NASA está terminando a construção do próximo rover que irá em direção a Marte. Este é uma espécie de Making Of dos bastidores do desenvolvimento e preparação do rover, incluindo extensos testes em ambientes espaciais simulados.
Esta filmagem foi feita entre março e julho de 2019, e ele pegará seu caminho em direção ao Planeta Guerreiro no verão (de lá) de 2020 e pousará em fevereiro de 2021.
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Em maio de 2016, uma sombra redonda foi vista passeando na frente do SOL. A observação feita pelo Solar Dynamics Observatory foi feita em diferentes comprimentos de onda. Trata-se de Mercúrio, cuja orbita coincidiu em ser bem através das lentes do SDO, que registrou tudo por meio de fotos, que foram agrupadas para formar este time lapse.
O Telescópio Infravermelho de Campo Amplo (Wide Field Infrared Survey Telescope – WFIRST) é um observatório espacial que opera (duh!) no espectro de infravermelho que a NASA está desenvolvendo. O WFIRST tem um campo de visão cuja lente é de 2,4 m de largura e terá dois instrumentos científicos: O Wide-Field Instrument, uma câmera de infravermelho próximo de múltiplas bandas de 288 megapixels e uma câmera e espectrômetro de campo de visão pequeno de alto contraste que cobre os comprimentos de onda visível e infravermelho próximo, usando a nova tecnologia de supressão de luz das estrelas.
Eu gosto das associações que costumam fazer. Algumas, totalmente despropositadas. Outras, têm até um motivo para a associação e esse motivo é simplesmente ser notado. Tive um belo vislumbre disso ao ler uma pesquisa científica que determinou a presença de cloreto de sódio (o sal de cozinha, você sabe) em um lago de Europa (o satélite de Júpiter e não o continente).
Estamos acostumados em ver animações com a Terra girando. Bem, ela não roda em pézinha. Seu ângulo de rotação é justamente o que a faz apresentar as estações do ano, em que seus hemisférios recebem mais ou menos sol, dependendo da época do ano. Mas e o resto dos planetas? Vocês sabem que alguns giram deitado, outros são rápidos, outros mais devagar.
Durante a missão Apolo 8 à Lua, em 24 de dezembro de 1968, os astronautas Frank Borman, Jim Lovell e William Anders tornaram-se os primeiros humanos a orbitar outro mundo. não apenas isso, eles ainda foram os primeiros a se maravilharem por testemunhar e fotografar o surgimento do planeta Terra pelo horizonte lunar. Este momento ficou conhecido como “Earthrise” ou “O Nascer da Terra”, quando nosso planeta, belo, azul, tímido e fantástico, brota pelo horizonte de um novo mundo, mostrando o que aguardava a humanidade dali a um ano.
Marte, o Planeta-Guerreiro é a nossa atual fonte de inspiração. É a ele que almejamos ir. É ele que nos fascina. Não que a Lua tenha perdido seu charme. Essa ignomínia nunca acontecerá, mas Marte é a nossa próxima meta, a nossa próxima parada, o próximo passo da Aventura Humana, que começou desde que conseguimos ficar sobre dois pés e olhamos o horizonte perdido de uma savana e nos perguntamos o que havia ali, sem Shangri-la ou apenas mais um tigre de dentes de sabre para nos dar um “oi” antes da mordida final.