
O artigo de hoje não tem nada a ver com a série sobre o Apocalipse Tecnológico Moderno, mas é divertido mesmo assim, quando o feitiço vira contra o lacrador trapaceiro. Em tempos de IA generativa, com geral usando Gepeto, Cláudio, Gemini-Man e aquela tosqueira da Microsoft, tem gente que dobra aposta e e resolve apostar algo que nunca irá ser pego. É pego, apela para perseguição e se desculpa com uma cartinha, também gerada por IA, comprovando que além de trapaceiro é estúpido, como foi o caso do professor laureado de Cambridge que foi pego com a IA na botija, a boca no Gepeto, ou use lá a expressão que quiser.
Mas sempre tem uma IA catando as cagadas que você faz com outras IA.
Passando a perna robótica nos incautos, esta é a sua QUINTA INSANA! (não quis esperar) Continuar lendo “Professor tosco que faz plágio usando IA toma pé na bunda e escreve renúncia com auxílio de IA”



O que mais vemos hoje é um fenômeno em que a pessoa se posta como mais moral e ética que outras. Ok, isso não é novidade. Pelo contrário, isso vem de longos séculos. Outra coisa que não é novidade é o conceito de “fanfic”, quando a pessoa inventa uma situação em que isso reforce suas qualidades positivas e/ou qualidades negativas do seu desafeto. Pense num caso que eu irei inventar, e qualquer semelhança é mera coincidência. Pense que você vai num banco para sacar uma soma de dinheiro. Por questões de segurança, o banco pede para averiguar. Aí, na hora de falar com as pessoas, você meio que inventa que o banco fechou tudo, chamou a polícia e você foi arrastado de lá. Aí vem a coisinha chata chamada “questionamento”; então, você muda a fala dizendo que você foi na delegacia. Também fala que rasgou seu documento de identificação, mas isso porque o agente policial mandou, já que você não estava com o mesmo penteado. E assim você vai mudando a história, de forma a ressaltar que os outros estão errados e você está certo.
Em 2013, eu postei meu artigo
Fanfics são essas historinhas retardadas de crianças de 5 anos que dão lição de moral em adultos, têm conceitos sobre preconceitos contra qualquer minoria e maioria, são eleitores da Dilma e/ou Aécio, denunciam golpes de Estado que seguem as leis constitucionais, são filósofas, pensadores e antenadas com ideologias de gêneros, brincam de casinha, fazem discursos e são um exemplo para sociedade, juntamente com histórias sobre Albert Einstein entre outras figuras famosas.
Nós aqui temos uma seção:
De vez em nunca eu acesso sites que parecem ser feitos no mundo de Qward, bem no centro do Universo de Anti-Matéria, vulgarmente conhecido como Planeta Bíblia. Simplesmente, porque o blábláblá é sempre o mesmo: Evolução não existe, pastor fulano fez milagre, apareceu Nossa Senhora das Torradas, Jesus fez graça na bunda de um cachorro, mimimi, Darwin é feio. Como eu sei a opinião desse pessoal, não tenho porque perder meu tempo, da mesma maneira como não perco tempo com idiotas pregando que a Nova Ordem Mundial do cacete a quatro está dominando o mundo e que os EUA usaram o HAARP para fazer a Yoani aparecer no Brasil. Entretanto, me mandaram uma matéria um tanto esquisita: cientistas descobriram um código secreto na Bíblia que traz o segredo da vida, do universo e tudo mais.
Criacionismo é o tipo de piada que uma vez contaram num bar e o pessoal acreditou. Os idiotas que acreditaram não aceitaram que o cara que contou a piada dissesse que eles tinham sido trollados, então, para justificar suas imbecilidades, começaram a criar histórias fictícias, com citações fora de contexto. Desonesto, não? Pois, é, eu também acho. Alguém que segue um livro dizendo "Não prestarás falso testemunho" não deveria mentir feito um bando de desclassificados, mas é o que eles fazem.
A simples possibilidade de ser interrogado – pelo pai ou pela mãe, pelo chefe ou outra pessoa importante – é suficiente para fazer com que a pressão sanguínea, o ritmo cardíaco e a respiração aumentem. Mas, ao contrário da sabedoria popular, esses sinais de ansiedade não são indicadores confiáveis da honestidade de alguém. É por isso que os pesquisadores estão se voltando para o cérebro para separar os mentirosos dos honestos.