Encontrado fóssil de cobra com 4 patas. Satã apronta mais uma

Todo mundo sabe que temos um sério problema com o mundo natural. Ele insiste em não seguir o que queremos que ele siga. O mundo, como sabemos, é fixista, e seres vivos não apresentam nenhum tipo de mudança, mas a droga do mundo insiste em inventar besteiras evolutivas para nos desviar do caminho santo. Os cientistas também não ajudam. Se eles só descobrissem coisas que estão constando nos livros religiosos, tudo seria mais fácil. Mas não! Eles têm que trazer à luz o que realmente acontece.

Aí, o que descobrem? Um fóssil de serpente, o mais astuto dos animais! E com 4 patas. Praticamente, um fóssil daquela desgraçada que fez Eva, a gulosa, comer frutos só porque emagreciam, para depois sair rastejando.

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Os mistérios da divisão celular acelerada e produção de anticorpos

Um dos problemas da Seleção Natural é que ela não existe. Se existisse, não teríamos como ter seres vivos estáticos. O problema é que ninguém avisou a esses seres vivos, porque eles insistem em continuar se reproduzindo, sofrendo mutações e sendo selecionados pelo ambiente. São seres vivos ateístas, que parecem não ter fé em Nosso Senhor.

Aí acontece que quando um desses desgracentos microorganismos invadem um corpo qualquer, eles começam a selecionar as melhores células que garantirá a sua perpetuação. Nisso, o corpo produz pequenos exércitos de anticorpos para "anticorpar" os lazarentos. O MST microbiológico é selecionado e os que tiverem melhores condições de sobreviver… bem, sobrevivem. Aí os anticorpos não têm como anticorpar os malucos do pedaço, e tratam de ajustar suas proteínas para que deem cabo. A questão principal nesse processo é: Como eles fazem isso?

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Lagostas, cores e as maravilhas da genética

Eu tenho um bocado de coisas que eu vejo noticiar que armazeno para ler depois. Então, vendo este monte de notícias sobre a façanha da New Horizon, sobre o que mais eu poderia escrever a não ser sobre… lagostas?

Sim, lagostas. Entendam, por que eu escreveria sobre Plutão se um monte de gente já está gastando tinta de monitor ao tacar os textos por aí? Fiquem com os artigos do Cardoso [1] , [2] e [3]. Eles são completos e eu não faria melhor de qualquer maneira. Prefiro falar de coisa que se mexe, faz KABUM! ou as duas coisas. No caso, falo hoje da coisa que se mexe, como a lagosta encontrada no Maine que tinha duas cores. Vira-casaca? Não, genética!

E este é um capítulo do LIVRO DOS PORQUÊS! (você leu isso com aquela minha voz sexy do vídeo).

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Terapia genética apresenta bons resultados contra fibrose cística

Fibrose cística é uma doença genética, hereditária, autossômica e recessiva, em que o gene que deu bug é transmitido pelo pai e pela mãe, já que não estamos falando do Gene X. Esta desgraceira, obra de um projeto inteligentíssimo, é responsável pelo mal funcionamento das glândulas exócrinas que produzem substâncias (muco, suor ou enzimas pancreáticas) mais espessas e de difícil eliminação. Os ductos pancreáticos são inundados pela secreção mais viscosa, o que impede as enzimas digestivas atuarem no intestino, acarretando má absorção de nutrientes, maior número de evacuações diárias e eliminação fezes volumosas, com odor forte e gordurosas. O fígado acaba sofrendo inflamação por causa do acúmulo de bile e se desgraça pouca é bobagem, o aparelho respiratório se ferra de vez, com o pulmão produzindo um muco espesso que pode obstruir as vias aéreas e virar um viveiro de bactérias.

2% da população mundial são portadores assintomáticos de mutações no gene associado à fibrose cística. Muitos indivíduos com fibrose cística morrem jovens, em torno de 25 anos de idade. As crianças são mais afetadas e a expectativa de vida é de, aproximadamente, 15 anos. Mas agora, quem sabe não poderemos ter a chance de resolver isso com terapia genética. Ou termos meta-humanos bem legais.

