DNA da maior ave já encontrada foi sequeciado através das cascas dos ovos

aepyornis.jpgAlgumas pessoas acreditam em milagres. Feitos ditos como impossíveis e atribuídos a entidades mágicas. Mas a Ciência é a arte de fazer o impossível tornar-se possível. Se antes não sabíamos o que era responsável por cada uma das características dos seres vivos, hoje sabemos que é o DNA. Se antes não sabíamos como ordenar este DNA, hoje sabemos. Se antes não tínhamos como extrair o DNA de criaturas mortas há séculos ou mesmo milênios, hoje já podemos.

Não só isso, mas cientistas executam coisas que é impossível mesmo no ramo do impossível: a extração do DNA do pássaro pertencente ao gênero Aepyornis da família Aepyornithidae, família de aves extintas conhecidas por pássaros-elefante, aves-elefante ou vorompatras. Onde está o impossível? Os pesquisadores extraíram a informação genética de cascas de ovos do referido pássaro!

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Está decidido: Realmente foi um meteoro que extinguiu os dinossauros

Até agora havia uma certa dúvida sobre o tema, mas ao que parece, os cientistas chegaram a um consenso: a extinção dos dinossauros foi causada por um gigantesco asteróide que caiu na Terra. Cientistas responsáveis pela maior revisão dos estudos sobre a extinção dos dinossauros afirmam que podem confirmar que este impacto, na região do México, teria sido responsável pelo desaparecimento dos animais, há 65 milhões de anos. Há 30 anos, a teoria domina os estudos sobre os dinossauros, mas permanecia sem confirmação, com alguns especialistas afirmando que a extinção poderia ter sido causada por uma erupção vulcânica na Índia. Entretanto, uma revisão de 20 anos de estudos sobre o assunto realizada por um grupo de 41 cientistas de 12 países sugere que há provas suficientes não apenas para apoiar a teoria do asteróide, mas para descartar outras teorias vigentes sobre a extinção dos animais.

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Em pacto suicida, casal mata seus filhos para depois se suicidar

Eu sempre tenho que ouvir a mesma ladainha. Principalmente a Típica Justificativa Religiosa 71 (Por que os ateus pensam tanto em Deus) e a TJR 25 (Por que Cristo/Deus te incomoda?). Não, religiosos não possuem massa encefálica suficiente para discernir que não é Deus, ou Jesus ou a Jumenta de Balaão que nos incomoda. Não é a religiosidade, o sentimento e devoção ao divino, que irrita a nós, céticos (não necessariamente ateus). É a religião e seus efeitos que incomodam. A ignorância que vem e molda a mente das pessoas. Não apenas o cristianismo, mas qualquer atitude fanática que leva as pessoas a cometerem atos tresloucados, insanos, loucos e, por fim, assassinos.

Francisco Lotero, de 56 anos, e Miriam Coletti, de 23 anos eram argentinos. Moravam na cidade de Goya, sendo Lotero oriundo da cidade de Esquina (este é o nome mesmo da cidade). Por pura loucura fanática, o casal temia os efeitos do aquecimento global. Assim, eles mataram a tiros o filho de dois anos, balearam a filha de sete meses e se suicidaram no último sábado, dia 27/02.

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Tem início o ciclo de palestras Ciência às 6 e meia

Para você, que acompanha o Ceticismo.net, tem um QI acima da média, se interessa por ciência e não fica me xingando, tem início o ciclo de palestras Ciência às 6 e meia, promovido pelo SBPC/RJ.

Se você mora no Rio de Janeiro, poderá assistir ao vivo no Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas – CBPF, Auditório Ministro João Alberto Lins de Barros, situado na Rua Xavier Sigaud, 150 – Urca. Vocês podem ver indicações de como chegar ao local, com mapa e até coordenadas do Google Earth, no próprio site da instituição. Caso você não more no Rio e/ou é preguiçoso como eu, você poderáassistir por streaming, no seguinte endereço: mms://itv.cbpf.br/cienciaseisemeia (sim, você terá que assistir pelo maldito Media Player). Continuar lendo “Tem início o ciclo de palestras Ciência às 6 e meia”

Quênia soltará milhares de zebras para alimentar leões famintos

leão_zebra.jpgPois, é. O mundo é bem irônico às vezes. Sempre acabo ouvindo bobagens de pseudodefensores de animais falando que não podemos permitir que animais sejam privados, encarcerados, mal-tratados e servirem de almoço (hummm, o bife que comi hoje estava delicioso). Assim, temos que protegê-los, de modo a garantir que eles vivam felizes e saudáveis. (isso já começou a parecer comercial de ração para cães)

Qual não foi minha surpresa ao ler que o Serviço de Vida Selvagem do governo do Quênia iniciou uma operação, digamos, interessante, que trata de capturar e transportar 7 mil zebras e gnus para alimentar leões e hienas do Parque Nacional Amboseli, no sul do país. Afinal, leões precisam se alimentar.

