Tenha seu próprio espectrômetro

Os romanos e gregos já sabiam das propriedades da luz em se dividir em várias "cores". Eles já sabiam que a luz branca era a soma de várias emissões luminosas, enquanto um pessoal tosco jogado lá pelo deserto palestino achava que isso era algum presente divino, aliança ou alguma bobagem neste sentido.infelizmente, os antigos estavam limitados às tecnologias de suas épocas.

Joseph von Fraunhofer estudou mais detidamente o espectro luminoso. Newton fez um bom trabalho (e Huyggens também, meu caro Neil deGrasse Tyson. Não fique bajulando Newton apenas, ok?). Com ele, Fraunhofer descortinou um novo mundo.

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Microrrobôs já trabalham com metal e até com componentes eletrônicos . RENDA-SE HUMANO!

Eu adoro qualquer tipo de robôs. desde aqueles que se faz com LEGO até robôs assassinos exterminadores de policiais cibernéticos. Temos desde os fofinhos como o Aibo até um drone que leva democracia aos rincões de Deus-me-livre. E agora, temos microrrobôs capazes de construir coisas, mas isso não seria nada demais, também. Os materiais usados podem ser madeira, vidro, circuitos eletrônicos e, se bobear, faz até exame de toque retal.

Chamem Sarah Connors!

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Nós podemos ver o som?

Você sabe o que é a luz: uma onda eletromagnética que tem os componentes dos campos elétrico e magnético, oscilando em um ao outro, perpendicularmente entre si e perpendicular à direção de propagação dessa onda. Ela não é vista se não tiver algo a ser visto. A bem da verdade, jamais veríamos os disparos de lasers (neste momento você fez PEW! PEW! PEW! mentalmente que eu sei!) das naves espaciais, pois só vemos os raios por causa da refração, iluminando as partículas dispersas.

A luz não precisa do meio material para se propagar, podendo viajar tranquilamente pelo vácuo, diferente do som, que é uma vibração do meio que percorre meio material e chega aos nossos ouvidos. Mas, será possível que nossos olhos vejam o som? "Não", é a resposta. Pelo menos, é que se pensava até provarmos o contrário.

Você gosta de Física e assiste Cosmos? Bem, aqui você verá tudo em altíssima resolução (diferente da NatGeo BR) . Afinal, aqui é o LIVRO DOS PORQUÊS!

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“O Princípio”: O melhor documentário de todos os tempos (pelos motivos errados)

Eu AMO documentários! Vocês sabem: aquilo que costumava passar no Discovery e History Channel, antes do Hitler do Passado e da Segunda Guerra Alien, ou algo assim. Hoje, pelo menos, temos a National Geographic Channel do Brasil que passa Cosmos… em SD, só faltando ser dublado pelo Marcelo Gleiser.

Existem documentários que eu adoro de montão… mas pelos motivos errados, como aquela palhaçada chamada "Spelled", mostrando como os criaBURRIcionistas são pobres coitados, expulsos dos institutos de pesquisa, só porque não publicaram uma linha de seu trabalho. Bandidos! Agora, a pérola é um MA-RA-VI-LHO-SO documentário chamado "The Principle": um a pérola do conhecimento que procura demonstrar que a Terra não orbita o Sol. Não orbita nada. Estamos aqui: ho-ho-ho!

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Quando o Ceticismo.net fala sobre Método Científico

O SciCast, um podcast sobre Ciência. É um projeto legal que se propõe a levar a Ciência, discutindo temas que vão desde fabricação de cerveja até viagens interestelares. Eles convidaram grandes luminares para participar (ah, sim! Também chamaram um cara que está começando na Internet agora: o Gilmar do E-Farsas, e acabou que eu recebi um convite especial (mas muito amado) de participar dele.

Minha participação de estreia foi sobre o Método Científico e você poderá ouvi-lo aqui em baixo, ou baixando no seu xing-lingzão de 10 merréis:

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Pedaço de pau é usado como filtro de água

Leitores do Ceticismo.net são pessoas cultas e frequentaram colégio (salvo aqueles que acham que Sociologia e outras "ciências humanas" servem para algo). Assim, eles sabem o que são xilemas e floemas. Se não sabem, veremos um pouco mais abaixo.

Para as plantas, os dois tecidos condutores de seiva são primordiais na sua nutrição. Mas agora estão estudando um outro uso para elas: filtrar água!

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A levitação que aquece nossos corações e derretem alumínios

O bom da Ciência é que podemos fazer qualquer coisa maneira com os conhecimentos mais básicos que ela nos proporciona. O ruim de ensinar Ciência é não poder mostrar estas coisas maneiras. Ficamos ensinando besteiras como números quânticos, subníveis energéticos, cada um dos passos da divisão celular, calcular a trajetória de qualquer coisa, sem efetivamente mostrarmos nada disso. É um saco ter que falar de reações químicas no quadro e os alunos com aquela cara de “OOOOOOOH, que legaaaaaaaaZZZZZZZzzzzzzzzZZZzzzz”.

Mas, e se pegássemos um pedação de cobre, enrolarmos e passarmos corrente alternada nela? Simples: seremos que nem o Magneto e faremos um pedaço de alumínio flutuar até derreter e PLOFT cair fundido e mal-pago.

Eu sei que hoje é domingo, mas nunca devemos descuidar dos estudos. Vão para a estante e peguem seu LIVRO DOS PORQUÊS!

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Quando o marketing da pseudociência ganhou aos 45 do 2º tempo

Antes de começar, deixe-me contar uma coisinha: Eu tenho mais de 12 anos, e (penso eu) sei como o mundo funciona. Sei que não existe almoço grátis e sei que todos nós temos contas a pagar. Mas também sei que existe uma coisa chamada "ética" e outra coisa chamada "correção" e elas nos impedem de aceitar certas atitudes.

Dito isto, devo dizer que me surpreendi com o que li, sobre o canal Nerdologia abraçar pseudociência por causa de patrocinadores, derrapando feio na curva. Algo assim merece ser examinado.

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Professores + Bolinhas + Microgravidade = DIVERSÃO!

Eu perguntei uma vez o que era melhor que ser professor. Me disseram que seria esmagar os inimigos, vê-los fugindo diante de você e ouvir o lamento de suas mulheres (depois disso, parei de fazer perguntas a marombados). Melhor que ser professor é se divertir ensinando de maneira divertida. Vocês sabem, aquilo que NUNCA ACONTECE nos colégios. Na verdade, não nos divertimos, não ensinamos realmente e nem fazemos nada divertido, pois Pai Paulo Freire de Oxum não gosta.

Nós perdemos isso. Não nos divertimos, porque não ensinamos. E não ensinamos porque temos que seguir programas chatos, desinteressantes e totalmente avessos a qualquer coisa que indique que aprender tenha que ser divertido. Mas nem todo mundo pensa assim, principalmente quando se enche um 727 com professores e bolas de ping-pong.

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A Vida pode estar dando sopa em Titã

Sendo o segundo maior satélite natural do Sistema Solar (e domínio do Senhor dos Céus) Titã. A imensa sopa orgânica dele, com um imenso oceano de metano e etano, os compostos orgânicos mais simples, nos faz refletir sobre a imensa possibilidade de haver vida lá ou, pelo menos, ter um ponta pé inicial.

Titã é uma imensa sopa pré-biótica e mesmo que não vejamos vida lá agora, nos dá conhecimentos sobre como era o nosso próprio planeta há 3,5 bilhões de anos.

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