Atacama, no Chile, é um lugar desolado. É considerado o deserto mais alto e mais árido do mundo, onde em algumas partes não chove há centenas de anos e a baixíssima umidade torna-o não só um lugar completamente inóspito, como o paraíso dos astrônomos. Um dos maiores pesadelos para alguém que vasculha o firmamento, em busca de corpos celestes é a umidade, que causa distorções ópticas nas imagens trazidas pelos caríssimos telescópios. Dessa forma, cientistas preferem um lugar onde haja pouca umidade atmosférica e o Atacama é um verdadeiro Nirvana para isso.
O ALMA (Atacama Large Millimeter/submillimeter Array) é um telescópio móvel, formado por três antenas que podem ser rearranjadas conforme a necessidade, localizado a 5 mil metros de altitude, na região norte do Chile. Assim, conforme a necessidade, os técnicos fazem os telescópios movimentarem-se, de modo a vasculhar com detalhes uma curta região do espaço (curta em sentido astronômico, obviamente), ou com uma grande abertura, captando imagens de vastas áreas (e quando eu falo “vasto”, é vasto MESMO!). Continuar lendo “ALMA do deserto, Olhos para o céu”

Não-fumantes têm uma aversão toda especial pelo tabaco. Além de causar câncer, impotência e vários tipos de doenças, aquilo fede que dói. Entretanto, pesquisadores da Fundação Laboratórios de Biotecnologia da Universidade Thomas Jefferson descobriram um modo de fazer com que a planta do tabaco (Nicotiana tabacum) sirva para algo realmente útil: biocombustível.
Então, para vocês que têm medo até da sombra e uma simples bombinha faz com que subam pelas paredes, pensando que chegou o arrebatamento e Satã veio buscar as suas almas imundas, tenho uma notícia que deixará todos vocês contentíssimos! A Terra poderá, em breve, ser aniquilada pela explosão de uma estrela a cerca de 3.000 anos-luz de distância, de acordo com cientistas americanos. FUJAM PARA AS MONTANHAS! (não que adiantará alguma coisa) 
Esta notícia pode ser de incrível inutilidade, mas é legal mesmo assim. :D
Taí algo que me surpreende (não muito): Quando o 
Me lembro bem de uma frase do filme Jurassic Park: “A vida sempre encontra um jeito”. A sobrevivência de alguns seres vivos é estupenda, ainda mais quando são seres vivos simples, pois a menor especialização faz com que suas necessidades de sobrevivência sejam poucas também. Um perfeito exemplo disso são os micróbios descobertos pelo microbiólogo Brian Schubert, da Universidade do Havaí. Algumas pessoas acham que micróbios são apenas micróbios e pronto. Normalmente, eu não teria como censurá-los, mas deve-se levar em consideração uma coisa muito importante: os queridíssimos micróbios estavam encerrados em um cristal de sal e conseguiram a façanha de sobreviver por 30 mil anos, alimentando-se apenas de restos de algas que estavam presos junto a eles. Este é o exemplo mais convincente até então para estipular a sobrevivência a longo prazo. Vai continuar dizendo que micróbios são todos iguais?
Essa notícia agradará às mulheres de uma maneira fenomenal. Que o diga John Schmitt, um engenheiro mecânico da Universidade Estadual do Oregon, que está se baseando em modelos de insetos para projetar robôs que possam se locomover com desenvoltura em terrenos acidentados. Os atuais modelos, segundo o pesquisador, possuem problemas pois não são tão estáveis e o consumo de energia é, comparativamente, maior que o projeto do robô baseado em baratas que “podem correr rapidamente, ocupar o volume de um centavo, movem-se facilmente sobre terreno acidentado, e reagem a perturbações mais rápido do que um impulso nervoso pode viajar”, segundo Schmitt.