Não há nada melhor que filmes de terror. Ainda mais quando você vê outra pessoa berrar de medo e quase subir pelas paredes de pânico, a ponto de passar a noite em claro. Isso, obviamente, se você não mora com essa pessoa, caso contrário você não dormiria também.
Mulheres são fortes, aguentam dores incríveis de todas as maneiras. Desde rituais de auto-mutilação, como fazer as sobrancelhas, até o parto (maldita ancestral faminta!), mulheres aguentam muito mais dores que homens; mas, em compensação, possuem a tendência de fugirem de seres demoníacos, como aquelas baratinhas que aparecem no ralo do banheiro para dar um "olá". Um estudo recente demonstrou que, em geral, mulheres se assustam mais do que homens quando assistem filmes de terror, porque nós, cabra-machos, somos mais menos propensos a antecipar as cenas assustadoras.
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Lembre-se disso: O livro Philosophiae Naturalis Principia Mathematica, de Isaac Newton, foi publicado em 1687.
Eu sempre que posso ofereço aos meus leitores uma possibilidade de ler o artigo de duas formas: a rápida e a acurada. Se você é daqueles
Uma das maravilhas químicas que aconteceram na Terra, ao meu ver, foi quando o oxigênio passou a existir na atmosfera. Até então, apenas bactérias anaeróbias, fungos e alguns toscos que caem de paraquedas aqui poderiam “respirar”. Quando eu falo de “respirar” não quero dizer estufar o peito e encher os pulmões de ar, já que há cerca de 3 bilhões de anos ninguém tinha pulmão, nem mesmo sapos tinham e por motivos óbvios. Aos poucos, isso foi mudando, até chegarmos na maravilhosa mistura de oxigênio e nitrogênio que temos hoje; entretanto, novas pesquisas indicam que o aparecimento do oxigênio pode ter acontecido antes do que se imagina. Saberemos mais sobre isso com o Livro dos Porquês.
É, tem sido um bom descanso das loucuras do mundo. Quase 2 meses desde o último Voz dos Alienados. E quando eu penso que os idiotas de plantão tomaram vergonha na cara e me deixaram em paz (salvo os adoradores da chaleira maluca que seguem a religião vegan), lá vem as amostras grátis de besteiras em quantidades homeopáticas. Poucos, mas toscos. Bem, sem muita delonga, mais uma postagem da sua, só sua e sempre sua — pois eu não quero estes idiotas na minha casa — : VOZ DOS ALIENADOS!
Você está no ar. O homem a pegou, rodopiou e a jogou pra cima. A gravidade para por poucos décimos de segundo, e você está livre no ar, como os pássaros. As forças gravitacionais param de agir por instantes, porque as forças que a impulsionaram para cima compensaram. Você está livre! O homem embaixo ri e você se delicia, olhando para o mundo do alto; e ainda que esteja prestes a despencar de volta, podendo cair no chão e virar um amontoado de ossinhos quebrados, não teme mal algum, pois nenhum pai deixaria sua filha cair no chão e a criança tem plena confiança naquele adulto risonho.
Pois, é. Mais uma daquelas notícias em que uma interjeição da linha "que merda!" é mais do que acertada. Você pode sequer desconfiar, mas o ato de fazer o "número 2" pode ser um ato assassino, onde os defensores dos animais – os éticos vegans – gritam (O Horror! O Horror!) até que são silenciados subitamente. E tudo isso por causa de uma coisa que não existe: a Evolução por Seleção Natural, onde micro-organismos que estavam felizes e plenamente adaptados ao seu habitat preferido (no saco, o seu cocô), acabam adquirindo a capacidade de viver em outro ambiente. E nem sempre isso é legal com os moradores antigos.
Já cansei de dizer o quanto o projeto "inteligente" nos deu ferramentas tão vagabundas quanto nossos olhos e cérebros. Vemos o que queremos, ouvimos o que queremos e
Uma das coisas que eu mais gostava nas histórias do Super-Homem (apesar de eu achá-lo um herói totalmente sem graça, a ponto do Batman ter que meter a porrada no manezão afim de mostrar quem manda na parada) eram os cristais de memória, que serviam como um "pendrive mais estiloso". Eu mesmo queria ter um treco daqueles e achava, em minha tola crendice infantil, que o futuro traria bibliotecas com aquele formato. Tempo passou e o futuro que imaginei não veio… Ou quase.
Li hoje uma postagem do Meio Bit que me fez me auto-xingar a mim mesmo (sic) muito. Nem precisei do Twitter. Era a história de dois garotos nos idos de 1957 que corajosamente (ou inocentemente, o que não faz diferença) escreveram ao