Criança e vítima de racismo e tem que pedir desculpas

A insânia já instalada no Brasil assume graus galácticos a cada dia. E isso por causa de um motivo simples: Brasileiro ama bandido. Brasileiro corre para pagar fiança de político corrupto, faz moção em desagravo a traficante internacional de drogas, que cismou que levar uma porrada de cocaína para um país com pena de morte para tráfico era uma boa ideia.

Agora, uma menina de 13 anos sente na pele, na cor de sua pele, como o ser humano pode ser desprezível já nos jovens anos de sua vida, ao ser agredida de todas as formas. Mas ainda teve que pedir desculpas aos coitadinhos.

Essa é a sua SEXTA INSANA!

Continuar lendo “Criança e vítima de racismo e tem que pedir desculpas”

O preconceito pode não ser culpa do preconceituoso. Ou pode?

Não adianta tentar negar: todos nós somos — em maior ou menor grau — detentores de algum tipo de preconceito. Desde coisas que chamam de música, como funk ou os baby, baby, baby da vida, até o modo como nosso vizinha anda vestido, passando por preferências sexuais, cor de pele ou times de futebol, o ser humano mostra que não está muito familiarizado com a vida em companhia de outras pessoas que julgam não fazer parte de um determinado grupo.

Pesquisadores britânicos estudam até que ponto isso é algo particularmente vindo de uma decisão consciente de nossa gambiarra evolutiva chamada "cérebro" ou por simples pressão social.

Continuar lendo “O preconceito pode não ser culpa do preconceituoso. Ou pode?”

A disputa dos bolos racistas

O mundo ficou pior quando o Coitadismo se aliou ao Politicamente Correto. Isso gerou o CPC, que mais deveria ser PQP. Quando se fala que a política retardada de cotas no Brasil, muitos acabam achando que isso é mexer em vespeiro. Azar. O Brasil tem cota até para garantir um número mínimo de mulheres nas câmaras municipais, estaduais e federal desde 1995. Salvo engano, e que milady Fátima me corrija, o Artigo 5º, Inciso 1 da Constituição Federal garante igualdade entre homens e mulheres em direitos e deveres. Pois bem, legal, fantástico, maravilhoso. Eu posso eleger qualquer mulher que eu queira, mas e se eu não quiser? Hein? Mas temos que resguardar um mínimo de 30% de cadeiras para elas. Ok. Vamos a outro vespeiro. Cotas para negros, mulatos e… indígenas têm direito a cotas? Sim, têm. E quem estuda, independente de sua etnia? Ah, não. Este terá que esperar que os cotistas peguem as vagas, o que sobrar é que será dividido. Lindo.

Algumas ações insanas como essas acabam em acontecimentos que mais parecem algo saído de uma esquete de programa humorístico, como oferecer bolos mais baratos para negros, latinos e mulheres. Outros alunos contraatacaram oferecendo bolos mais baratos para caucasianos. Hoje é dia 27 de setembro, dia de Cosme e Damião e não ganhei merda nenhuma. Saco!

Continuar lendo “A disputa dos bolos racistas”

Reflexões sobre o caso Mayara Petruso

Alguns títulos meus estão tomando forma de livros de sociologia. Espero morrer antes que o mal se consuma e eu acabe virando sociólogo (ou senador com mais de 1 milhão de votos). Durante toda a semana, um enxame de notícias sobre a tal Mayara Petruso (quando eu comecei a escrever este artigo, eu tinha escrito Mônica Peruzo, para vocês verem como dou importância a isso), que resolveu xingar no Twitter e no Facebook, atribuindo a vitória da Dilma aos eleitores do Nordeste, com frases como “Nordestino não é gente, faça um favor a Sp e mate um nordestino afogado!” (sic). Agora, ela está prestes a responder criminalmente por seu ato. No entanto, eu ainda sou um idiota que acha que todo evento ou ação social (qualquer uma delas) deve ser representação de algo e deve nos ensinar mais sobre nós mesmos. O que aprendemos com isso?

Continuar lendo “Reflexões sobre o caso Mayara Petruso”

Islâmicos: Falar mal de religião é racismo

Acho que vem acontecendo algo estranho no mundo. As pessoas parecem que são feitas de vidro, de cristalzinho fininho, que se você falar qualquer coisa, se ofendem e se estilhaçam em mil pedaços. Ninguém mais pode ouvir uma contrariedade que ficam magoadinhos, choram e chamam mamãe. E no mundo religioso, isso não é diferente.

Qualquer coisa agora que se fale contra qualquer religião, acham logo que é perseguição (como coisa que as religiões nunca perseguiram ninguém), bradam e reclamam em voz alta (coisa normal entre religiosos), xingam e esbravejam (irônico, não é?) e começam a apelar para pararem alegando as coisas mais absurdas, como dizer que falar mal de uma religião é racismo, mesmo porque, racismo e meio-ambiente agora são coisas em voga. Continuar lendo “Islâmicos: Falar mal de religião é racismo”