Nada como a chegada do fim-de-semana! Pássaros cantando, sol brilhando e, se você não der muita sorte, um mar de lama invade a sua casa por culpa de um poder público retardado que não investe em infra-estrutura.
Deixando tais coisas de lado, o Império do Mal Vaticano mais uma vez dá o ar de sua graça sem graça, afirmando mais uma vez que a vida é sagrada, que aborto é crime hediondo e que quem não aceitar isso irá se entender com Satã. Nada de novo sob o Sol (que para eles ainda deve girar ao redor da Terra).
A Igreja Chatólica aparece mais uma vez vendendo sua ladainha irritante que a vida é um bem maior e merece ser defendida. Além disso, os toscos padrecos condenaram a fertilização artificial, a pesquisa de células-tronco embrionárias, a clonagem humana, as pílulas anticoncepcionais e até anti-gripais, posto que Vírus também são seres vivos (e mais inteligentes que os Pedófilos de Cristo). Continuar lendo “Vaticano condena células-tronco e clonagem”

Os judeus estão aguardando, pois eles são pacientes. Uma das coisas que eles mais aguardam (e, para eles, a mais importante) é o advento do Messias.

Boa Taaaaaaaaaaaaaaaaaarde,
Engenheiros americanos costumam usar a gíria “kluge” ao se referirem a soluções improvisadas para problemas em projetos. A falta de iluminação numa casa nova pode rapidamente ser resolvida, por exemplo, com um fio desencapado, uma lâmpada velha, uma extensão e esparadrapo. Esse tipo de gambiarra, diz o psicólogo Gary Marcus, da Universidade de Nova York, é também a melhor analogia para descrever a mente humana.
Panderichthys é largamente reconhecido como a forma transicional da evolução dos tetrápodes (sabe como é, né… aqueles fósseis transicionais que os criaBURRIcionistas alegam que não existe). Um belo espécime lindamente preservada para horror de toscos que ainda têm a esperança que o mundo apareceu do nada foi encontrado em 2005.
Astrônomos de um instituto alemão conseguiram captar “ecos de luz” da explosão de uma supernova observada pela primeira vez da Terra há mais de 400 anos para tentar solucionar o mistério que existia desde então entre os cientistas para descobrir a origem daquele evento.
Os primeiros 700 milhões dos 4,5 bilhões de anos de vida da Terra são conhecidos como “período hadeano”, em referência a Hades ou, para deixar de lado o nome grego antigo, o inferno. O nome parecia se enquadrar bem à percepção comum de que a Terra em seus primórdios era uma paisagem seca, quente e desolada, entremeada por mares de magma, ambientes incapazes de sustentar vida. Ainda que algum organismo tivesse surgido, teria em breve sido extinto pela conflagração gerada pelo choque de um dos gigantescos meteoritos que colidiram com o planeta na era em que o jovem Sistema Solar estava ainda repleto de detritos.