
No domingo (08/03) à tarde, enquanto boa parte da Europa estava tranquilamente de pantufas e ocupada arranjando um motivo para não entrar em guerra com o Irã, um objeto de alguns metros de diâmetro cruzou o céu. Geral ficou com o símbolo do cobre na mão, e se você acha que eu escrevi isso porque tenho medinho de escrever cu, errou redondamente, tão redondo quanto o seu cu. Quer dizer, acho que ele é assim, não sei, não me interessa.
O que me interessa mesmo é que um pedregulhão espacial, com bilhões de anos de estrada acumulados, muita milhagem a ponto de estar em sala VIP de Guarulhos (que merda, eu sei) e absolutamente nenhum interesse em geopolítica, decidiu que Koblenz, cidade simpática no estado alemão da Renânia-Palatinado, seria um destino razoável. O Cosmos, como de costume, não consultou ninguém. Continuar lendo “Confundiram um pedregulho voador com um míssil”





Ó Perseu, filho de Dânae e Zeus, Senhor do Olimpo. Forte e poderoso, valente e destemido. Aquele que enfrentou a górgona chamada Medusa, aquele que brandiu a espada decepando-lhe, sem lhe olhar nos olhos, matando o monstro e cavalgou Pégaso. Ó Perseu, vindo ao mundo graças a uma chuva dourada de Zeus sobre Dânae, que a fecundou e ela condenada foi pelo pai Acrísio. Ó Perseu, guerreiro que as musas cantam, que os poetas declamam, por quem Andrômeda se apaixona. Elevado ao céu foi e de tempos em tempos visita a humanidade!
Fotografar à noite é legal, mas é uma droga. Sim, eu já tentei. Fica lindo com aqueles zilhões de granulações aparecendo, mesmo com flash (óbvio que não era flash profissional). Fotografar céu noturno? Piorou! Não só fotografar na cidade é perda de tempo, por causa da poluição luminosa, como sempre é melhor usar máquinas mais… caprichadinhas.