando a informação. Se antes era o problema de que lado a bailarina estava dançando, agora temos um outro a resolver: como distinguir o claro do escuro?

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Cristais de memória do Super-Homem podem se tornar realidade

Uma das coisas que eu mais gostava nas histórias do Super-Homem (apesar de eu achá-lo um herói totalmente sem graça, a ponto do Batman ter que meter a porrada no manezão afim de mostrar quem manda na parada) eram os cristais de memória, que serviam como um "pendrive mais estiloso". Eu mesmo queria ter um treco daqueles e achava, em minha tola crendice infantil, que o futuro traria bibliotecas com aquele formato. Tempo passou e o futuro que imaginei não veio… Ou quase.

Pesquisadores ingleses estudam como a interação com lasers com átomos de vidro poderiam servir para gravar informações e serem usadas em nossos computadores. Por favor, deixe a regra 34 do lado de fora antes de continuar a ler. Obrigado.

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Equipe de Fórmula 1 patrocina mão biônica a fã de 14 anos

Li hoje uma postagem do Meio Bit que me fez me auto-xingar a mim mesmo (sic) muito. Nem precisei do Twitter. Era a história de dois garotos nos idos de 1957 que corajosamente (ou inocentemente, o que não faz diferença) escreveram ao National Institutes of Health (Instituto Nacional de Saúde), solicitando uma verba altíssima (10 dólares da época) para a construção de um… foguete. Ernest Allen, chefe do Departamento de Verbas de Pesquisa, apresentou a carta em uma reunião e os cientistas lá resolveram fazer uma vaquinha e mandaram os 10 merréis pros garotos. Eles ficaram felizes e conseguiram construir o foguete. Leiam o texto do Cardoso ou quebro as suas pernas.

Leram? Ótimo. Alguns de vocês devem estar pensando que isso é coisa de antigamente, e que hoje bilionários não gastam rios de dinheiro em entidades filantrópicas. Entretanto, um menino de 14 anos e fã de Fórmula 1 (coisa que eu não vejo a menor graça) resolveu pedir uma mão biônica ao chefe de equipe da Mercedes e…

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O “DNA” veio do espaço

Pronto, agora um bando de toscos já acham que somos alienígenas e teremos reedições de besteiras como "Eram os Deuses Astronautas?", do Daniken. A mídia adora um sensacionalismo, já que conseguem ver nada de muito sensacional nas notícias. Com isso, quando os pesquisadores do Goddard Space Flight Center, na NASA, publicaram uma pesquisa onde afirmam terem encontrado vestígios de moléculas que servem de base para o DNA em alguns meteoritos, a conclusão da mídia é que a vida se originou no espaço e, portanto, somos todos aliens, sem a graça de chegar perto da Sigourney Weaver. Mas o que foi encontrado mesmo?

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Morcegos vampiros podem captar radiação infra-vermelha em busca de sangue

Convenhamos, ninguém gosta de morcegos. Aquilo que parece ser o anjo da guarda dos ratos mete medo até em criminoso de Gotham (salvo algumas espécies que proliferaram nos anos 1960). Os filhotes de Lúcifer são tudo o que não queremos ter por perto, ainda mais os pertencentes à família Phyllostomidae, subfamília Desmodontinae. Como qualquer um dos seus primos quirópteros, morcegos-vampiros despertam medo, aversão e sói serve de tira-gosto para roqueiros mais radicais.

Mas o que é feio para Narciso, posto que não é espelho, pode ser a chave para muitas informações. Pesquisadores da Universidade da Califórnia estudam o modo que os tão odiados morcegos vampiros captam o calor do sangue de suas vítimas, de forma a se orientar até seu alvo e poderem fazer o seu banquete. Mantenham as estacas e os crucifixos a postos, pois Nospheratu esta na sua cola, mortal idiota.

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