Menina de 5 anos é queimada em ritual vodu

Tudo que condiz com comportamento religioso sacam a cartinha “é a cultura deles, tem que respeitar” (mas só falam isso quando não lhes afeta, claro). Quando você mostra as ações “ruinzinhas” de certos religiosos, sacam a fórmula que não são religiosos escoceses. Um caso como esse aconteceu em East Bridgewater, Massachussets. O que houve lá? Nada demais. Só duas donas que queimaram uma menina de 5 anos, num ritual de vodu

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Gâmbia descobre a cura da AIDS mas a máfia de branco se recusa a aceitar (ou não)

República da Gâmbia é um pseudopaís localizado na região leste da África. Esta tristeza tem pouco mais de 2 milhões de habitantes, mais ou menos a população do bairro de Jacarepaguá no Rio de Janeiro, com uma densidade populacional de 140 hab/km² o que não é tão ruim assim, pois o pessoal meio que fica longe de você. Seu PIB é de ridículos 1,3 bilhão de dólares e lá na rabeira do IDH (Índice de Desenvolvimento Humano). Aquela porqueira não produz nada que preste a não ser ditadores, como acontece em 99% da África e se você nem tem o direito de achar ruim, pois sequer sabe localizar num mapa mudo e muito menos o nome da capital (é Banjul, mas eu tive que consultar).

Em 1765, a Gâmbia tornou-se colônia britânica, só se tornando independente do Reino Unido em 1965, tendo 3 “presidentes”. Um governou por 20 anos, o segundo foi eleito para em seguida ser derrubado num golpe de Estado por Yahya Jammeh, que também ficou no cargo por 20 anos, tendo saído ano passado. Jammeh fez muitas coisas dignas de nota, e nenhuma delas pode ser considerada legalzinha, como obrigar milhares de pessoas portadoras do HIV a se submeterem a tratamentos com uma mistura de ervas que ele mesmo inventou.

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Vodu não garante Justiça e ainda ferra a sua vida

Imaginem a cena. Você, Grande Lúcifer, Senhor dos Infernos, Príncipe das Trevas, Lorde da Maldade, Líder dos Demônios, Expressão Máxima do Mal. Alguém vem e fala contigo e faz um pacto. Você, Ó Desprezível, quer espalhar o mal, a perversão, carregar todo mundo pra maldade, fazer todo mundo cheirar maconha e fumar cocaína. Mas não. A criatura que contrata seus serviços quer apenas zoar o casamento dos outros. Eu acho isso uma Ofensa a Lúcifer, Nosso Senhor.

No caso em questão, uma dona ficou bolada com a relação extraconjugal do pai, resolveu fazer uns unga-bunga, apelando pra Vodu. E nós sabemos muito bem para que é e o que é Vodu. Continuar lendo “Vodu não garante Justiça e ainda ferra a sua vida”

Indianos sacrificam menina em troca de colheita. Mas religião é legal

Nada, eu disse NADA pode ser mais ridículo quando o "pensamento" religioso acaba dando vazão à estupidez (o que acontece quase sempre). Isso aliado aos defensores de células culturais que devem ser "preservadas" por algum motivo espúrio que escapa à minha compreensão. Este relativismo cultural acaba servindo de desculpa para quaisquer atrocidades que mentes tacanhas e que ainda vivem na pré-história façam. E não pense que isso é só lá na Índia.

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Na Reversal Zimbabuana, as mulheres estupram VOCÊ!

O bom da África… esquece. Não há nada de bom naquelas bandas, só o aeroporto para ralar peito de lá o mais rápido possível. O Zimbábue, por exemplo, é algo tão evoluído que o PIB praticamente é a quitanda do seu Firmino e um dos principais idiomas é o xona (EU NÃO ESTOU INVENTANDO!). Como tudo naquele lugar esquecido por Hades acaba em loucuras, e as mulheres de lá são digna de fechar o comércio, pois ou saqueiam ou pegam o dono para rituais mágicos, de preferência, fazendo uso de seu sêmen. Mas não! Algum idiota virá aqui defender as zimbabuanas e dirão que EU é que sou o preconceituoso.

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Vodu malaio usa réplica de iPad em oferendas

E no mundo de Qward, no Universo de antimatéria, um experimento mal-sucedido de Krona fez aparecer uma algaravia de insanidades, que se espalharam pelo mundo afora quando abriram um portal dimensional para este nosso já confuso universo. Assim, apareceu coisas malucas, como vodu (que é pra jacu), o qual usa bonequinhos mágicos para trazer seu zumbi em três dias e abrir seus caminhos ou alguma doideira neste sentido. A bem da verdade, a ICAR tem ritos parecidos, onde você paga promessas depositando nos pés de sua entidade mágica favorita (aka santos, santas, beatos e o Saci Pererê) réplicas em cera da parte corporal para onde o milagre foi direcionado. Particularmente, nunca vi ninguém pagar nenhuma promessa por algum milagre nas áreas de urologia ou ginecologia.

A Malásia resolveu que isso é muito mainstream, e partiu para modernidades. Lá, você não faz vodu com bonequinho, que é coisa de boiola e nem coloca um membro de cera (ops) num altar. Lá, as oferendas agora estão tecnologicamente avançadas, pois estão fazendo oferendas com réplicas de iPads, iPhones ou iQualquerMerda.

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