Um retratinho mágico do Sol

O Sol é uma estrela fascinante. O mais fascinante do Sol é ser uma estrela e estar bem próximo de nós, sem nos queimar de forma horrível. Por isso, podemos apreciá-lo, observá-lo, estudá-lo e, claro, admirar as maravilhas que só uma bolona de átomos sendo fundido a milhões de graus celsius poderia proporcionar. É um mundo só seu, sem ninguém pisar lá ontem, hoje e provavelmente pelo resto dos seus 5 bilhões de anos que ainda lhe restam.

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Uma foto que deixaria o Monstro do Pântano com orgulho

Fotografia é a arte de escrever com luz. Literalmente isso. Algumas reações químicas só acontecem quando recebem quantidade de energia adequada, a chamada “energia de ativação”. Alguns processos podem diminuir esta energia de ativação; são chamados “processos catalíticos” e as substâncias usadas para isso são chamadas “catalisadores”.

Reações químicas que necessitam de luz para ocorrerem são chamadas “reações fotoquímicas”, dois exemplos disso são a própria fotografia e a fotossíntese.

Que tal se tentássemos juntar as duas coisas? Bem, um cara conseguiu.

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Uma foto que deixaria o Monstro do Pântano com orgulho

Fotografia é a arte de escrever com luz. Literalmente isso. Algumas reações químicas só acontecem quando recebem quantidade de energia adequada, a chamada “energia de ativação”. Alguns processos podem diminuir esta energia de ativação; são chamados “processos catalíticos” e as substâncias usadas para isso são chamadas “catalisadores”.

Reações químicas que necessitam de luz para ocorrerem são chamadas “reações fotoquímicas”, dois exemplos disso são a própria fotografia e a fotossíntese.

Que tal se tentássemos juntar as duas coisas? Bem, um cara conseguiu.

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Os segredos da prata como remédio milenar desvendados

Há milênios, sabe-se que o uso de prata ajuda no combate a infecções, mesmo antes de se saber o que era bactérias, filhas de mães de moral duvidosa ou micróbios que ficam atrasando o trabalho. A prata metálica era conhecida pelos caldeus em 4.000 AEC, e era o terceiro metal conhecido mais usado pelos antigos, depois de ouro e cobre. Ao longo desses milênios, a prata tem sido usada para inúmeras condições médicas.

A prata foi usada como recipientes para líquidos, moedas, aparas, folhas, suturas, soluções e sob a forma de colóides. Colóides elétricos de prata, por exemplo, tornaram-se o principal suporte da terapia antimicrobiana no início do século XX, até a introdução de antibióticos no início da década de 1940. O que não se sabia até então é: por que ela tem ação antimicrobiana.

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Um corante do passado ajudando na ciência do presente

Esta aqui do lado é Nefertiti. Ela foi a esposa real (nos dois sentidos) de Akhenaton, rei da 18ª Dinastia. Foi uma das dinastias mais ricas, prósperas e poderosas do Egito. Depois que Akhenaton morreu, o trono deveria ir para o filho Tutancâmon. Só que o moleque ainda era pequeno e Nefertiti assumiu o como Neferneferuaten, chegando a usar barbas postiças (no Egito, mulheres não poderiam governar como rainhas, só homens, mas Nefertiti mandou todo mundo reclamar com Aton, o deus que Akhenaton estabeleceu como deus único.

Este busto de Nefertiti mostra o esplendor e gloria do Egito, ainda mais pelo chamado “pigmento azul egípcio”, caríssimo de se obter, sendo por isso, símbolo de realeza. Hoje, pesquisadores olham para este pigmento e pensam “o que de legal podemos extrair disso?”

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O autismo escondido nos seus olhos

Autismo não é uma doença. Isso você já sabe, se lê meu site. São várias doenças compreendidas dentro do mesmo espectro, e é difícil diagnosticar logo de saída. A saída é ter um diagnóstico genérico e dali ir refinando, ao invés de partir para determinar direto qual a doença que a pessoa está acometida, se é que é do espectro autista.

Não é de hoje que o eletrorretinograma é utilizado para encontrar um biomarcador, isto é, alguma marca biológica que indique que a pessoa está entre um dos múltiplos casos concernentes ao espectro autista, mas agora este teste está cada vez mais preciso.

