Para você, que acompanha o Ceticismo.net, tem um QI acima da média, se interessa por ciência e não fica me xingando, tem inÃcio o ciclo de palestras Ciência à s 6 e meia, promovido pelo SBPC/RJ.
Se você mora no Rio de Janeiro, poderá assistir ao vivo no Centro Brasileiro de Pesquisas FÃsicas - CBPF, Auditório Ministro João Alberto Lins de Barros, situado na Rua Xavier Sigaud, 150 - Urca. Vocês podem ver indicações de como chegar ao local, com mapa e até coordenadas do Google Earth, no próprio site da instituição. Caso você não more no Rio e/ou é preguiçoso como eu, você poderáassistir por streaming, no seguinte endereço: mms://itv.cbpf.br/cienciaseisemeia (sim, você terá que assistir pelo maldito Media Player).
Nem todos puderam ver como funciona uma colmeia. Como toda colônia de insetos, ela funciona de modo muito semelhante a um organismo individual, onde cada membro da colônia age como se fosse uma célula, e um grupo dentro dessa colônia funciona como um órgão.
Atacama, no Chile, é um lugar desolado. É considerado o deserto mais alto e mais árido do mundo, onde em algumas partes não chove há centenas de anos e a baixÃssima umidade torna-o não só um lugar completamente inóspito, como o paraÃso dos astrônomos. Um dos maiores pesadelos para alguém que vasculha o firmamento, em busca de corpos celestes é a umidade, que causa distorções ópticas nas imagens trazidas pelos carÃssimos telescópios. Dessa forma, cientistas preferem um lugar onde haja pouca umidade atmosférica e o Atacama é um verdadeiro Nirvana para isso.
Esta notÃcia pode ser de incrÃvel inutilidade, mas é legal mesmo assim.
Essa notÃcia agradará à s mulheres de uma maneira fenomenal. Que o diga John Schmitt, um engenheiro mecânico da Universidade Estadual do Oregon, que está se baseando em modelos de insetos para projetar robôs que possam se locomover com desenvoltura em terrenos acidentados. Os atuais modelos, segundo o pesquisador, possuem problemas pois não são tão estáveis e o consumo de energia é, comparativamente, maior que o projeto do robô baseado em baratas que “podem correr rapidamente, ocupar o volume de um centavo, movem-se facilmente sobre terreno acidentado, e reagem a perturbações mais rápido do que um impulso nervoso pode viajar”, segundo Schmitt.
Eu sei que vai parecer estranho o que eu vou dizer, mas algum tempo atrás, as TVs tinham antenas telescópicas. Varetas de metal que esticavam e encolhiam, parecendo um besouro de metal. E isso eram as antenas internas, pois havia as antenas externas, onde nossos pais ficavam no telhado mexendo para lá e pra cá, enquanto nossas mães ficavam “orientando” para obter uma imagem melhor (não, não havia Sky, Net e nem o Skynet). Me lembro que um dia minha mãe fez meu pai subir no telhado e ficou dando ordens a ele pra ele colocar a antena numa posição adequada. Ele sentou-se e ficou dizendo “tá melhor agora? E então?”. O detalhe é que ele não fazia nada, sequer tocou na antena. Quando minha mãe deu-se por satisfeita, ele desceu e pronto! Problema resolvido.
Todos nós temos uma idéia sobre a forma dos anjos. Cara de bons amigos, rosto calmo, asinhas e outras frescuras. Isso encanta muita gente, mas não um professor da University College de Londres, Dr. Roger Wotton, que descobriu que o vôo dessas entidades mitológicas seria impossÃvel, caso existissem (você não sabia que anjos são mitos?).
Há muito tempo os engenheiros têm buscado na natureza pistas que os ajudem a construir robôs que se movam com algo parecido com a graça dos seres vivos. Apesar do uso de metal rÃgido e partes plásticas geralmente resultar em movimentos duros e mecânicos, uma equipe do Massachusetts Institute of Technology (MIT) está fazendo experiências com o uso de um único pedaço flexÃvel de polÃmero de silicone e uretano para criar peixes robóticos que deslizem suavemente pela água como os de verdade.
Crianças de cinco anos de idade podem raciocinar sobre o mundo ao seu redor, por meio de múltiplas perspectivas, e simultaneamente! Em outras palavras, seria como se as informações fossem processadas ao mesmo tempo, com (quase) todas as infinitas possibilidades.
O mundo antigamente era menos complicado. Acordava-se de manhã cedinho, ia pra labuta (eu disse “labuta”), parava-se um pouco para comer, voltava-se ao batente e ia pra casa de noite, onde uma refeição quentinha (ou não) estava esperando, junto com uma esposa quentinha (ou não). Pelo visto, não se mudou muita coisa ao longo da história.



