
Todos sabemos que o Islã é uma religião de paz e seus seguidores seguem as diretrizes do Profeta, que era um homem de paz e mansidão, mesmo na parte que manda matar os infiéis em qualquer parte do mundo. Dessa forma, temos que entender que não devemos ofender esses pobrezinhos, ou será islamofobia. Isso vale para quando o muçulmano está hospedado no país dos outros de favor. A Sharia, a lei islâmica, diz uma coisa e todos têm que seguir. Que se dane as leis locais. PARE DE SER ISLAMOFÓBICO AÍ, Ô!
Sendo assim, é injusto criticar o muçulmano que atacou um homem, já que este afrontou a fé e a crença pessoal do pobre muçulmano. O que o europeu opressor fez? Comprou cerveja. Olha só que sacanagem!
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Dhaka é a maior cidade de Blangladesh, sendo, não por acaso, a capital do país que você sequer sabe localizar num mapa. Também é a maior cidade da Ásia Meridional e entre os países da Organização para a Cooperação Islâmica. Ontem, as ruas de Dhaka amanheceram inundadas por causa de fortes chuvas, mas isso por si só não é tão ruim assim, já que eles meio que estão acostumados. O problema é que foi uma chuva que acarretou uma enchente e uma enchente de sangue.
Eu tentei não fazer uma manchete do tipo Cidade Alerta (mentira, foi proposital), mas não tem como relatar isso de outra maneira. Um idiota achando “O” terrorista achou que ia ser uma excelente ideia invadir uma delegacia de polícia com um colete de explosivos (que mais tarde descobriu-se ser falso), uma bela duma faca de açougueiro, gritando Allahu Akbar (em árabe “Deus é Grande!”). Os comedores de queijo não se renderam dessa vez e passaram o cerol no espertão, que deve estar muito puto da vida nesse momento ao descobrir que não só não ganhou 72 apsaras como ainda foi parar no Inferno polinésio e arder no infinito (se bem que ele está ao lado de Einstein).
Isso mesmo, o Texas, cuja diferença pro Rio de Janeiro é que lá tem menos armas disponíveis. Naquele simpático lugar de cowboys e da Igreja Fundamentalista de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, em que eu penso terminar minha carreira ensinando Evolução nos colégios de lá, houve um concurso de caricaturas de Maomé. Afinal, convenhamos, o que pode ser mais ridículo do que um cara barbado tirando onda que é profeta e ouviu uma ordem diretamente de Deus? Cartas para a redação.
A Indonésia é um lugar maravilhoso que ninguém quer ir. Lá, leis maneiras dos tempos medievais reinam em total disparate com o que chamamos "mundo moderno". Com forte maioria muçulmana (cerca de 87%), os camelinhos de Alá fazem o melhor que qualquer fanático religioso é capaz de fazer: falar besteira. O Secretário da Educação (sim, isso existe lá) teve uma brilhante ideia: teste de virgindade para que meninas possam frequentar colégios.
Eu estava aqui brincando com minha bola de plasma, fingindo que sou mágico e poderoso. Andava meio chateado pois os Camelinhos de Alá não estavam aprontando nada de novo, sempre as tosqueiras de sempre. Então, me deparo com a notícia que no Irã (e fora os talibãs do Afeganistão, nenhum muçulmano tosco consegue ser mais idiota que os do Irã). Lá, uma jovem de 27 anos foi eleita vereadora num daqueles rincões de lá. Só que ela está sendo impedida de assumir a vaga pelo simples motivo de ser bonita.
A Inglaterra é um país estranho, mas não tão estranho quanto a Itália. Particularmente eu sempre achei que ingleses não são muito normais, mas deve ser meu sangue irlandês que me faz dizer isso, mesmo que eu tenha inúmeras provas. Sou um homem de bom coração, entretanto.
Antes de mais nada, devemos salientar a importância das religiões como sendo guias morais e fundamento ético de qualquer sociedade, onde seus seguidores sabem da importância do convívio, relegando aos não-crentes a decadência na barbárie. O Islã é a pérola do Oriente e fiel seguidora dos princípios pacifistas do pedófilo, digo, misógino, digo, profeta Mohammed. Por causa de um filme de baixo orçamento, os Camelinhos de Allah mostraram toda a calma e temperança de sua religião, começando um imensa quebra-quebra, com mortos e inúmeros feridos. O que diabos está acontecendo?
Não há nada mais contraditório que o termo "talibã", que em pachto significa "estudante". Não que o termo tenha qualquer relação com pessoas que realmente estudem algo diferente do que os mulás mandam, mas que soa esquisito, soa. Esta corjazinha ignara é contra tudo, só faltando ser contra o ato de ser contra algo, mas eles gostam de ser a favor de serem do contra. Conseguiram entender? Beleza, eu também não.