O FDA (Food and Drug Administration ou uma espécie de ANVISA dos EUA) resolveu fazer uma coisa que o Brasil muito provavelmente não fará: bater duro nesta palhaçada de homeopatia. O órgão divulgou ontem um esboço de normativa (PDF) que meterá quente naquele lance de vender água como se fosse remédio, sem nenhuma comprovação científica. Acho até justo. Se querem ser reconhecidos como Ciência, vamos pro terreno pedregoso que é ter um medicamento sendo aprovado. E isso significa aplicação das normas de fabricação, marketing e segurança para os produtos homeopáticos. Vai que a pessoa morra afogada de tanto tomar?
Pessoal da água pur… digo, da Homeopatia achou maneiro, mas acabaram ficando com o uraneto de carbono na mão, pois agora o FDA vai exigir padrões de feitura dos medicamentos, e isso será hilário
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Alunos são muito criativos. Normalmente, esta criatividade é pro mal. Eles encontram a mínima brecha e a explora sem dó nem piedade. Isso vale não só para a criancinha de Fundamental 1, como aluno de universidade (e principalmente estes) também. Atualmente, está muito fácil defender TCC, dissertação de mestrado ou tese de doutorado, pois, pessoal se tocou, que pode usar o lacre ao seu favor que ninguém contrariará, ou serão taxados de preconceituosos, racistas, heteronormativospirocopressor do cacete a quatro.
Em junho eu tinha aceitado o desafio do arroz. Alguns idiotas acham que só colocar palavras de amor e compreensão deixam o arroz num pote intacto, mas se você colocar xingamentos e ofensas, o arroz fica nojento.
A ALERJ, Assembleia Legislativa do Rio, que para presídio só falta colocar as barras e os deputados efetivamente irem para lá algum dia, derrubou o veto do governador Big Foot. Assim, fica-se proibida utilização de animais para testes de produtos de cosméticos, valendo para todo estado do Rio de Janeiro. Claro, ninguém disse como farão os testes. Eu sugiro que, já que não se pode usar animais, que se use seres vivos mais baixos na escala evolutiva, como fungos, esponjas ou políticos.
Toda vez temos que lembrar o lixo que as atuais produções acadêmicas. Estamos nos últimos lugares de todos os exames educacionais em nível internacional. Nossa Academia é um lixo promovida por lacradores ou pessoas que realmente querem trabalhar a sério, mas não tem verbas. Nesse meio termo temos os centros universitários particulares que, como toda entidade particular de ensino, se baseia no “pagou, passou”. Isso leva a situações tristes como ver TCC (Trabalho de Conclusão de Curso) feitos sobre meme de Internet, aplicativo de celular e cabelo crespo.
Eu sei, vocês virão me xingar. Ainda mais porque não conhecem o conceito de aspas. De qualquer forma, este foi o título de um panfleto que uma mãe imbecil distribuiu colocando em caixas de correio ao longo dos Estados Unidos, é um título chamativo, estridente e com um texto apelativo e aterrorizante!
Sotillo de la Ribera é um pseudomunicípio localizado na província de Burgos, Espanha. Ele é praticamente um vilarejo com a ridícula taxa populacional de 598 habitantes, praticamente um condomínio na Barra da Tijuca (embora alguns tenham uma população maior que isso). Nesse lugar legal que nem eu nem você queremos morar tem uma igreja chamada Santa Águeda. Lá, há muitas peças bem antigas, já que a própria igreja é do século XV. Nela, há uma estátua de Jesus Cristo del Miserere, feita de madeira, datando do século XVIII. Miserere é uma palavra latina porque nesta cidade há uma tradição de cantar o Miserere nas sextas-feiras, que nada mais é que o
Eu sou do tempo que quando queriam fazer algo sem efetivamente fazer nada iam rezar. Aliás, esta técnica ainda é usada até hoje. Claro, em tempos de redes sociais, isso mudou. Agora temos o “precisamos falar de XYZ” (só isso. Ninguém fala nad; e se falar, saem palavras vazias). Também tem as petições online. Um monte de assinatura e pronto, resolveu-se. SQN! Então, seguindo os moldes de grandes iniciativas tipo o Viva Rio, que pretende discutir a miséria da população passeando pelo calçadão de Copacabana, inventaram de fazer uma Marcha Pela Ciência.