
Na foto acima estão Fred Haise, Jack Swigert e Jim Lovell. Eles tiraram esta foto um dia antes do lançamento da Missão Apollo 13. A malfadada Apollo 13. Swigert acabara de substituir Ken Mattingly como piloto do módulo de comando depois. Mattingly não pôde ir porque ele fora exposto ao sarampo e a paranóica NASA não quis arriscar (a bem da verdade, ele não contraiu a doença e não apresentou nenhum sintoma). A coisa deu errado e foi ouvido a famosa frase “Houston, a gente tá ferrado, caraio” (paráfrase).
Eles não pousaram na Lua e o regresso foi heróico, apesar das mazelas, como conectores quadrados e redondos se misturando entre diferentes aparelhos, tendo que partirem para gambiarra. Na descida, a URSS, a maior rival dos americanos, ordenou que liberassem as frequências para que não houvesse interferência e a China delicadamente pediu aos seus cidadãos que qualquer americano que caísse lá teria que ser bem tratado, sob pena de irem bater um papinho com Buda da pior maneira possível.
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Você conhece muito bem o tipo: aquele que tem as melhores soluções pra tudo, indo desde sobre como fritar batata até conserto de ônibus espacial. Já que seu cunhado é tão ótimo assim e vive lhe dando lições, apresente pra ele o desafio do JPL, o Laboratório de Propulsão a Jato da NASA. Eles estão com um projeto sob a forma de desafio de forma a dar um help no desenvolvimento de um rover para perambular por Vênus.
Apesar de Marte ter uma atmosfera bem fina, tem alguma coisa lá e se tem ar, tem vento. Como são esses ventos hoje? Como eram os ventos antigamente, quando a atmosfera era bem mais densa? São perguntas que a missão MAVEN procura responder, analisando os padrões de ventos das camadas mais altas da atmosfera marciana.
A Terra tem um campo magnético que nos ajuda a ficar imunes (ou quase) aos desmandos do Sol, quando partículas de alta energia são cuspidos fora. A maior parte é defletida por este campo de força, por assim dizer, e quando passa pelas latitudes mais superiores e inferiores há a formação das auroras.
A NASA selecionou quatro investigações do Programa Discovery para desenvolver estudos conceituais para novas missões. Ela estimula que as universidades contribuam co ideias, e, em troca, promete um dinheirinho de verba, pois é isso o que a NASA é: uma entidade que tem projetos próprios, mas também administra como a verba que ganha será usada para projetos que enfoquem aeronáutica e Espaço. Claro, isso vai depender muito do quanto de verba acabarão recebendo, mesmo assim temos um vislumbre do que a nossa aventura no Espaço nos reserva.
Você pode pensar que as explosões colossais no Sol e sua ejeção de massa coronal são sempre a mesma coisa, mas não são. Elas são bem reconhecidas e caracterizadas mediante suas características, bem reconhecidas pelos astrofísicos e astrônomos. Ainda assim, o Sol sempre nos surpreende, como é o caso da Reconexão Magnética Forçada.
Se você é algum tipo de fixista, achando que o universo é paradinho e só com um pouco de sorte os planetas viajam pelo céu, tenho tristes notícias. Não, nada é paradinho e mesmo o Sol se move. Mais do que isso, a própria superfície do Sol se move; nada no universo é estático, ao contrário do que Cláudio Ptolomeu possa ter achado, mas nem era culpa dele. Ele viveu na Idade do Bronze, e só um imbecil ainda continuaria com aquele mesmo conhecimento arcaico, no qual faltam uns planetas, planetas-anões etc.
Como saber o que procurar em Marte? Como buscar sinais de vida lá? A resposta é simples e complicada ao mesmo tempo. Deve-se partir de algum parâmetro de comparação. Sendo assim, vamos tirar como exemplo aqui mesmo. Onde estão as mais antigas evidências de vida?