Sempre sonhamos com a vida em Marte. Só para vocês terem uma ideia de como Marte é presente em nosso imaginário, até a exibição do filme E.T. – O Extraterrestre, a maioria das formas de vida alienígena era chamada de "marciano" (a única exceção que eu conheço é o National Kid, que criou o termo "Inca", que é um termo totalmente sem sentido no Japão, mas os tradutores preferiram colocar Inca Venuziano por causa do conhecido Império Inca. Hoje em dia, podiam chamar de Inca, Maia, Asteca etc. que 90% nunca ouviu falar). Uma das missões da Curiosity é buscar algum indício de vida, de encontrar marcianos, mesmo sem ser idiota o bastante para esperar ver algum homenzinho verde.
Afinal, o que se precisa para encontrar DNA alienígena?

O
Fósseis são algo difícil de obter. Quanto mais velho, mais problemático de termos algo completo sobre um ser vivo que pisou por aqui há milhares de anos. Cacos são aproveitados para tirar o máximo de informação e mesmo assim muito se perde, mas o que se encontra é algo maravilhoso. Outra coisa difícil é encontrar vestígios de órgãos internos e muito, mas muito raro encontrar um cérebro, mas os pesquisadores conseguiram algo melhor: o mais antigo fóssil com cérebro já encontrado.
Quanto mais superior o ser vivo, menos capacidades legais ele tem. Salamandras, por exemplo, têm capacidade de regeneração, enquanto que as lagartixas apenas regeneram (e mal) suas caudas. No caso dos mamíferos, se perder um pedaço, já era! A não ser se você for um ratinho africano; nesse caso, você poderá ter alguma possibilidade de conseguir se regenerar.
Normalmente, quando falamos em "múmias" logo lembramos do Egito e seu querido
Todo mundo conhece mitocôndrias. Aprendemos desde o Ensino Fundamental que elas são responsáveis pelo fornecimento de energia da célula. O que pouca gente sabe é que ela não é natural de nós, e sim uma bactéria com DNA próprio, que passou a viver conosco por endossimbiose. Outro exemplo de endossimbiose é a relação das plantas com seus cloroplastos. Todas as algas eucariontes (que possuem membrana nuclear) também possuem cloroplastos. O interessante que estes cloroplastos são, na verdade, descendentes de antigas cianobactérias (algas azuis). Agora, descobriu-se que outro tipo de cianobactéria acabará se tornando organela também.
Vida de vassalo não é fácil. Enquanto vocês, dalits, ralam para conseguir algumas migalhas aqui e ali, xátrias como eu e o próprio Sidarta Gautama gozamos dos prazeres que a nossa casta fornece (esta sentença ficou esquisita). Assim como muito provavelmente não ascenderei ao trono hindu, por motivos mais do que óbvios, abelhas operárias morrem operárias, e o anseio de ascender socialmente e ser eleita rainha é totalmente nula,m mas isso não impedem que elas cheguem numa espécie de classe média abelhuda, onde podem desempenhar vários cargos numa colmeia.
O que mais fascina na Natureza é seu caráter repetitivo, se podemos assim chamar. É como ver e rever coisas em diferentes ocasiões, seguindo padrões que nossa tola imaginação preenche ou mesmo cria. Não que isso seja sempre errado, pois foi dessa criatividade que surgiram as grandes obras artísticas, onde pessoas talentosas exploraram suas percepções e as transformaram em magníficas e inesquecíveis obras de arte (falei "arte". Pichação e funk não são expressões artísticas e sim poluição).
Criacionismo é o tipo de piada que uma vez contaram num bar e o pessoal acreditou. Os idiotas que acreditaram não aceitaram que o cara que contou a piada dissesse que eles tinham sido trollados, então, para justificar suas imbecilidades, começaram a criar histórias fictícias, com citações fora de contexto. Desonesto, não? Pois, é, eu também acho. Alguém que segue um livro dizendo "Não prestarás falso testemunho" não deveria mentir feito um bando de desclassificados, mas é o que eles fazem.
Eu gosto de mostarda. Não essas porcarias de 2 merréis o frasco de meio quilo. Mostarda de verdade (recomendo a Dijon). Uma pequena quantidade na boca e o sabor pungente atinge a língua e a informação que chega ao cérebro é "Delícia!". Normalmente, o sabor é derivado da enzima mirosinase, que é o nome vulgar da tioglucosiidase, que decompõem tioglucosídeos em glucose e em isotiocianatos. Esses isotiocianato ativam o canal