Mas e o direito da zebra?

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Avestruzes pararam de voar quando os dinossauros desapareceram

avestruz.jpgDinossauros foram os dominantes supremos da Terra, há alguns milhões de anos. Sua presença afetou o processo evolutivo de outras espécies, já que aqueles seres que não estavam adaptados para fugir dos grandões, acabavam virando banquete. Em contraposição, com o sumiço dos dinos, quase todas as espécies de animais tiveram uma nova linha evolutiva que pudessem seguir. Dessa forma, aves como a ema e o avestruz dispunham de maior quantidade de alimento, acabaram tornando-se mais gordos e não tinham mais necessidade de voar, segundo pesquisadores australianos.

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Oásis artificiais podem transformar desertos em áreas verdes

Todo mundo sabe que “em breve” teremos um sério problema energético. As Leis da Termodinâmica impedem que tenhamos máquinas com 100% de eficiência, e a demanda de energia só tende a crescer. A luz solar é uma das melhores alternativas: Grátis (só a energia recebida; o aparato custa dinheiro, é claro), abundante e inesgotável pelos próximos 5 bilhões de anos, mais ou menos. Uma pergunta óbvia seria: Pombas, nos desertos tem sol o dia inteiro, praticamente todos os dias. Por que não aproveitá-la?

2010, o ano que faremos contato, talvez traga surpresas nesse campo, onde pesquisadores do Sahara Forest Project estudam novas tecnologias para o aproveitamento da energia solar.

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Ecolocalização: o fator que une morcegos e baleias

Se você já viu algum filme com submarinos, você deve ter ouvido falar do sonar. Submarinos não podem usar radares embaixo d’água, por causa do meio envolvente. Assim, usam algo melhor: ondas sonoras. A velocidade do som é diretamente proporcional à densidade do meio no qual ele se propaga; e é por causa disso que o som não se propaga no vácuo, pois o som é uma onda mecânica e não eletromagnética.

Antes do homem ter inventado aparelhagens que usam ondas sonoras para mapearem o meio à sua volta, morcegos e baleias dentadas já faziam isso, mas de uma forma um tanto diferente, mas não menos eficiente mediante às suas necessidades. Obviamente, alegarão que isso é um projeto “inteligente”, mas não me importo com gente que acha que tudo é perfeito, assim como vírus, bactérias e as mortes horrorosas que ambos podem causar. Enfim…

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Pesquisa indica que colônias de insetos funcionam como “superorganismos”

Nem todos puderam ver como funciona uma colmeia. Como toda colônia de insetos, ela funciona de modo muito semelhante a um organismo individual, onde cada membro da colônia age como se fosse uma célula, e um grupo dentro dessa colônia funciona como um órgão.

Colônias assim agem como se fossem um “superorganismo”, e isso não acontece só com abelhas, mas com formigas e outros insetos também, onde o comportamento cooperativo garante a segurança e manutenção otimizada, de forma a garantir a sobrevivência de todo o grupo. Como dito, trata-se de uma similaridade a um organismo vivo individual, onde o todo é muito mais que a soma das partes. Continuar lendo “Pesquisa indica que colônias de insetos funcionam como “superorganismos””

Combinação de argila e hidrogel poderá servir de “plastico ecológico”

argila_hidrogel.jpgAdoro definições. Vamos começar com algumas, antes de chegar ao prato principal. Dendrímeros são sistemas nanoscópicos com propriedades biomiméticas de proteínas globulares. Traduzindo para pessoas normais, dendrímeros são polímeros (ou, de uma forma mais leiga, plásticos) de tamanho bem, bem, beeeeeeeeeem reduzido, que podem ter estruturas semelhantes aos das proteínas (que são outros tipos de polímeros). Estes dendrímeros possuem muitas ramificações, mas acabam com uma aparência circular, de bolha, em outras palavras; daí o termo “globular”.

Muito interessante. E daí? Daí que vamos fazer “vai-e-vem” (não é este vai-e-vem, seus pervertidos) para explicar onde quero chegar, pois o tema é interessante e tem a ver com petróleo, plásticos, a mãe (Natureza) e o diabo a quatro.

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