Governo começa com corte de gastos desnecessários.

2011Como todo início de mandato é comum  fazer alguns ajustes no que o outro governo deixou para trás e mesmo em caso de uma pessoa do mesmo partido assuma, cabeças diferentes fazem coisas diferentes e é normal que o novo governante faça algumas mudanças no que se diz respeito ao governo.

Mudam-se ministros, secretários e a verba mais importante é aumentada e a menos importante é reduzida. Por exemplo: O salário dos deputados, presidente e outros aumentou 60% enquanto o salário mínimo, que é usado como moeda de troca por ministérios, vai aumentar mais ou menos uns 5 ou 6 %.

Justíssimo, afinal os deputados trabalham bem mais do que a maioria das pessoas que trabalham na construção civil, por exemplo.

Outro exemplo interessante é o fato de reduzir o custo de setores desnecessários e enquanto se pensa em desonerar produtos básicos como o iPad e outros gadgets, também se pensa em reduzir custos com pesquisas idiotas, como a verba de tratamento contra o câncer.

Realmente. Dane-se totalmente essas pessoas que tem câncer. Elas vão morrer mesmo. Pra que tentar cura-las com o dinheiro suado dos contribuintes? É muito melhor pagar bolsa-família para aquelas pessoas que ganham bolsa-qualquercoisa do governo que não serve para comprar votos.

A redução de verbas para o câncer veio bem antes do natal, um presentão para as famílias dos pacientes que dependem de quimioterapia e radioterapia, mas tudo bem, isso aí é porque o governo conseguiu economizar com remédios e outras coisas no tratamento oncológico.

Os hospitais, claro, estão aí chorando, pois a grana é pouca e tudo mais, mas o que esperar desses depósitos de doentes?

Claro que tudo isso representa o interesse geral da população e se todo povo tem o governo que merece, o povo brasileiro deve merecer morrer de câncer, certo?

27 comentários em “Governo começa com corte de gastos desnecessários.

  1. Não se esqueça que defesa nacional é inútil logo deve ter a verba diminuída, assim como ciência e tecnologia que merece ter um nada como ministro.
    Cultura fica para a irmã do cara e por ai vai.
    País de tolos!

    1. @Quim_Neto, para mim, nem é surpresa nenhuma. Poder é o que interessa e o resto, bem, é só conversa.
      E mais uma vez tem o babacão do Protogenes Quiprocó querendo reinventar a roda… Faz favor.

  2. Guz, Guz, mais um artigo polêmico. Não me surpreendo do pq do André não querer publicar mais seus textos. Particularmente gosto desses assuntos. Ainda mais considerando que trabalho na máquina pública federal. Mas, em relação ao assunto, talvez vale a pena aprofundar a discussão. Pq a contenção de gasto que estão anunciando é apenas no nível federal. Nada tem a ver com o legislativo, ou judiciário. Pq têm orçamento independente. A polêmica agora é o corte do dito gasto com custeio. E nesse ponto, posso dar meu depoimento, falto tudo onde trabalho.

    Apenas para adicionar um elemento nesse debate, não adianta falar em numerosos percentuais. Pq o que vale na administração pública são os numeros absolutos. Aumentar o salários dos congressistas em 60% não é nada. Aumentar 60% do salário mínimo impacta muuuuito. Infelizmente, são os números absolutos q aparecem no final.

    1. Não me surpreendo do pq do André não querer publicar mais seus textos.

      Tá sabendo mais da minha vida que eu. Porque eu nunca falei que não ia publicar mais os artigos do Guz. Eu só não publiquei UM artigo. Antes de falar merda, procure saber dos fatos. Claro que eu não perderia meu tempo dando maiores satisfações.

      talvez vale a pena aprofundar a discussão. Pq a contenção de gasto que estão anunciando é apenas no nível federal.

      Er… pq quem cuida do SUS é o Governo Federal?

      Nada tem a ver com o legislativo, ou judiciário.

      Eu não sabia que o governo governava por decreto.

      A polêmica agora é o corte do dito gasto com custeio. E nesse ponto, posso dar meu depoimento, falto tudo onde trabalho.

      Mentira sua. Vc foi comprado pela imprensa golpista. Vivemos num paraíso!

    2. @gustavo dos anjos, Ninguém é imbecil de imaginar que o impacto no aumento do mínimo seja o mesmo dos deputados.
      Não vejo porque não publicar os textos do Guz, mas não mando nisso, ainda bem.
      O corte de gastos deveria ser a demissão dos pelegos de confiança e a diminuição do número de ministérios e secretarias.
      Realmente a verba de setores como a Receita Federal para comprar coisas básicas como papel sufite é falha.

    3. @gustavo dos anjos,
      Só um aparte para esclarecimentos:

      Pq a contenção de gasto que estão anunciando é apenas no nível federal.
      Você quer dizer que é da esfera do Executivo.

