Giovanni Aldini, o pai elétrico de Frankenstein

O mundo moderno não é bonzinho, sabemos disso. O que vemos hoje, contudo, é apenas uma continuação de tudo o que temos feito. Isso acontece em todos os setores e se hoje temos um bom conhecimento do corpo humano, é porque outros deram um belo pé na bunda da ética e isso vem desde Da Vinci, quando ele pagava pessoas para lhe trazerem cadáveres para ele dissecar, sendo o inventor do atlas de anatomia.

Pesquisa científica e ética não estão relacionadas diretamente, pois Ética é uma concepção que varia de sociedade para sociedade. Cientistas são seres humanos e é para isso que comitês de ética supervisionam-os. Se não é perfeito, ao menos tentamos. O que não se pode é descambar para a total falta de escrúpulos, como foi o caso de Giovanni Aldini.

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Conquistadores Vikings trouxeram camundongos a tira-colo

Vikings foram o povo mais badass que eu conheço. Com eles não tinha essa de ser mais ou menos bonzinho pra te ferrar depois, eles já partiam pra porrada. Só que como grandes navegadores, seria inevitável uma troca, ainda que não tenha sido essa sua intenção. Entre elas estava uma família de camundongos, que acabaram sendo os pais de muitas espécies de roedores caseiros que, se dermos sopa, se mudam para nossas casas sem pagar aluguel.

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BBB microscópico: carrapato é “varrido” por um microscópio eletrônico

O preço da liberdade é a eterna vigilância e nem mesmo carrapatos estão livres para fazerem o que quiserem em pleno anonimato. Enquanto paparazzis ficam tomando conta da vida alheia e saber quem atravessa a rua de modo pensativo, cientistas preferem saber o que criaturinhas pequenas (e com QI semelhante ao de algumas subcelebridades) andam fazendo por aí e como elas se comportam mediante a observação num microscópio eletrônico.

Como os animais utilizados não são peludinhos nem fofinhos,  e sim carrapatos fedorentos da espécie Haemaphysalis flava, o pessoal Vegan não está nem aí e o PETA não deu a menor bola, afinal até mesmo eles acham que carrapatos são algo que só existe para sentarmos o sapato em cima.

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A melhor explicação sobre Seleção Natural em vídeo

Hoje, enquanto estava no serviço muito ocupado (usando a internet para ver besteira e reclamar da maldita Oi/Telemar por ter me deixado 2 dias com o telefone e Velox inteiramente mortos), acabei me deparando com um vídeo produzido pelo Carlos Ruas, do site religioso Um Sábado Qualquer (<=== sarcasmo). Nele, vinha uma bela explicação, simples e ilustrada, sobre os mecanismos da Seleção Natural. O que eu chamo de Seleção Natural for dummies. Veja a seguir:

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Do micro ao macro: uma viagem com escala de tamanhos

Nada é mais difícil de racionalizar do que tamanhos. Quando eu falo que meu irmão tem 1,90 m de altura, vocês conseguem ter uma ideia de quão grande ele é. Se eu disser que minha irmã “pesa” (sim, eu sei) 100 kg, vocês têm uma noção que ela é maior que meu irmão, assim como maior ainda será o número de ossos quebrados que eu terei quando ela ler este parágrafo. Entretanto, se eu falar da distância entre Rio de Janeiro e Quito (capital do Equador) e perguntar se esta distância é maior que entre Lisboa e Kiev (capital da Ucrânia) , teremos problemas, pois são distâncias que não conseguimos abstrair, nos reservando a comparar medições com números exatos.

Agora, e se jogarmos números que expressam tamanhos e distâncias, não só pequenas — como um mosquito ou um átomo de hidrogênio — mas coisas gigantescas, como o tamanho de estrelas massivas, a nebulosa Olho de Gato e até mesmo o Universo? Como fazer, então?

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Besouro que ataca cafezais tem gene de bactéria

Existe gente capaz de tentar me convencer que a Natureza é lindinha. Na verdade, é a coisa mais zoneada que existe. Claro, eu posso estar muito enganado. Se a Evolução existisse, veríamos coisas estranhas acontecendo, como dois seres vivos roubando material genético um do outro. Mesmo porque, o vírus da AIDS não existe. Não sei o que o pessoal da FIOCRUZ está fazendo lá, gastando rios de dinheiro com pesquisa?

