ESO é o acrônimo de European Southern Observatory (Observatório Europeu do Sul). É uma organização formada por vários países europeus e o Brasil. Seu alvo está a parsecs de distância, nas estrelas mais distantes. O ESO visa a pesquisa astronômica, sendo financiado por 14 países, onde os Estados-membros são: Alemanha, Áustria, Bélgica, Alemanha, Espanha, Finlândia, França, Itália, Países Baixos, Portugal, Reino Unido, República Tcheca, Suécia e Suíça. O Brasil entrou pela porta da cozinha e o Chile serve de despensa.
Boa parte dos maiores e mais importantes telescópios do mundo foram construídos e são operados pela ESO, como o Very Large Telescope (VLT) e o ALMA. Muitas descobertas foram feitas pelos equipamentos do ESO, como o planeta Gliese 581c. Agora, a meta é a construção do E-ELT, European Extremely Large Telescope (Telescópio Europeu Extremamente Grande), e a participação de empresas brasileiras parece estar assegurada. Será que não vimos isso antes?

É, tem sido um bom descanso das loucuras do mundo. Quase 2 meses desde o último Voz dos Alienados. E quando eu penso que os idiotas de plantão tomaram vergonha na cara e me deixaram em paz (salvo os adoradores da chaleira maluca que seguem a religião vegan), lá vem as amostras grátis de besteiras em quantidades homeopáticas. Poucos, mas toscos. Bem, sem muita delonga, mais uma postagem da sua, só sua e sempre sua — pois eu não quero estes idiotas na minha casa — : VOZ DOS ALIENADOS!
Você está no ar. O homem a pegou, rodopiou e a jogou pra cima. A gravidade para por poucos décimos de segundo, e você está livre no ar, como os pássaros. As forças gravitacionais param de agir por instantes, porque as forças que a impulsionaram para cima compensaram. Você está livre! O homem embaixo ri e você se delicia, olhando para o mundo do alto; e ainda que esteja prestes a despencar de volta, podendo cair no chão e virar um amontoado de ossinhos quebrados, não teme mal algum, pois nenhum pai deixaria sua filha cair no chão e a criança tem plena confiança naquele adulto risonho.
Estava aqui dando uma olhada no meu RSS, que anda lotado de coisas que eu não li. No mais das vezes eu defino como "lido" mal passando os olhos pelo título. Quando eu vi que o pessoal do Ateus do Brasil postou um artigo dizendo que um determinado estudo apontou que indicava que o
E no doce mundinho de Qward, no Universo de Anti-matéria, as coisas que já eram estranhas acabam se mostrando mais bizarras ainda. Se por um lado os serviços públicos costumam ser ridiculamente precários, toscos, mal feitos e criminosamente ineficientes, pelo outro é pior ainda.
Todo mundo sabe que bruxaria, mandinga, despacho, sessão de descarrego, velas e rezar para um deus que não-é-deus-de-verdade é coisa do Diabo. Pergunte a qualquer crente fanático. Pelo visto, trabalhos escolares devem entrar neste rol, como foi o caso de um colégio municipal em Campinas, onde inteligentíssimos pais acham que aquilo é
Imagina que você, um pobre insetinho, está parado e — de repente, não mais que de repente — um monstro surge na sua frente dizendo braaaaaaains. Imagine as pobres criaturinhas pequenininhas, cheias de pintinhas, com 6 perninhas, 2 anteninhas e 4 asinhas AGINDO COMO UM FANTOCHE! Cadê o PETA que não vê isso? Onde estão os éticos vegans que fazem tudo de melhor (incluindo se deliciar com pepinos, cenouras e outros vegetais de duplo sentido)? Mas a Natureza está pouco se importando para com vocês, MUAAAAAHAHAHAHAHAHAHAH. Ela quer fazer o que faz todas as noites, todos os dias, toda hora e todo instante: Ela domina o mundo e ninguém pode escapar, MUAAAAAAAAAAHAHAHAHAH.
Sim, eu sei. Parece notícia do 
É interessante como as coisas perdem seu significado primaz com o passar do tempo. Se antes uma ação, movimento ou simplesmente um utensílio começou para ter um determinado fim, depois de certo tempo tais coisas adquirem uma nova utilização (ou nem tanto), acabando por ser muito diferente de quando começou. Um exemplo seria o Viagra, que foi desenvolvido para problemas cardíacos e terminou por ser a felicidade de muita gente, mas por outros motivos.