
Passamos décadas acreditando numa fábula reconfortante: a de que répteis são bichos de poucas palavras, quase monges zen do reino animal, gastando a vida entre um banho de sol e outro sem fazer alarde. Aves cantam para tudo quanto é lado, mamíferos latem, rosnam e berram por qualquer motivo (inclusive nenhum), mas cobra, lagarto, jacaré e tartaruga sempre ficaram no papel de figurantes silenciosos, quase um cenário reptiliano estático. Pois bem, essa imagem serena está desmoronando mais rápido do que uma resolução de ano novo. Continuar lendo “A vida secreta e barulhenta dos répteis”

Répteis formam uma classe muito interessante. Há diversos deles e mostram-se como um verdadeiro sucesso em termos de evolução biológica desde o período Carbonífero, tendo surgido há cerca de 310 e 320 milhões de anos. Depois de centenas de milhões de anos, o que temos é a fina flor e animais muito bem adaptados ao ambiente, capazes de sair correndo atrás de vocês em terra e nadando caso você se julgue espertão o suficiente pra se jogar no rio, pensando que vai escapar.
Aprendemos que Evolução não se dá em indivíduos apenas, mas em populações. Aprendemos também que é um processo lento, mas de vez em quando ela nos prega peças e acontece mais rápido do que poderíamos supor, já que o mundo não é como queremos que seja, e as “leis científicas” são uma aproximação. Ou, como eu costumo dizer, “É regra que toda regra tem exceção”. Outro exemplo poderia ser o Lamarckismo, cujo princípio é a lei do Uso e Desuso. Você sabe, aquele lance das girafas serem pescoçudas para poderem comer as folhas das árvores mais altas por motivo sei lá, já que poderiam comer as folhas mais baixas.
Qualquer criatura minimamente esperta sabe que a Austrália é que nem o Brasil: não é para principiantes. Fora quase toda a sua fauna ser venenosa (principalmente as australianas, notáveis fofoqueiras), qualquer coisa lá é perigosa, mesmo sem precisar de veneno, em que
Ontogenia é o estudo das origens e desenvolvimento de um ser vivo. Saber como ele apareceu e no que ele resultou. Um dos bichos que mais despertam interesse nesse campo é, claro, dinossauros. A saber, são os únicos monstros que realmente tivemos (os outros estão guardados na Área Pitu, digo, Praianinha, quero dizer, Área 51).
Domingão de Sol, céu azul e moças desnudas na praia. Então, como legítimo representante do sexo masculino, o mané resolve sair pra fazer teste de Cooper. Calça tênis, short, camiseta regata e sai correndo na areia para mostrar que ele está em forma (mesmo porque, esferas são formas bem definidas). Correr na areia não é algo mole e dali a alguns minutos, o tiozão ficará com as pernas pesadas e doendo. Pelo menos, ficou com o teste de Cooper feito.