Eu gosto das reportagens sobre ciência da BBC. O Terra e o G1, também (a bem da verdade, o Terra é mestra em sair kibando todo mundo e o G1 kiba o Terra). Mas jornalistas, salvo raríssimas exceções – e o Sabino não é uma delas – jornalistas entendem tanto de ciência quanto meu hamster entende de combustíveis de foguetes (se bem que meu hamster com síndrome de Down consegue entender mais de ciência que criaBURRIcionistas). Tudo bem, eu aceito que traduzir uma linguagem, de cientistas pouco afeitos a falar com o público leigo é uma tarefa hercúlea; daí temos uma ocorrência inusitada: um cientista que não sabe se expressar para com o público leigo, e o jornalista que sabe, mas não entende do que diabos aquele “louco de jaleco” está falando. Nem todos podem ser Carl Sagan e nem todos podem ser Carl Zimmer. C’est la vie.
O Sábio Senhor do Ceticismo.net responsável pelo setor de Ciência e Assuntos Religiosos (eu, prazer) acha que as notícias sobre ciência devem passar por uma averiguação, checar fontes, postar os links das publicações indexadas e tecer maiores explicações sobre o assunto em questão. Assim, evitamos o caso do Peixe Highlander.
De acordo com notícia da BBC, Um estudo sugere que cada ser humano possui pelo menos 100 mutações genéticas no DNA, fazendo de nós mutantes. O problema é que SOMOS mutantes, mas não é de hoje. Se nosso código genético não tivesse mutações ao longo de nossa história evolutiva, ainda seríamos uma ameba (apesar que muitas pessoas pensem como uma ameba). Continuar lendo “Pesquisadores determinam variabilidade genética entre dois homens”

É uma pena que algumas coisas não existem. A Evolução é um bom exemplo, pois ela é totalmente inexistente e não há nenhuma prova que ocorra, mediante os critérios da Seleção Natural. O problema é que esqueceram de avisar isso ao mundo natural e aos pesquisadores de Harvard, já que estes últimos descobriram um rato veadeiro (Peromyscus maniculatus) que chamou a atenção de cientistas. Dessa vez, ativistas não precisarão ficar horrorizados; não maltrataram o bichinho. Simplesmente, descobriram uma mutação que ocorreu de forma natural, propiciando uma vantagem adaptativa, graças à melhor camuflagem que os pelos lhes conferiram, e foi rapidamente transmitida às gerações seguintes. Mas isso é engôdo dos servos de Satã, nada disso existe e, cá pra nós, este ratinho avermelhado tem aparência um tanto demoníaca.
Só o começo desta baboseira já indica uma coisa: Papo de Ovelhinha do Senhor! Nosso amigo (quer dizer, amigo de VOCÊS, eu quero mais é que ele se dane) Afonso Curalov (não vouipostar o email dele POR HORA) andou enviando um monte de besteiras. O Zé ruela teve a coragem de criar um artigo pensando que seria aprovado direto (esse “pensando” é licença poética). Como agora estamos ajudando a difundir as palavras santas das ovelhinhas do Senhor, eu, André, um dos Sábios Senhores do Ceticismo.net, por minha força e vontade, declaro aberta a primeira edição da: VOZ DOS ALIENADOS! (digam se a imagem que abre este tipo de postagem não reflete bem o que eles falam).
Os trovões soam ao longe. Raios cruzam o céu. O ruído do martelo reverbera sobre a existência e a confluência astral denota que algo está para acontecer. Os nativos correm para adorar os seres supremos, pois é chegada a hora em que os Sábios Senhores do Ceticismo.net farão seu pronunciamento!
Ao contrário do que as Ovelhinhas do Senhor podem pensar (elas vivem pensando em mim, na maioria das vezes coisas impublicáveis), eu sou um cara excelente, honesto, trabalhador e bom pai de família. A irmã de nosso espião sabe disso melhor do que ninguém. Assim, eu sempre me preocupo com o próximo e com o distante. Não quero mais ter que ler tosqueiras idiocráticas, nem insanidades espalhadas pelo mundo afora. Assim, eu com fervor peço:
Baleias, golfinhos, focas e outros mamíferos marinhos podem gerar o próprio calor e manter uma temperatura corporal estável, apesar das condições ambientais variáveis. Assim como as pessoas, eles são homeotérmicos endotérmicos – ou seja, são animais “de sangue quente”. Mas esses mamíferos são especialistas em termorregulação: suportam temperaturas na água, que chegam a –2 ºC e temperaturas do ar de –40 ºC.
Os malvados cientistas da Universidad Nacional Autónoma de Mexico (UNAM) – insensíveis, horrendos e capazes de atos hediondos à guiza de ampliar o conhecimento humano e melhorar a vida das pessoas – estão estudando a capacidade regenerativa de um anfíbio chamado Axolotle (Ambystoma mexicanum), que possui 3 pares de brânquias externas e possui uma das maiores capacidades regenerativas no reino animal, podendo regenerar extremidades completas do corpo até pedaços de cérebro. Ele só não possui esqueleto de adamantium (ainda).
À medida que a caçada por planetas semelhantes à Terra se intensifica ao redor de outras estrelas, alguns pesquisadores já investigam como verificar a habitabilidade desses planetas quando forem encontrados, ou seja, não basta encontrar um planeta, é precisa de meios para se determinar se eles são habitados ou não. Daí em diante, é necessário saber se são habitados por seres inteligentes.
Realmente, esta semana é a Semana da Tosqueira! depois de malucos que impedem as mulheres de comer, caso não tenham relações sexuais, retardados mandando e-mails toscos e bancos aceitando queijos como pagamento (tá, ok. O do banco foi na semana passada, e daí?), agora temos que, segundo Ministério da Defesa britânico, houve 609 relatos de OVNIs (Objetos Voadores Não Identificados) em 1996 contra cerca de 117 depoimentos em 1995.
Não é de hoje que seres humanos queimam florestas para poderem usar a terra, seja como pasto ou como área de cultivo, isso já acontecia há milhares de anos, e isso pode ter influenciado no clima do planeta, por ter aumentado a concentração de dióxido de carbono (CO2). Pesquisadores da Universidade da Virgínia e da Universidade de Maryland, EUA, afirmam que as 6 bilhões de pessoas de hoje usam cerca de 90% a menos de terra por pessoa para produção de alimento do que era usado por populações menores no início do desenvolvimento das civilizações. Essas primeiras sociedades provavelmente se basearam num processo de corte-queima para limpar grandes extensões de terras, afim de produzirem alimentos em níveis relativamente pequenos. O estudo foi publicado na