Há mais de 64 milhões de anos, um pedregulhão do mal caiu no México, aterrorizando tudo o que morava ali mais do que a possibilidade do Trump ser eleito. A queda inflamou os céus, o impactou gerou uma onda de choque que varreu o planeta, a Segunda Lei da Termodinâmica fez o seu trabalho, e uma onda de calor percorreu o solo, assim como o calor da atmosfera que se inflamou. O terremoto gerou um imenso tsunami que lavou as pobres almas de tudo o que foi pela frente. Morte, dor e ranger de dinossauros assolaram o planeta.
Mas tudo tem um fim e um início. O fim dos dinos de oportunidade aos mamíferos e aqui estamos nós para contar esta história. Entretanto, surge uma dúvida: A partir de quando a vida começou a voltar ao normal?
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Nossos tatatatataravós, diferente de você, seu sedentário preguiçoso, eram aventureiros. Ou, como diria meu avô: “a barriga comanda as pernas”. eles saíram da África em busca de uma vida melhor e para escapar da fome. Infelizmente, eles não tinham bolsa-família, então tinham que ralar peito do local onde estavam o mais rápido possível, porque os bacuris estavam com fome. nessa empreitada, eles cruzaram o Mar Vermelho, foram parar na Ásia, e de lá rumaram para o mar, indo parar na Polinésia, enfrentando o Pacífico e seus temporais e tufões de vez em quando.
Eu me lembro do Molion e Felício, dois “cientistas” que defendem que Aquecimento Global não existe. Deles, o meu preferido é o Ricardo Felício, que disse que não existe camada de ozônio, o que prova que um país que não desenvolve tecnologia aeroespacial está fadado a ser visto como piada em outras partes do mundo, pois estará sabendo menos ainda que o João Neve.
Vibrio vulnificus é o nome dela. Essa pequenina bactéria é o demonho em forma de bactéria. Tendo sua íntima relação com o cólera, a Vibrio vulnificus tem uma peculiaridade nada legal. Ela ataca seus tecidos causando septicemia, pois vai devorando seus tecidos, o que pode levar à morte. Solução? Amputar o membro infectado antes que seja tarde demais.
Pseudomonas não são uma única espécie de bactérias, mas um gênero inteirinho delas. Eu poderia falar sobre serem bactérias gram-negativas e blábláblá, mas para isso existe Wikipédia, e se você não for pesquisar mais a fim de aprender sobre elas, tão-somente fica evidenciado sua preguiça. Eu tenho mais coisas para falar aqui.
Todo mundo ama soluções tidas como “verdes”. Parecem esquecer a velha máxima que não existe almoço grátis. Um exemplo são as usinas eólicas (você sabe… um cataventão gigantão que é movido pelo vento – duh! – e faz girar uma turbina, gerando eletricidade). Elas são um exemplo ótimo de geração de energia com fonte renovável (ventos, né?) e sem poluição nenhuma, certo? Errado! Já começa que aquela bagaça faz um barulho infernal, além de matar aves e morcegos. Poderia ser pior?
Equilíbrio natural é uma coisa delicada. Plantas, por mais que pareçam resistentes, são sujeitas a ações de intempéries, como secas prolongadas ou chuvaradas torrenciais. Aqui mesmo no Brasil, no semi-árido nordestino, plantas não sobrevivem muito por causa da imensa estiagem. Plantio, nessas condições, fica extremamente difícil, quando falta de água e excesso de Sol manda as genovevas pro céu das plantas.
Vamos direto ao ponto, pois detesto dourar pílulas: Seu cérebro é uma bosta e seus olhos, uma merda. Você pensa que eles são ótimos, mas isso é só porque você só tem eles. Se tivessem coisa melhor, trocariam na mesma hora. Alguns alegam que esses órgão são a prova definitiva de um projetista inteligente. Bem, se isso é o melhor que ele pode fazer, não estou minimamente impressionado.
Megafauna é o nome dado aos grandes animais, normalmente mamíferos, que existiram bem depois dos dinossauros. Na verdade, a maioria dos dinossauros nem era gigante, só alguns. O terrível velociraptor era pouco maior que uma galinha gigante. Muitas espécies dessa megafauna se perderam para nunca mais voltar, mas sempre temos seus parentes mais próximos, normalmente, herbívoros, e é por isso que são chamados “megaherbívoros”. Esses animais nos contam muitas histórias, não só sobre si mesmos, como sobre plantas das quais se alimentavam e como isso afetou parte do clima das regiões onde moraram.
Bactérias são um sucesso evolutivo. Demandam poucos recursos, alta taxa de reprodução e mutação e são capazes de resistir às provas determinadas por Darwin. Se uma cai, sempre sobra uma mais forte, que se multiplicará rapidamente, formando novas colônias e prontas para lhe ajudar ou ferrar seu dia de vez.