O problema de afirmações assim esbarram no fato que a Natureza é tão sacana que pouco se importa com os “fatos”. Um perfeito exemplo é a larva do Hypothenumus hampei, também conhecido como broca-do-café[1] [2(PDF)] [3], que adquiriu a capacidade de atacar as pobres plantinhas, graças a um trecho genético adquirido de uma bactéria. (Mas evolução não existe)

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DARPA mostra seu guepardo-robô. Natureza ri

DARPA é acrônimo de Defense Advanced Research Projects Agency (Agência de Projetos de Pesquisa Avançada de Defesa). Quando os soviéticos saíram na frente lançando o Sputnik, colocando a língua pra fora, os polegares na orelha e balançando os demais dedos fazendo "bléééééé", Eisenhower montou na macaca, fulo da vida, achando que os EUA tinham que ter um centro de pesquisa melhor que os garotos de Nikita Khrushchov. Como contrariar presidentes nunca foi uma ideia sensata, a DARPA foi fundada e dela sai maravilhas tecnológicas para o campo de batalha (ou não).

Eles apresentaram recentemente um robô quadrúpede bem ligeirinho, uma espécie de guepardo-robô (em inglês, chamam Cheetah e é daí que vem o nome daquele salgadinho Cheetos). Pelo menos, ligeirinho para um robô.

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Alienígenas ameaçam a Antártida

Não estou falando, claro, de extraterrestres que vivem pendurados no telefone. A palavra "alienígena" não diz que o referido ser vivo tem que vir do Espaço, podem dar uma olhada em seus dicionários. Se bem que a classe dos alienígenas pode se sentir ofendida com isso e o Ministério Público Federal pode dar ordem para a supressão deste vocábulo.

O problema diz respeito a espécies invasoras, e elas podem influenciar (e normalmente no mau sentido) o ambiente para onde foram parar. No caso da Antártida, turistas e até mesmo pesquisadores estão contribuindo para um desequilíbrio ecológico, e isso pode ser feito com uma simples sementinha.

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O estranho mundo da melanina e seus efeitos

As pessoas dão tanta ênfase à cor da pele como se isso as fizesse especiais de alguma forma. Acho estranho as pessoas se dizerem orgulhosas por uma mutação genética que lhes deu um trecho do código genético capaz de produzir em maior ou menor quantidade de melanina, um acontecimento fortuito e que pouco tem a ver com questões sociais. Deixando isso de lado, vemos a melanina fazer-se presente em diversos seres vivos, fazendo-os adquirir tons superficiais que poderão determinar quem estará mais apto  para sobreviver em determinada região. Entretanto, também há o caso em que ela não está presente ou sua dispersão se faz de forma estranha. Costumamos nos referenciar a pessoas "normais" (notem as malditas aspas!) e as pessoas com albinismo; mas há outros estados e o mundo não é só preto-e-branco, se me permitem o trocadilho.

Acompanhe-nos em mais um capítulo do Livro dos Porquês e saberemos que aquela mecha que você julga sexy nada mais é que um desvio genético, uma anomalia.

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Grandes Nomes da Ciência: Ötzi

O homem exausto dá seus passos cambaleantes. Ele só tem minutos de vida. A dor e a exaustão cobrarão caro e sua vida estará acabada dali a instantes. Ele senta-se em frente ao monte Similaun, inala o ar enregelante e dorme, para nunca mais acordar. Muito, muito tempo depois seu corpo é descoberto e para espanto de todos, era o cadáver de um homem muito, muito velho. Mais velho que a Grande Muralha da China, mais velho que os mais fabulosos anfiteatros romanos, mais velho até que as grandes pirâmides do Egito. O homem batizado como Ötzi viveu quando grandes mamíferos ainda pisavam sobre a terra e dadas as condições em que fora encontrado, ele ficou cognominado O Homem do Gelo.

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