Era uma vez um homem que tinha um sonho: Ir até a lua, catar algumas coisas lá e voltar são e salvo. Isso parece até o começo de alguma história de ficção científica ou mesmo de uma série de TV (o que de fato era). Mas o homem em questão não era o dono de um ferro velho. Era o presidente John F. Kennedy. Seu sonho não era bem ir até a Lua só por ir. Havia muita coisa envolvida. Uma guerra silenciosa, não-declarada, mas que todos sabíamos estar vivendo: a chamada Guerra Fria, que para muitos de vocês que estiverem lendo é História. Para mim, foi real, eu vivi isso e estávamos à espera de um míssil balístico intercontinental visse dizer "Olá" bem na nossa porta de casa.
O míssil, não veio. Mas um foguete partiu. Partiu com nossos corações e desejos de boa viagem, e voltou com um sonho realizado, uma aventura repleta de histórias, e mais histórias seriam escritas. Hoje é dia 16 de julho de 2014, e exatamente há 45 anos, o Homem ia em direção a outro mundo.
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Já falei aqui sobre a
Existem muitas teorias sobre a formação da Lua, nosso satélite natural. Alguns acham que a Lua e a Terra tiveram formação conjunta, vindo da mesma poeira de estrela. Outros, que a Lua se separou da Terra. Há aqueles que acham que a Lua foi formada em outro lugar, nada a ver com a Terra e acabou por aqui porque veio zanzando pelo Universo. Mas a teoria mais aceita é que um planeta meio que do tamanho de Marte veio em direção à Terra, deu-lhe uma porrada e mandou um naco deste tamanhão, com rochas, lava etc. Estes detritos se aglutinaram gravitacionalmente, formando a Lua.
O reino dos planetas-deuses é desolado. A partir do planeta-guerreiro, o sistema solar já está muito frio, espaçado, praticamente morto. Quando chegamos no planeta-deus Netuno, não há água líquida, seu reino marinho repousa apenas na mitologia. É muito frio, deserto, sem vida; mas, nem por isso, vazio. Há uma imensa vizinhança circundando o reino de Netuno, magnífica, mas indiferente, com uma frieza de dar dó, pois além de não dar bola para as bactérias que andam sobre a Terra e constroem mísseis balísticos, os longínquos mundos perto de Netuno estão longe demais do Sol para serem paraísos caribenhos. No máximo são como Zamhareer , o infeno de gelo.
A monitoração contínua da atmosfera de Titã pela missão Cassini, que vem explorando o sistema saturniano desde Julho de 2004, está começando a revelar alterações sazonais na circulação atmosférica e desprendimento nova luz sobre a climatologia globais da maior lua de Saturno e a segunda maior de todo o sistema solar, depois de Ganimedes.