      Nada tem a ver com o legislativo, ou judiciário. Pq têm orçamento independente.
      Na verdade, apesar da rubrica orçamentária ser separada, para cada Poder, a Lei Orçamentária é a mesma: as receitas e despesas do Legislativo e do Judiciário estão previstas dentro dessa mesma lei, enviada pelo Executivo ao Congresso. (os outros poderes enviam mensagens ao Congresso, para completar o texto do Executivo)

      Apenas para adicionar um elemento nesse debate, não adianta falar em numerosos percentuais. Pq o que vale na administração pública são os numeros absolutos. Aumentar o salários dos congressistas em 60% não é nada. Aumentar 60% do salário mínimo impacta muuuuito. Infelizmente, são os números absolutos q aparecem no final.
      Não se trata de impacto monetário dos aumentos: é o problema moral.
      A moralidade é um princípio da administração pública, se um ato é imoral ele deve ser nulo (não estou propondo a anulação do aumento) ou nem ser editado.
      Não se trata de destruir o Orçamento, mas da mensagem que é passada ao eleitorado: tudo podemos, nós que te fodemos.

      1. @Joseph K, Moralidade nas finanças públicas… Rarrarrá! Faz me rir. Um troquinho a mais no bolso é sempre bom, ainda que o grosso para sustentar as carissimas campanhas seja na realidade proveniente dos conchavos entre o poder político e o poder econômico.

        E é assim que a carruagem corporocrática anda.

  3. @gustavo dos anjos,

    Quem diabos falou que ele não anda publicando meu texto ?

    Alias, quantos bilhões o governo irá gastar se aumentar 60% o Salário Mínimo ,? E quanto foi o gasto dos deputados, senadores etc? Sem contar que os vereadores, prefeitos etc também tem direito…

    mas não pode aumentar o Salário, afinal vai inflacionar…

    1. @Guz,

      Apenas um esclarecimento, disse que o André não estava publicando seus textos baseado em uma fala anterior dele que dizia que esse espaço aqui originalmente não tinha um caráter político. Minha intenção foi apenas provocar um pouco. :smile: Como eu disse acima, seus texto geram sempre muita discussão. Particularmente, gosto deles e de debater o assunto, só isso. Mas, certo, extrapolei um pouco com minha interpretação. Sorry.

      Tirado do artigo Eftikhes to Neon Ethos:

      “Bem capaz de vocês terem visto hoje um Voz dos Alienados, postado pelo Abbadon, mas eu não permiti que fosse ao ar. Quem viu deve estar se indagando o porquê. Quem não viu, está sabendo agora e está se indagando o porquê. Da mesma forma, devem ter percebido que não publiquei o artigo do Guz, basicamente por não sermos um blog político. Nunca foi esta intenção.”

      1. Eu sei que interpretação de textos é difícil, mas o trecho fala “artigo” e não “artigos”. Sua acusação não foi pro Guz, foi pra mim. Quer provocar? Então eu tenho várias sugestões de lugares onde vc pode ir provocar, algumas delas envolve uma certa senhora e vc com certeza não vai gostar.

  4. Afinal de quem é a culpa!? :neutral: , Nossa por Compactuar com decisões agindo passivamente a toda e qualquer deliberação governamental? ou do fralho sistema ”democrático” que vivemos?, e pq o povo brasileiro não sai as ruas para protestar ao inves de aceitar tudo de mão beijada”?
    Eu fico admirado que em Paises europeus as pessoas não aceitam decisões Arbitrarias por parte do Governo, saem as ruas e quebram o pau se for preciso! rsrs :roll:

    gostaria do andré postar possiveis medidas(Ideias) para o progresso politico/social, Talvez ficasse mais claro para qm entende pouco ou nada sobre o assunto ter um contato mais especificos sobre as deficiencias e os problemas, do contrário só nos restar colocar o nariz de palhaço e continuar trabalhando para custear os caprichos dos politicos. :roll:

    1. @Rick, Na Europa o povo é bem menos ignorante. Basta ver países como o Reino Unido, França ou Holanda. O povo fica ligado nas notícias políticas e não aceitam nenhuma decisão que benificie apenas os congressistas.

      Você acha que os franceses, holandeses ou britânicos engoliriam o aumento salarial dos políticos superior a 50% enquanto o mínimo do povão seria menos de 6%? No mínimo uma passeata bem barulhenta! O povo brasileiro está mais preocupado com o Big Bosta Brasil e novela. Jornal, revistas ou livros? Nada. Só devem ler as legendas das fotos ou de infográficos. Aqueles entediantes textos políticos é o que menos interessa. Preferem ver fotos do fulano agarrado com a ciclana na praia.

      Em resumo. Nunca me iludi com a política do Brasil. Cada eleição é uma decepção. Por isso não moro mais no Brasil e nem faço questão de voltar. Chega de ver o Big Brother os noticiários, já poluídos com fofocas de celebridades. Chega de conviver com povo que ouve funk, axé, pagode e lê Bruna Surfistinha e se acha o máximo. Chega de gente que se ilude com o programa bolsa-esmola!

      1. @Nihil, Realmente, na França aumentaram apenas 2 anos a idade para se aposentar, e o país parou. Inclusive estudantes secundaristas se manifestaram bastante.

        No Brasil o povo reclama de política, e desligam o rádio quando começa “A voz do Brasil”. O povo chama os políticos de corruptos, enquanto fazem gato de água e luz.

  5. Quanto ao “corte de gastos” no tratamento de câncer, o Ministério da Saúde disse que economizou com medicamentos mais baratos, então o que eu vi nessa matéria da Folha foi notícia sensacionalista.

  6. :x eu não queria tomar partido, mas acho que é karma pela nossa presidente não ter sido ministra da saúde. Se fosse, talvez, TALVEZ, a saúde não tivesse as verbas cortadas e até fosse melhorada, né? Mas só talvez.

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