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Uma foto rapidinha da luz

Existem coisas rápidas. Ayrton Senna era rápido, SR-71 era rápido e até a velocidade que meu salário cai na minha conta e é devorado pelos boletos imediatamente é rápido. Ah, sim, tem a luz e a caganeira, mas vamos deixar velocidades escatológicas de lado e ficarmos só na luz. Sim, a luz é rápida. Ainda assim, dá para ser captura em foto quando ela se propaga. Dá até pra fazer videozinho, principalmente se você não for o Kylo Ren e parar o feixe.

Foi o que alguns pesquisadores conseguiram fazer, ao criarem uma câmera com o desempenho boçal de ser capaz de tirar 1 trilhão de fotos por segundo. O timelapse ficará show de bola.

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Animais se amarram numa fruta colorida


Tem uma fruta vermelha nesta foto

Plantas passam por processo de Evoução por Seleção Natural também. Todo mundo sabe disso (exceto os que acham que isso é absurdo, apesar de acreditarem em cobras falantes). Como todo ser vivo, plantas têm mecanismos para continuar a se alastrar pelo planeta. Para tanto, precisa dispersar sementes. As mais bem sucedidas arrumaram um modo bem eficiente: alguém comer suas sementes e “descomê-las” pelo caminho. Mas como comer essas sementes? As mais bem sucedidas entre as mais bem sucedidas arrumaram um embrulho todo especial: frutos. E qualquer embaladgem precisa ser atrativa aos seus consumidores. Por isso que as de cores mais fortes conseguem atrair mais animais frugívoros.

Essa ideia é bem amarrada e explica muita coisa. Mas ela só se sustentaria se os outros animais enxergassem da mesma maneira que nós, o que sabemos não ser o caso. Então, por que diabos os frutos são tão coloridos do jeito que são?

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Sistemas fotossintetizantes são mais velhos do que se imaginava

Você lê Ceticismo.net. Você é informado e sabe sobre como o oxigênio surgiu. Se passou a acompanhar hoje, vou dar uma dica: fui há muito, muito tempo, com o que se tornaria mais tarde as algas azuis, ou cianofíceas. Não, nada de plantas ainda. Elas só apareceriam muito milhões de anos depois. De qualquer forma, sabia-se mais ou menos quando começou a haver fotossíntese, mas isso precisará ser reescrito em breve, já que uma nova pesquisa aponta que já havia organismos fotossintetizantes há 3,6 bilhões de anos, mais ou menos um bilhão de anos antes do que se acreditava até agora.

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Os segredos escondidos numa antiga armadura do século XVI

É muito legal ver filmes tipo capa-e-espada, com cavaleiros usando suas reluzentes armaduras, elmos, luvas, espadas, maças e cavalos (que também tinham suas próprias armaduras). Apesar desta visão romanceada, ela… bem, não direi que é falsa, pois não era, mas muito rara de acontecer. Estas armaduras eram muito caras e só nobres e ricaços poderiam pagar por elas, já que eram feitas sob medida e demorava um bocado de tempo e custava uma fortuna, e só nobres tinham as duas (mas nem todos, também). Quanto mais “rica” a armadura, com pintura, desenhos, enfeites e entalhes, mais ricaço ainda era o cavaleiro. Para guerra normal, a peãozada ia protegido com… bem, na verdade se fossem com um escudo de madeira estavam com sorte. E, claro, o nobre não ia na frente. Isso do rei em sua armadura brilhante, montado num cavalo branco, indo na frente liderando é coisa de filme, também.

Sim, cavaleiros negros existiam, porque existiam armaduras negras. Havia de todas as cores que o cliente quisesse (e pudesse) pagar. Algumas chegariam ao preço de um jatinho particular, mas hoje você pode comprar por uns 1000 dólares, que convertendo pra real, com frete e impostos, dá o valor de um jatinho particular.

Algumas dessas armaduras tinham lindos tons de azul, preto e dourado, mas isso remete a um pequeno problema: como os armeiros dos séculos entre XV e XVII conseguiam isso? Magia? Nah, algo um pouquinho mais engenhoso que isso!

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