Você já conhece a mitocôndria. Ela é sua companheira, apesar de não ser sua propriamente dita, pois é uma bactéria que vive em simbiose. Diferente do político que você ajudou a eleger, ela pega recursos e dá algo em troca: energia. Isso você aprendeu no colégio, só não aprendeu como.
A mitocôndria faz uso de um processo de geração de energia ligado à regulação do cálcio intracelular, em que íons Ca+2 trafegam por canais, e cuja absorção deste elemento…. ninguém sabe em sua plenitude como funciona. Apenas funciona, que nem a gambiarra que o seu Manoel, o pseudoeletricista fez para ligar o seu chuveiro. Mas isso não parece durar muito. Uma nova pesquisa pretende achar o significado disso tudo.
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Eu gosto de robôs. Todo mundo gosta de robôs. Nós amamos robôs (não esqueça disso, Skynet. Amamos você). Robôs são pensados como serviçais desde que Karel Capek cunhou o termo tendo como base a palavra polonesa “robota”, que significa “trabalho pesado”, em que robôs fariam o serviço duro, deixando as pessoas ficarem em casa usando redes socais e se entupindo de porcarias. Ok, na época dele não havia tantas deliciosas porcarias industrializadas e muito menos redes sociais, mas você entendeu.
O bom de sermos um projeto divinamente planejado é a inexistência de doenças, principalmente as que são causadas por algum surto celular, em que células acabam se dividindo de maneira totalmente zoadas. Infelizmente, o mundo real não funciona assim. Essas mutações existem, câncer existe e se bobear você ainda contrai furúnculo na bunda.
Vamos ser honestos: larga maioria das pessoas não gostam de predadores no mundo animal. Costumam vê-los como seres ruins, vilões de desenho animado, criaturas maléficas que devoram bichinhos bonitinhos como o Bambi. Isso levou a uma caçada sem precedentes de lobos, pumas, leões etc. habitats foram destruídos e muitas dessas espécies “malvadinhas” correm risco de extinção.
O cérebro é o órgão mais badass de nosso corpo. Mesmo porque, ele manda na bagaça toda. É praticamente o Nick Fury entre os órgãos. Ele tem que lidar com trocentas milhões de informações a cada segundo e dar ordens precisas. Por exemplo, a partir de agora você percebeu que está respirando e tentará manter a cadência. De nada.
Eu tenho muitos motivos para dizer que o Brasil odeia ciência, e todos eles são plenamente justificáveis. Essa pocilga que chamamos de “política científica” e nada é a mesma coisa, enquanto que temos deputados defendendo a profissionalização de ufólogos; o que até faz sentido quando Homeopatia é especialidade médica e astrologia é profissão, além de cartas psicografadas serem aceitas em julgamentos.
Diabetes é uma doença que é mais séria do que as pessoas pensam. Alguns acham que é apenas uma questãozinha boba e basta controlar a quantidade cavalar de doces que comem. Uma pena que não seja tão simples. O metabolismo vai pro cacete e em muitos casos feridas dolorosas nos pés aparecem e são difíceis de tratar. 24% das pessoas com essas feridas acabarão tendo que amputar os pés; e é melhor isso do que morrer.
Estamos em época olímpica. Isso implica em idiotas implicantes vindo implicar comigo achando que estão concorrendo a alguma coisa. No máximo, à medalha de ouro do retardo mental. A imbecilidade reinante não dá trégua e aqui ficamos numa disputa atlética de quem é mais idiota nos retardo sincronizado, maratona de imbecilidade, 100 metros de mentes rasas, ginástica de falácias, xingamentos rítmicos e levantamento de besteiras.
As pessoas tendem a não perceber um problema, por mais diminuto que pareça. Um caso desses é o desaparecimento de abelhas melíferas, em que um estudo internacional demonstra que o número de colônias já caiu quase 12% em dezembro do ano passado. Entre março a julho de 2015, fez muito frio na Noruega, Escócia, Suécia, Dinamarca e Irlanda, com temperaturas médias variando entre 12,8 e 14,4 °C. Deve-se lembrar que nessa época, é primavera no hemisfério norte, ou seja, fez mais frio do que deveria, e Madrasta Natureza não está preocupada se seres vivem ou morrem.
Eu acho que cada um tem o direito de ter a religião que quiser. Entretanto, devemos lembrar que religião é igual pênis: tenha a sua, sinta orgulho, mas ficar enfiando em qualquer um indiscriminadamente não é legal, e tanto pior se for em crianças. A religião vegan não é diferente. E sim, é uma religião, pelo modo fanático e sem nenhum fundamento que seus seguidores defendem essa sandice. Mas beleza, quer ser vegan, seja, desde que não me encha o saco. O problema são os casos em que naturebas acabam causando a morte de seus filhos, como já noticiei antes.