Pesquisadores revivem micróbios do tempo dos dinossauros, mas não reviveram, independente do que os jornais disseram

Não, cientistas não reviveram nada, já que o micróbio nem tava morto. E não, não o xinguem de micróbio do caralho. Ele não causa doença. Estava lá de boas no mundinho dele, e nem tem nada a ver com morcegos. Eles são anteriores aos morcegos. O que aconteceu foi que pesquisadores deram uma revirada em solo oceânico, coletaram amostras de argila e estavam lá os microbinhos queridos. Só isso, mas você vai querer saber mais, né? Diz que vai, anda! Preciso ter mais visualização no site.

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Os efeitos do CO2 nas águas do Golfo do México

Um dos grandes problemas da quantidade enorme de dióxido de carbono no ar é que ele vai pros oceanos. A boa notícia é que CO2 é pouco solúvel em água, e o pouco que se dissolve gera um ácido bem fraco. A má notícia é que isso é totalmente irrelevante dada a imensa quantidade de CO2 emitido, o que efetivamente causa acidez nos oceanos. Ok, seria pior se fosse SO3, mas a parte pior é que a poluição atmosférica também conta com óxidos de enxofre e nitrogênio.

Tomando por base o Golfo do México, pesquisadores estudam a taxa de acidificação das águas marinhas, com grandes quantidades de CO2 se dissolvendo cada vez mais no oceano aberto do referido golfo, com taxas semelhantes às medidas no oceano aberto do Atlântico e Pacífico.

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Areia, gafanhoto, coronga e brasileiros. 2020 tá ótimo!

Pessoal muito impressionável está tendo ataques de pelanca porque leram que alguns ventos fortes, daqueles bem quentes e intensos, sopraram no deserto do Saara e levantaram areia com tanta força que trouxeram aqui pro Brasil, dando aquela viagem maneira por milhares de quilômetros através do Atlântico.

Todo mundo em estado de alerta, mas . Os fortes ventos quentes sobre o deserto do Saara levantam areia nesta época do ano, assim como costumam levar a poeira por milhares de quilômetros através do Oceano Atlântico para as Américas. Este ano, o pó é o mais denso em meio século, com direito a redução drástica da visibilidade.

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Os mapas que mapeiam nossas andanças

Por onde caminha a humanidade? A rigor, não há um único lugar no planeta Terra que não tenha um vestígio da passagem de seres humanos, nem que seja um avião passando. Mas, de um modo geral, seres humanos ainda não pisaram em muitos lugares, ou até pisa, mas não com uma presença, digamos, “marcante”.

Diferentes pesquisas estudando o impacto humano no mundo acarretou a feitura de quatro modelos desenvolvidos de forma independente. Esses modelos determinam onde a humanidade deixa suas impressões digitais, cada uma usando diferentes indicadores de atividade. Com isso, ficamos sabendo de lugares que tem muito humano enxerido dando uns rolês, enquanto em outros lugares é na base do “até tem uns, mas nem é lá essas coisas”.

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Cogitando sob os céus do Atacama

Esbarrei com esse vídeo e me lembrei do Cogita. O Cogita é uma excelente pessoa no Twitter. Tão excelente que eu tenho vontade de bater nele só pela calma e tranquilidade que ele carrega, que por sinal me dá nos nervos! Me lembrei dele justamente pela viagem que fez pelo deserto de Atacama, um dos poucos bastiões da verdadeira noite escura, longe da civilização, luzes artificiais e gente escrota que possa incomodar a observação do céu.

Graças à umidade relativa do ar ridícula (tem regiões que não chove há séculos!), a noite é límpida, sem interferência, excelente para fotografias, filmagens e vídeos feitos com lapso de tempo, ou time lapse ou seja lá coo você chama.

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Das águas a outros planetas: A esperança de entender a vida

Como buscar vida em outros planetas sem nem saber como começar? A busca pela vida fora da Terra começa por entender a vida como a que surgiu aqui, por falta de parâmetro melhor. Com isso, a melhor saída é traçar um paralelo aqui na Terra ao analisar a vida aqui, em todos os cantos.

Para conduzir este tipo de estudo, um grupo pesquisadores estuda fumarolas brancas, emanações hidrotérmicas no fundo dos oceanos, de forma a entender os seres vivos que vivem por lá.

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Uma foto que deixaria o Monstro do Pântano com orgulho

Fotografia é a arte de escrever com luz. Literalmente isso. Algumas reações químicas só acontecem quando recebem quantidade de energia adequada, a chamada “energia de ativação”. Alguns processos podem diminuir esta energia de ativação; são chamados “processos catalíticos” e as substâncias usadas para isso são chamadas “catalisadores”.

Reações químicas que necessitam de luz para ocorrerem são chamadas “reações fotoquímicas”, dois exemplos disso são a própria fotografia e a fotossíntese.

Que tal se tentássemos juntar as duas coisas? Bem, um cara conseguiu.

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Um universo, várias vidas, uma história

Nossa história mescla-se com a história do Universo, porque fazemos parte do Universo. Começamos quando havia a singularidade e tudo começou a expandir, formando estrelas, sistemas, galáxias, mais planetas, mais estrelas, mais planetas e o nosso Sistema Solar, com os planetas e a nossa Terra, passando pelos éons do espaço-tempo, começando o surgimento da Vida, passando por dinossauros e até chegar em nós, quando começou a Aventura Humana e chegou nos dias de hoje

Este vídeo magnífico e profundo (apesar da trilha sonora ser chata) mostra esta história, ainda que de forma resumida. Discute nossa própria existência sem dizer nada, mas mostra o pior de nós, mas nossas conquistas também

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Microplásticos estão se espalhando pelo solo do oceano. E o canudinho do mal não tem nada a ver com isso

Plásticos são uma solução que se tornou um problema. Seus fragmentos, chamados “microplásticos” estão zanzando pelo oceano e, ao que parece, proibir sacolas de supermercado, canudinhos de refrigerante e copos plásticos não fez a menor diferença. Provavelmente, que a fonte de plásticos não é isso, mas todo mundo ficou com consciência tranquila de “fizemalgumacoisa”. Só que a quantidade de plásticos não para de crescer e já está formando um solo oceano por cima do solo oceânico, e isso vai dar muito, mas muito ruim!

Claro, isso também não é novidade, e apesar de se saber que os microplásticos permeiam o fundo do mar, os processos que controlam sua dispersão e concentração lá nas profundezas oceânicos são m mistério total. Sim, isso mesmo. Não se sabe direito o que ou como está acontecendo.

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Os segredos nitrogenados da atmosfera

Eu nem vou perder meu tempo explicando que nossa atmosfera é composta por 78% de nitrogênio. Todo mundo sabe isso, pois isso é ensinado no Ensino Fundamental. A não ser que você seja astrônomo formado no Brasil, aí é capaz de nem saber o que é ar, água e o Círculo de Fogo. Só tem um probleminha: esse nitrogênio teve que vir de algum lugar. De onde veio esta bagaça?

Nitrogênio é um gás, diferente do vapor d’água. Vapor é uma substância no estado gasoso que pode ser liquefeito aplicando pressão (a água se mantém em estado líquido mesmo em temperaturas acima de 100ºC dentro de uma panela de pressão porque, DUH!, está sobre pressão). Já os gases passaram a “temperatura crítica”, então, vai ficar aplicando pressão nele até amanhã. Volto a perguntar: de onde veio esta bagaça, e coo chegou na atmosfera?

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