MEC de novo aprontando das suas. Tinha sido divulgado nos meios de comunicação que o MEC tinha expedido um email solicitando que colégios perfilassem seus alunos para cantar o hino nacional e que os diretores filmassem o acontecimento. Eu achei esquisito, ainda mais que jornaleiros não gostam muito de postar fonte, mesmo quando é fonte oficial. Exortando meus vassalos a abrir o CSI Twitter, descobri (obrigado, Limão) que o comunicado era verdadeiro, pero no mucho.
Afinal, o que aconteceu? (sim, é pra você continuar lendo sem ser na página principal. Me processe).

A rigor, Nada. Mas pessoal ainda acredita na bondade do YouTube. Sim, eles realmente estão removendo as monetizações (e não propaganda) de vídeos que promovem conteúdo anti-vacinação, citando a proibição de material “perigoso e prejudicial”. O Tubo foi lá nas empresas que anunciam em canais de anti-vaxxers para dar aquele toquezinho camarada. Obviamente, você é burro e comprou esta ideia, né? Se comprou, não se preocupe, você não foi o único.
Lixo espacial é um problema. Desde foguetes até uma
Shameema é uma millenial, e millenial só faz merda. Como sabemos, jovem tem que acabar, mas a vantagem de gente como a Shameema é que eles mesmos dão um jeito de se auto-acabar. Shashá, por exemplo, meteu a louca e cismou que tinha que ser soldado do ISIS, malvadona e se mudou do Ocidente decadente e povoado por infiéis para um lugar excelente para constituir uma vida de aventuras: A Síria. Por algum processo que não me entra na cabeça, ela achou que isso era uma atitude inteligente, e, bem, não era. O caldo engrossou lá, deu muito ruim, e agora ela quer voltar para a Inglaterra para ter seu terceiro filho, antes que ele tenha o destino dos outros dois anteriores e possa sobreviver.
Uma das propostas do atual governo democraticamente eleito (para meu eterno divertimento, já que um sujeito que tinha 8 segundos de TV conseguiu ser eleito graças a um monte de imbecis que o divulgaram de graça) é alterar o estatuto do desarmamento (Lei 10.826/03) para flexibilizar possuir e portar uma arma (ou seja, manda o estatuto do desarmamento pra vala). Eu acho que brasileiro é psicopata por natureza e se por causa de um sujeito com a camisa do time errada já dá muito ruim, imagina pessoal podendo andar armado, seja com um fuzil, um liquidificador ou mesmo um guarda-chuvas. entretanto, eu moro no Rio de Janeiro e… bem, é isso, eu moro no Rio de Janeiro. Isso já deve ser sinal de algo. Eu acho que pelo menos, as pessoas poderiam possuir armas não-letais, como spray de pimenta, taser (aquela maquinha que faz BZZZZZZZT e te dá um chocão) e aquele bastão retrátil que aparece em filme.
Eu já postei várias vezes sobre a Fundação Cacique
Ethan Hauschultz era um bom menino. Ele tinha 7 anos e tinha a feição de ser uma criança boa, amiga e gentil. Infelizmente, Ethan era uma criança apenas e isso foi o que lhe sentenciou à morte. Foi amarrado, surrado, espancado e enterrado vivo num caixão na neve. Ethan morreu de hipotermia.
Tá todo mundo tendo ataque porque a guria que foi nomeada coordenadora-geral de formação de professores da recém-criada Secretaria de Alfabetização do MEC é formada em Direito, com um TCC tosco sobre homeschooling, e é exatamente sobre ser defensora de dar aula para as crianças em casa que ela ganhou este cargo. Eu sinceramente não vi nenhum problema quanto a isso, quando até agora colocavam pedagogas, que entendem tanto de Educação quanto astrólogo entende de nebulosas espirais.
Existe uma expressão em voga chamada “preconceito do bem”. É aquela discriminação marota que não é discriminação se for favorável a determinada etnia, gênero ou orientação sexual. É como dizer que todo homem é um estuprador em potencial, mas se você diz que mulheres são interesseiras é crime capital. É o pessoal que anuncia direto vaga de emprego para determinada etnia e quando você aponta que é preconceito, lhe xingam.
2000 anos de Medicina nos preveniu várias doenças e aumentou nossa expectativa de vida para cerca de 70 anos (no início do século XX era de 40. Há 1000 anos era de uns 15 anos, e aos 12 você já estava pedindo pra morrer). Erradicamos várias doenças, fazemos microcirurgias, muitas vezes só com uma pequena incisão, não deixando nem cicatrizes. Mas aí chega o século XXI e temos o que? Um bando de millenials que cismaram que o bão mesmo é ter filho com parteira. Péra, parteira não. Parteira é coisa de pobre. Eles chamam “doulas” (é uma parteira hipster).