
Imagina que você está tentando parar um trem desgovernado descendo uma montanha. Não é bem o tipo de coisa que você consegue fazer estalando os dedos, certo? Pois é exatamente esse o drama geológico que está rolando bem agora, em câmera lenta mas em tempo real, nas profundezas do oceano ao largo da costa de Vancouver. Pela primeira vez na história, cientistas conseguiram flagrar uma zona de subducção (aqueles lugares apocalípticos onde uma placa tectônica mergulha embaixo de outra) literalmente se despedaçando. E o mais fascinante? Isso está nos contando, pedaço por pedaço (literalmente), como os motores tectônicos mais poderosos do planeta finalmente batem o ponto e vão embora. Continuar lendo “Cientistas testemunham algo inédito: uma placa tectônica morrendo em tempo real”



Como buscar vida em outros planetas sem nem saber como começar? A busca pela vida fora da Terra começa por entender a vida como a que surgiu aqui, por falta de parâmetro melhor. Com isso, a melhor saída é traçar um paralelo aqui na Terra ao analisar a vida aqui, em todos os cantos.
Se você estudou num colégio decente, você aprendeu sobre ciclo da água. Se não estudou, provavelmente está perpetuando esta bobagem de “a água está acabando” e fica com receio de dar descarga, achando que cada vez que você puxar a cordinha o mundo estará próximo de virar um deserto. Claro, os sistemas pluviais e correntes oceânicas estão mais interligados do que você pensa, já que as mudanças nas correntes oceânicas no Oceano Atlântico influenciam a precipitação no Hemisfério Ocidental, e esta “ligação” está ativa há milhares de anos.
Na catástrofe que foi a Extinção do Permiano, no período Triássico-Jurássico (aquela que caiu um meteorão do mal, evento também chamado Triássico Tardio), mais de 50% das formas de vida foram para a vala, mas que sobrou foi o suficiente para acarretar em youtubeiros e seus comentaristas hoje (o que eu não sei dizer se foi uma boa, mas Evolução nunca significou melhoria). Entretanto, apesar da mortandade quase total, pesquisas atuais mostram que não houve mudanças drásticas na forma como os ecossistemas marinhos funcionavam.
O Etna é um vulcão boladão que volta e meia dá uma sacudidela na Itália. Situado na Sicília e é um dos vulcões mais ativos do mundo, além de ser um dos mais altos, com 3322 metros de altura. Você não quer morar perto do Etna; ainda mais que em 2012 aquela bagaça entrou em erupção no dia 18 de março de 2012, liberando uma bela duma coluna de cinzas, que chegou a cerca de 7 mil metros acima do nível do mar. Hefestos não estava de bom humor nesse dia.
As baleias-francas são baleias, mas nem por isso são aquelas mal-educadas que quando você pede a opinião, ela chapa logo na sua cara que você está gorda ou careca ou que seu chefe ficará com o bônus da empresa, enquanto você continuará trabalhando feito uma mula. Pertencentes à família Balenidae (não ria), as baleias-francas, algumas espécies, como a Eubalaena glacialis e a Eubalaena japonica, estão em risco de extinção. Fora a ação predatória humana, um outro motivo tem para que estes animais sejam facilmente caçados: os olhos.