O milagre colorido da Taça de Licurgo

Havia artistas de mão extraordinária nas oficinas da Roma Antiga. Seus artesãos faziam joias, esculpiam figuras minuciosas e davam ao vidro uma delicadeza que ainda hoje prende o olhar. Algumas dessas peças chegaram até nós e permitem acompanhar, nos detalhes, a paciência e o domínio dos materiais de quem as criou. Uma delas é a Taça de Licurgo.

Guardada no Museu Britânico, as figuras e videiras esculpidas nesta maravilha da tecnologia antiga formam uma trama delicada em torno do recipiente, como uma renda esculpida em vidro. O trabalho já bastaria para admirar seus criadores. Mas a peça tem outra característica que faz seu esplendor mudar conforme a luz. Continuar lendo “O milagre colorido da Taça de Licurgo” →

Por que a noite é escura?

As perguntas mais simples são as mais complicadas de responder. As respostas em si até são simples, mas demanda certa abstração. Quando adultos, nos acostumamos a certos “fatos” da vida. O Sol brilha de dia, a Lua aparece de noite. O Sol é responsável pelo dia, por causa do brilho intenso e fim, acabou. Mas porque a Lua não tem dia claro, se é iluminada pelo Sol? Crianças não têm pudor de perguntar coisas simples, mesmo que nos pareça idiota. Nenhuma pergunta é idiota se é movida pela curiosidade. Mas, afinal, o que a noite, padres e a evolução do Universo tem a ver com o dia claro?

Olhando para o Céu Azul, inspiro-me em mais um capítulo do Livro dos Porquês!

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Uma última luz

Hoje é ante-véspera de Natal. Isso me traz memórias. Memórias de coisas que não acontecerão de novo. Memórias que tiveram seu momento único. Aliás, cada dia é um evento único, algo a ser recordado. Algumas coisas ruins, algumas coisas boas. A recordação é inerente a nós. Animais também tem memórias, mas só seres humanos tem completo entendimento do que o que foi recordado significa.

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Guia para viajar à velocidade da luz

Muitas pessoas sonharam em dar aquele rolé no Espaço interestelar. Já pensou em fazer aquela viagem maneira entre planetas e galáxias? Eu acho uma ideia pra lá de incrível! O problema é que é tudo longe. Então, a saída seria andar rápido, bem rápido, muito rápido. O mais rápido que se pode viajar é na velocidade da Luz.

Mas como seria esta viagem?

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Um retratinho mágico do Sol

O Sol é uma estrela fascinante. O mais fascinante do Sol é ser uma estrela e estar bem próximo de nós, sem nos queimar de forma horrível. Por isso, podemos apreciá-lo, observá-lo, estudá-lo e, claro, admirar as maravilhas que só uma bolona de átomos sendo fundido a milhões de graus celsius poderia proporcionar. É um mundo só seu, sem ninguém pisar lá ontem, hoje e provavelmente pelo resto dos seus 5 bilhões de anos que ainda lhe restam.

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Uma foto que deixaria o Monstro do Pântano com orgulho

Fotografia é a arte de escrever com luz. Literalmente isso. Algumas reações químicas só acontecem quando recebem quantidade de energia adequada, a chamada “energia de ativação”. Alguns processos podem diminuir esta energia de ativação; são chamados “processos catalíticos” e as substâncias usadas para isso são chamadas “catalisadores”.

Reações químicas que necessitam de luz para ocorrerem são chamadas “reações fotoquímicas”, dois exemplos disso são a própria fotografia e a fotossíntese.

Que tal se tentássemos juntar as duas coisas? Bem, um cara conseguiu.

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Uma foto que deixaria o Monstro do Pântano com orgulho

Fotografia é a arte de escrever com luz. Literalmente isso. Algumas reações químicas só acontecem quando recebem quantidade de energia adequada, a chamada “energia de ativação”. Alguns processos podem diminuir esta energia de ativação; são chamados “processos catalíticos” e as substâncias usadas para isso são chamadas “catalisadores”.

Reações químicas que necessitam de luz para ocorrerem são chamadas “reações fotoquímicas”, dois exemplos disso são a própria fotografia e a fotossíntese.

Que tal se tentássemos juntar as duas coisas? Bem, um cara conseguiu.

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Os segredos da prata como remédio milenar desvendados

Há milênios, sabe-se que o uso de prata ajuda no combate a infecções, mesmo antes de se saber o que era bactérias, filhas de mães de moral duvidosa ou micróbios que ficam atrasando o trabalho. A prata metálica era conhecida pelos caldeus em 4.000 AEC, e era o terceiro metal conhecido mais usado pelos antigos, depois de ouro e cobre. Ao longo desses milênios, a prata tem sido usada para inúmeras condições médicas.

A prata foi usada como recipientes para líquidos, moedas, aparas, folhas, suturas, soluções e sob a forma de colóides. Colóides elétricos de prata, por exemplo, tornaram-se o principal suporte da terapia antimicrobiana no início do século XX, até a introdução de antibióticos no início da década de 1940. O que não se sabia até então é: por que ela tem ação antimicrobiana.

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Um corante do passado ajudando na ciência do presente

Esta aqui do lado é Nefertiti. Ela foi a esposa real (nos dois sentidos) de Akhenaton, rei da 18ª Dinastia. Foi uma das dinastias mais ricas, prósperas e poderosas do Egito. Depois que Akhenaton morreu, o trono deveria ir para o filho Tutancâmon. Só que o moleque ainda era pequeno e Nefertiti assumiu o como Neferneferuaten, chegando a usar barbas postiças (no Egito, mulheres não poderiam governar como rainhas, só homens, mas Nefertiti mandou todo mundo reclamar com Aton, o deus que Akhenaton estabeleceu como deus único.

Este busto de Nefertiti mostra o esplendor e gloria do Egito, ainda mais pelo chamado “pigmento azul egípcio”, caríssimo de se obter, sendo por isso, símbolo de realeza. Hoje, pesquisadores olham para este pigmento e pensam “o que de legal podemos extrair disso?”

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O autismo escondido nos seus olhos

Autismo não é uma doença. Isso você já sabe, se lê meu site. São várias doenças compreendidas dentro do mesmo espectro, e é difícil diagnosticar logo de saída. A saída é ter um diagnóstico genérico e dali ir refinando, ao invés de partir para determinar direto qual a doença que a pessoa está acometida, se é que é do espectro autista.

Não é de hoje que o eletrorretinograma é utilizado para encontrar um biomarcador, isto é, alguma marca biológica que indique que a pessoa está entre um dos múltiplos casos concernentes ao espectro autista, mas agora este teste está cada vez mais preciso.

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