Millenials chorões descobrem que processo seletivo seleciona

Para o senhor John Milton, advogado, o pecado favorito é a vaidade. Eu acho que, para o brasileiro médio é a preguiça e o desejo de reclamar. Claro, algumas reclamações são bem justificadas, mas há algumas que não fazem o menor sentido. Entre elas, que o pobre, o sans culotes, o sujeito que mora no cu da perua no interior de Deus me livrinópolis entre outros, que são formados unicamente por negros, pois para os “iluminados”, não existe branco ou pardo pobres. Todos eles nascem e já ganham uma polpuda remuneração paga pelo governo. O Eddie Murphy já mostrou esta grande diferença de tratamento.

Aí o que eu vejo? Pessoal reclamando que a CNN Brasil (licenciou o nome, apenas, não faz parte da CNN oficial, embora tenha chancela), está contratando estagiários. Aí vem o pessoal tosco, oprimido, massacrado que estuda numa Federal e twita do iPhone:

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Estou ofendido, me abracem

Hoje vivemos na Era do Biscoito. Mas espere! Não só temos a era que todo mundo parece quer uma saraivada de biscoito, como associa com outra palhaçada: “isso é ofensivo” ou “estou ofendido”. A juventude hoje está com os nervinhos à flor da pele. Eles se melindram muito, se melindram demais, se ofendem por tudo. Se ofendem até pelo que não é com eles, sendo que as pessoas “afetadas” não ligaram.

Agora, a bola da indignação da vez é o caso do cozinheiro, sua camiseta e duas freiras. Sim, até parece titulo de filme das Brasileirinhas, mas garanto que a coisa mais lasciva é um beijo (e nem animado é)

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Millenial foge pro ISIS, se ferra e agora quer voltar. Ema Ema Ema, dizem ingleses

Shameema é uma millenial, e millenial só faz merda. Como sabemos, jovem tem que acabar, mas a vantagem de gente como a Shameema é que eles mesmos dão um jeito de se auto-acabar. Shashá, por exemplo, meteu a louca e cismou que tinha que ser soldado do ISIS, malvadona e se mudou do Ocidente decadente e povoado por infiéis para um lugar excelente para constituir uma vida de aventuras: A Síria. Por algum processo que não me entra na cabeça, ela achou que isso era uma atitude inteligente, e, bem, não era. O caldo engrossou lá, deu muito ruim, e agora ela quer voltar para a Inglaterra para ter seu terceiro filho, antes que ele tenha o destino dos outros dois anteriores e possa sobreviver.

Autoridades inglesas estão na base do Fuck You, m’lady.

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Quem é mais esperto em sala de aula? Homens ou mulheres?

Normalmente, fariam este tipo de pergunta numa enquete na rua ou em alguma rede social. A vantagem da rede social é que as respostas virão acompanhadas de provocações e xingamentos por ambos os lados. Se você quer começar a tocar o terror, vai em frente. Mas que tal se você perguntar na sala de aula, direto aos próprios alunos?

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Jihadista leite-com-pera fica decepcionado com vida dura de terrorista dona-de-casa

Muitas coisas eu consigo entender, apesar de não concordar. Eu consigo entender porque torcidas de futebol do Flamengo hostilizam a torcida do Vasco. Outras coisas eu não consigo entender, como as torcidas Raça Rubro Negra e Jovem Fla (notoriamente, torcem pro MESMO time) saem na porrada entre si. É o tipo de coisa que não faz sentido! Extremismo islâmico é compreensível (reforçando: compreender não significa concordar), o que me é incompreensível é gente morando a trocentos quilômetros de distância querer participar de uma coisa que não faz a menor ideia do que se trata. Não só isso, pessoal vai lutar pelos muçulmanos, se filiando ao ISIS, que é rechaçado pelos próprios países muçulmanos. Pouca incongruência, né?

Calma que fica melhor: os hipsterzinhos leite-com-pêra se filiaram ao ISIS pensando algo nos seus sonhos idílicos, entre uma caixa de toddynho e outra, e quando deram com a fuça na realidade.

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Os floquinhos de neve e o malvado mundo profissional

Sociologia é aquela ciência importante que existe para apenas formar professores de Sociologia que farão tudo para convencer que Sociologia é importante. Como eles têm pouco o que fazer, criam conceitos idiotas e um deles é o da “Geração Y”, também chamados de “Millenials” ou, como eu chamo, Geração Ydiota. Essas criaturinhas tolas e desprovidas de noção (estou falando dos millenials, mas também serve para sociólogos) são compreendidos como a geração de fins dos anos 70, anos 80. São caracterizados por terem nascidos num mundo de grandes revoluções tecnológicas. Sim, porque viver na época do uso na energia atômica é algo trivial. Até a Revolução Industrial não se compara com um carinha comprar uma bosta de smartphone para postar foto de comida.

Essa geração mimada, criada num mundo em que são protegidos de tudo para não sofrerem estão sendo lindamente darwinizados no meio de trabalho, o que não significa muito, já que sempre pode-se contar com mesadinha de papai e mamãe.

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