E no doce mundinho louco, conduzido pela insensatez humana, o nosso querido e amado papa Chico Beto XVI solta mais um exemplo estúpido de sua capacidade incrível de falar besteiras. Dessa vez, em visita à Inglaterra, o papa piadista resolveu dar uma de Tiririca e soltou sua verborragia, onde a cereja do bolo foi comparar ateus com os nazistas, provando que Godwin é único e definitivo.
Trazendo mais uma amostra das abesteiras vaticanianas, esta é sua SEXTA INSANA! Continuar lendo “Papa associa ateísmo ao nazismo”

Este é o vigésimo artigo em que coloco as maluquices, ameaças e despaupérios que um bando de lunáticos escreve nos posts ou diretamente para mim. Fico até pensando que esse pessoal escreve assim de propósito, pois parece que ninguém pode chegar a tamanho grau de idiotice e estupidez. Mas sempre relembro que o mundo é doido mesmo e trolls são criaturas. Peguem suas pipocas, coloquem os guaranás no copo, não esquecendo do gelo, e acomodem-se nas poltonas, pois entraremos no fantástico mundo de Bobalhões.
Um dos mais discutidos temas das religiões é o que trata das decisões de Deus e nosso papel enquanto humanos. Qual o grau de liberdade que temos? Podemos fazer qualquer coisa que tenhamos vontade? A vontade suprema reina sobre nós? Mas qual vontade é essa que ninguém apareceu? Muitos se dizem emissários de um deus único e que todos os demais são falsos. Como saber Qual é o verdadeiro deus? Como agir segundo as normas dele? Mas ele nos deu a liberdade de escolhermos as coisas, porque ele nos pune por coisas que não sabemos, já que ninguém nos avisou? Neste artigo eu demonstro que o conceito de livre arbítrio não existe no mundo religioso e a verdadeira liberdade só existe quando nenhum tirano nos impõe regras e, pior, nos pune por coisas que nem sabíamos existir.
Sempre circula por emails, ou em comunidades, fóruns ou em blogs a mesma ladainha de sempre, trazendo um monte de personalidades famosas com frases dúbias que “provam” que Deus existe. Tudo na linha do “Newton acreditava em Deus, logo Deus existe”. Isto chega às raias do absurdo ao declararem que Einstein acreditava em Deus (quase) e que era cristão (completa mentira). De fato, Einstein chegou a acreditar em Deus, só que ele era JUDEU na mocidade, até ficar totalmente cético quanto à existência do Hippie Galileu. Assim, como não poderia deixar de ser, as criaturinhas de notocordas atiçadas vivem pregando aos 4 ventos que Stephen Hawking “provou” que Deus existe. O problema é que nosso amigo físico deu um banho de água gelada e ainda jogou cubos de gelo em cima da crentalhada ao afirmar em seu mais recente livro que o Universo não precisou de Deus para ser criado. Ô Glória!
Taí uma coisa que volta e meia me vem à mente, principalmente quando meu telefone ou conexão com Internet dá pau e eu preciso de ajuda que só pode ser obtida por meios mágicos e completamente incognoscíveis para meros seres humanos. Assim, apelamos para ajuda divina dos suportes e estes parecem que tiveram aula com o Mestre dos Magos, dada a quantidade de mensagens herméticas que nos dão. Enfim, se as religiões fossem como essas companhias, o diálogo seria mais ou menos assim:
A essas alturas, o Twitter anda pegando fogo. Bem, ele sempre pega fogo, já que há muitos desocupados que vivem espalhando suas revoltas com todos. Essa em particular foi contra o jornalista Datena, porque, na visão dele, ateus são seres malévolos, responsáveis por tudo de mal que há no mundo, desde a criminalidade até caso a sua colheita seja vítima de pragas e a Baía da Guanabara se encha de sapos e a água vire suco de cebola. Assim, os fantásticos revoltadinhos fizeram mais uma de suas incríveis façanhas e usaram seu poder e gloria para contraatacar: criaram uma tag no Twitter CalaBocaDatena.
Pessoalmente, eu sempre achei que a vontade de alguns ateus, neo-ateus e aborrecentes revoltadinhos de se “desbatizarem” é mostra de idiotice. Como coisa que batismo lhe obrigasse a seguir todos os preceitos do Império do Mal Vaticaniano. Se fosse assim, os padres seriam os primeiros a respeitar o mandamento “Não conspurcarás o rabo alheio”. Ok, eu sei que isso não é um mandamento, mas seria uma tradução da parte do “Não cobiçarás a mulher do próximo”. Mas, claro, isso não seria extensivo aos meninos. Bem, melhor deixar estas elucubrações de lado.