Enceladus é uma das minhas luas favoritas, mesmo não sendo uma lua e sim um satélite natural. Mas ele é um satélite tão natural para mim, que eu o vejo como um primo de nossa querida Lua (veja o que já escrevi sobre Enceladus). A sonda Cassini-Huygens chegou em Enceladus em 2004, e nos trouxe muitas imagens. Dentre elas, vários gêiseres, que nem aqueles que víamos no desenho do Zé Colmeia, nem que seja em alguma reprise.
Cientistas, no uso de suas atribuições, contaram quantos gêiseres Enceladus tem. A resposta? 101, mas você quer saber mais, não é? Claro que quer!

Os cavalos de batalha estavam alinhados. Dois grupos, de oito cavalos. Seus mestres mal estavam conseguindo contê-los. Eles estavam ali, prontos! A um coando e o Rei veria o poder do homem à sua frente. A multidão estava ansiosa. Os cavalos relinchavam, batiam as patas, as correias retesadas, as correntes se esticando.
Eu adoro invenções que melhorem a vida das pessoas. O problema é quando estas invenções são inventadas produzindo algo PIOR do que já se tem. Normalmente, isso é feito por gente que não entende nada sobre o que quer trabalhar, acabando num imenso facepalm, seguido de uma gargalhada, seguido de uma expressão "are you fuckin’g kidding me?".
Volta e meia aparece pessoal compartilhando vídeos. Eu acho muito legal, principalmente se é para aguçar a curiosidade científica. O problema é quando inferem conceitos errados. Um deles é o gelo quente que, segundo o pessoal que compartilha vídeos etc., é o momento em que há solidificação de um líquido, liberando calor.
Depois que Pedro Álvarez Cabral, fidalgo português que estudou na escola de Sagres (que sabemos nunca ter existido), chegou à Ilha de Vera Cruz, o rei, D. Manuel, o Venturoso (que título ridículo, Jisuis!), mandou organizar uma outra esquadra (já que Cabral fatalmente tirou da reta, pois de navegação e briga de galo não entendia nada) para dar uma fofocada por aqui. O sortudo foi Gaspar de Lemos, que veio pra cá na Primeira Expedição Exploradora, que durou entre 1501 e 1502.
A Natureza nunca é como gostaríamos que fosse. Ela também não é como a representamos. No verão não é sempre calor, o inverno nem sempre é tão frio assim, ainda mais quando a gente faz o favor de jogar toneladas de gases de efeito estufa na atmosfera. Também estudamos que existem 3 estados físicos: sólido, líquido e gasoso. Estudamos que cada um é cada um e que ponto de fusão "é quando" (odeio esta expressão) a água congela e ponto de ebulição é quando (Irc!) a água ferve.
Era uma vez um homem que tinha um sonho: Ir até a lua, catar algumas coisas lá e voltar são e salvo. Isso parece até o começo de alguma história de ficção científica ou mesmo de uma série de TV (
Já falei aqui sobre a
Existem muitas teorias sobre a formação da Lua, nosso satélite natural. Alguns acham que a Lua e a Terra tiveram formação conjunta, vindo da mesma poeira de estrela. Outros, que a Lua se separou da Terra. Há aqueles que acham que a Lua foi formada em outro lugar, nada a ver com a Terra e acabou por aqui porque veio zanzando pelo Universo. Mas a teoria mais aceita é que um planeta meio que do tamanho de Marte veio em direção à Terra, deu-lhe uma porrada e mandou um naco deste tamanhão, com rochas, lava etc. Estes detritos se aglutinaram gravitacionalmente, formando a Lua.
Louis Braille podia ser mais um cego no século XIX, dependente de outras pessoas. Tendo perdido a visão aos 3 anos de idade, Braile podia ser um desses mimizentos que reclamam da vida, sem nem poder ter acesso à leitura e/ou escrita. Anda assim, ele ingressou no Instituto de Cegos de Paris e, aos dezoito anos, tornou-se professor de lá. Ele se inspirou na técnica de usar "pontos e buracos" inventado por um oficial para ler mensagens durante a noite em lugares onde seria perigoso acender a luz, Braille melhorou o sistema, de forma que cegos pudessem escrever textos e ler livros. Em 1829, ele publicou seu trabalho e, assim, foi criado o Sistema Braille.