NASA se prepara para o próximo Rover em direção a Marte

NASA está terminando a construção do próximo rover que irá em direção a Marte. Este é uma espécie de Making Of dos bastidores do desenvolvimento e preparação do rover, incluindo extensos testes em ambientes espaciais simulados.

Esta filmagem foi feita entre março e julho de 2019, e ele pegará seu caminho em direção ao Planeta Guerreiro no verão (de lá) de 2020 e pousará em fevereiro de 2021.

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O Trânsito de Mercúrio pelo Sol

Em maio de 2016, uma sombra redonda foi vista passeando na frente do SOL. A observação feita pelo Solar Dynamics Observatory foi feita em diferentes comprimentos de onda. Trata-se de Mercúrio, cuja orbita coincidiu em ser bem através das lentes do SDO, que registrou tudo por meio de fotos, que foram agrupadas para formar este time lapse.

Você perdeu, mas não fique triste. O próximo trânsito de Mercúrio ocorrerá em no próximo dia 11 de novembro. E o SDO estará lá para registrar tudinho.

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WFIRST, a nova aposta para observação do universo

O Telescópio Infravermelho de Campo Amplo (Wide Field Infrared Survey Telescope – WFIRST) é um observatório espacial que opera (duh!) no espectro de infravermelho que a NASA está desenvolvendo. O WFIRST tem um campo de visão cuja lente é de 2,4 m de largura e terá dois instrumentos científicos: O Wide-Field Instrument, uma câmera de infravermelho próximo de múltiplas bandas de 288 megapixels e uma câmera e espectrômetro de campo de visão pequeno de alto contraste que cobre os comprimentos de onda visível e infravermelho próximo, usando a nova tecnologia de supressão de luz das estrelas.

Essa maravilha nos promete grandes observações, mas você sabe dos detalhes dele?

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Os próximos pousos na Lua

O futuro começou quando migramos da África para dominar o planeta Terra. Nossa maior ambição é ir em direção a outros mundos. Já estivemos na Lua e estamos mirando em Marte. Mas a Lua está lá, nos convidando a voltarmos e tocarmos a sua face mais uma vez. Para tanto, nossa missão é melhorar nossas tecnologias atuais e irmos em direção ao infinito e além.

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Juno dando um rolê em Júpiter e filmando seus passeios

A sonda robótica Juno foi lançada em 5 de agosto de 2011, chegando em seu destino final, a órbita de Júpiter, em 5 de julho de 2016. 5 longos anos viajando pelo Espaço até o Senhor dos Planetas. Para vocês terem uma ideia do tamanhão de Júpiter, a órbita completa da Juno demora cerca de 53 dias. Uma maravilha da Engenharia e ciência aeroespacial.

O vídeo a seguir mostra a 11ª vez que a Juno chega bem próximo de Júpiter (sim, ela só chegou bem pertão do planetão apenas 10 vezes, desde 2016!). Não é um vídeo, vídeo, mesmo, e sim um time lapse de várias fotos, tiradas em diferentes comprimentos de onda, tendo suas cores ajeitadas. Ainda assim, um espetáculo e tanto!

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Pesquisa encontra sal em Europa. Pesquisadora surta e diz que pode ter vida lá

Eu gosto das associações que costumam fazer. Algumas, totalmente despropositadas. Outras, têm até um motivo para a associação e esse motivo é simplesmente ser notado. Tive um belo vislumbre disso ao ler uma pesquisa científica que determinou a presença de cloreto de sódio (o sal de cozinha, você sabe) em um lago de Europa (o satélite de Júpiter e não o continente).

Uma das conclusões da pesquisadora é que isso podia ser indício de ter seres vivos lá.

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As voltas que os mundos dão

Estamos acostumados em ver animações com a Terra girando. Bem, ela não roda em pézinha. Seu ângulo de rotação é justamente o que a faz apresentar as estações do ano, em que seus hemisférios recebem mais ou menos sol, dependendo da época do ano. Mas e o resto dos planetas? Vocês sabem que alguns giram deitado, outros são rápidos, outros mais devagar.

A animação abaixo faz a relação entre o período de rotação de todos os planetas. Velocidade essa que muda por muitos fatores, principalmente tamanho e do que o distinto planeta é feito (planetas gasosos têm menos massa (comparativamente) que planetas rochosos. Daí as suas velocidades…

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Earthrise, O nascer da Terra

Durante a missão Apolo 8 à Lua, em 24 de dezembro de 1968, os astronautas Frank Borman, Jim Lovell e William Anders tornaram-se os primeiros humanos a orbitar outro mundo. não apenas isso, eles ainda foram os primeiros a se maravilharem por testemunhar e fotografar o surgimento do planeta Terra pelo horizonte lunar. Este momento ficou conhecido como “Earthrise” ou “O Nascer da Terra”, quando nosso planeta, belo, azul, tímido e fantástico, brota pelo horizonte de um novo mundo, mostrando o que aguardava a humanidade dali a um ano.

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O medo que tenta obscurecer a luz, mas passa de mansinho

Marte, o Planeta-Guerreiro é a nossa atual fonte de inspiração. É a ele que almejamos ir. É ele que nos fascina. Não que a Lua tenha perdido seu charme. Essa ignomínia nunca acontecerá, mas Marte é a nossa próxima meta, a nossa próxima parada, o próximo passo da Aventura Humana, que começou desde que conseguimos ficar sobre dois pés e olhamos o horizonte perdido de uma savana e nos perguntamos o que havia ali, sem Shangri-la ou apenas mais um tigre de dentes de sabre para nos dar um “oi” antes da mordida final.

Assim como o primeiro hominídeo contemplou aquele grande disco branco e se perguntou que deusa maravilhosa era aquela, hoje vemos Marte e perguntamos sobre ele e o que ele esconde, bem como os seus dois satélites: Fobos e Deimos.

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Um cometa que nos visita, mesmo estando longe

Eu adoro cometas. Aquele astro lá, dando altos rolês pela galáxia enquanto todo mundo fica nas suas órbitas elípticas. Não que cometas não tenham órbitas elípticas, mas é muito mais maneiro você passar por vários planetas, alguns sistemas solares, talvez galáxias? Não, aí já é querer demais. A trajetória do cometa C/2018Y1 foi descoberta em 20 de dezembro de 2018 pelo astrônomo amador japonês Masayuki Iwamoto, e, por isso, é chamado Cometa Iwamoto, mas segundo indícios, ele foi observado no ano 648 EC. Em 6 de fevereiro de 2019, o cometa Iwamoto cometa atingiu o seu ponto mais próximo do Sol, entre a Terra e Marte, e no dia 13 desse mês, chegou o mais próximo da Terra, passando bem na frente de uma galáxia espiral com aproximadamente o mesmo brilho: a galáxia NGC 2903.

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