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Embrião de lagarto troca de sexo quando está calor

Qualquer criatura minimamente esperta sabe que a Austrália é que nem o Brasil: não é para principiantes. Fora quase toda a sua fauna ser venenosa (principalmente as australianas, notáveis fofoqueiras), qualquer coisa lá é perigosa, mesmo sem precisar de veneno, em que até o Batman entra pelo cano. Lá, o absurdo é corriqueiro, como é o caso desse nosso amigo aí do lado. Ele é o dragão barbudo, um réptil australiano. Como tudo que é australiano, é esquisito, só não é tão esquisito com a comida pseudoaustraliana do Outback.

Uma pesquisa sobre a vida selvagem da Austrália mostrou que dragões barbudos são capazes de trocar de sexo em meio ao calorão.

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Pesquisa indica nova forma de combater bactérias patogênicas

Todo mundo acha que o mundo acabará com o erguimento do Skynet ou o t-vírus transformando todos em zumbis. Eu discordo. O mundo acabará no Apocalipse Bacteriano. Todo mundo sabe que bactérias acabam desenvolvendo resistência a antibióticos, e isso é uma ameaça assustadora, nos dando de presente infecções mortais, como a tuberculose. Além do mais, os esforços para desenvolver novos antibióticos não estão mantendo o ritmo com esse crescimento da resistência microbiana, mas isso não está acontecendo de verdade. Estaria se Evolução existisse, mas isso não passa de mito.

Infelizmente, cientistas ateus satanistas que querem se casar com gays e dançar polka em cima dos doentes não levam isso em consideração e continuam pesquisando. E dessa pesquisa talvez venha uma solução de como mandar bactérias patogênicas pra vala, estragando o velório delas.

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Alga do mal se prolifera no Caribe fazendo festa e abalando geral

Não há nada pior que espécies invasoras. Não, nem mesmo o ser humano, apesar que este é enxerido mesmo e se mete em tudo. Uma espécie invasora é um ser biológico que acaba indo parar num nicho ecológico. Sem ter predadores naturais, o ser dos infernos acaba se espalhando desarvoradamente, causando desequilíbrio e mandando outras espécies pro saco (sou ótimo em explicações simples). Um desses casos é o mexilhão dourado, pesquisado pela Marcela Uliano.

Um grupo de pesquisadores estuda agora a ação de uma alga, uma ridícula alga que anda tocando o terror no Caribe, mesmo sem ser pirata, já que você não pode baixar por torrent.

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Evolução das patas de dinossauros e aves explicam as mudanças

Já estamos carecas de saber que Evolução não existe, é apenas um boato, um constructo social. O problema é que sempre esquecem de avisar a Natureza desses pormenores. Um exemplo disso são os claros indícios ligando aves a dinossauros. Não que eu fique feliz. Eu sempre imaginei meus dinossauros como sendo os malvadões da História da Terra, com aqueles lagartos gigantescos dominando a paisagem. Então, tenho que conviver com o fato que a larga maioria era quase da altura do meu joelho, tinha penas e quase cacarejavam.

Agora, uma pesquisa faz um estudo reverso, analisando os dedos das patas dos dinos e comparando-os com os das aves.

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Pesquisa estuda diferença entre nossos avôs e avós

Que diferença da mulher o homem tem? Espera aí que Australopithecus afarensis vai lhe dizer, meu bem. Foram esses nossos ancestrais (os mais próximos a serem parecidos com nós, ou nós parecidos com eles) que já traziam maiores diferenças de tamanho entre machos e fêmeas.

Agora, pesquisadores estudam as diferenças dismórficas entre machos e fêmeas dos A. afarensis.

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Chineses modificaram um embrião humano geneticamente. O que pode dar errado?

Esta semana veio a notícia que cientistas chineses modificaram um embrião humano geneticamente. Claro, vindo da China a gente abre o olho e fica com o pé atrás, dada a tendência de falsificar pesquisas de vez em quando [1] [2] [3].

Terapias genéticas nem são tanta novidade assim, mas é a primeira vez (se formos levar a sério a pesquisa xing-ling) que é feita diretamente num embrião. Mas, a pergunta que começa a martelar: É certo isso? O fim justificam os meios?

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