Está em cartaz o incrível, magnífico e totalmente idiota filme Nosso Lar, baseado no livro “psicografado” por Chico Xavier, cujo autor espiritual é André Luiz (é, eu mereço…). Aqui você não lerá uma resenha do filme, posto que eu não gastarei meu rico dinheirinho material (sim, sou um porco capitalista e os pobres coitados africanos não estão no meu pensamento quando encomendo meus Armanis) vendo besteiras. Entretanto, eu li o livro e, por isso, posso tecer algumas considerações a respeito. E a principal consideração é “quem tem cérebro não aceita o monte de insanidades constante no livro”.
Vamos começar analisando alguns pontos-chave do livro Nosso Lar, e demonstrarei a vocês que bem longe do que espíritas kardecistas pregam, não temos ali provas de amor, companheirismo e devotamento. Só o que as religiões pregam em sua totalidade: Aceite as coisas sem contestar, você não é livre!
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Bem-vindos, ó mortais! Bem-vindos! Sejais bem-vindos ao meu reino. O Reino do Terror no qual eu serei o imperador supremo, pois meu nome é a lança que ferirá os ímpios. Minha língua será o chicote que acicatará aqueles que não se ajoelharem a mim, pois eu sou a Morte, a Destruidora de Mundos!
Que decadência a minha! Depois de excelentes artigos (dane-se a modéstia, eu realmente sou o melhor no que faço. Perguntem ao Wolverine), acabo fazendo artigos do tipo EGO. Entretanto, é humanamente impossível (sim, eu sou humano, apesar do que falam de mim e da minha mãe) resistir a postar sobre mais um exemplo da estupidez humana. O acontecido teve lugar numa igreja da Espanha, onde um débil mental teve a estúpida ideia de quebrar a hóstia recebida bem na frente do padre. Resultado? Depois de quebrar a hóstia o pau quebrou no lugar. Lúcifer está caindo na gargalhada a essa altura. Bem-vindos a mais um exemplo da idiotice humana!
Um dos mais discutidos temas das religiões é o que trata das decisões de Deus e nosso papel enquanto humanos. Qual o grau de liberdade que temos? Podemos fazer qualquer coisa que tenhamos vontade? A vontade suprema reina sobre nós? Mas qual vontade é essa que ninguém apareceu? Muitos se dizem emissários de um deus único e que todos os demais são falsos. Como saber Qual é o verdadeiro deus? Como agir segundo as normas dele? Mas ele nos deu a liberdade de escolhermos as coisas, porque ele nos pune por coisas que não sabemos, já que ninguém nos avisou? Neste artigo eu demonstro que o conceito de livre arbítrio não existe no mundo religioso e a verdadeira liberdade só existe quando nenhum tirano nos impõe regras e, pior, nos pune por coisas que nem sabíamos existir.
Ser professor é uma situação ingrata. Você tem que ficar totalmente antenado com os psicopatas que estão “assistindo” à sua aula. O professor Thomas Kelley, que tem a infelicidade de lecionar num colégio da cidade de Dover, no estado norte-americano de New Hampshire teve uma bela mostra da capacidade intelectual de seus alunos quando um deles teve a magnífica ideia de conectar plugues elétricos em si mesmo e, ao ligar a corrente, acabou indo parar no hospital. O interessante é que a família do delinquente está processando o professor. Show!
É como diz o poeta: Nada mais maluco que pessoas loucas totalmente ensandecidas. Isso fica evidente quando temos mais um exemplo da capacidade nata de certas pessoas de agirem feito idiotas. O LHC – a máquina construída por Satã que destruirá os valores cristãos e transformará o mundo, criando várias nações pobres, famintas e em guerra – volta à baila. Walter Wagner, que tem nome de ator de pornochanchada brasileira da década de 70 (e não tem nada a ver com artistas plásticos), entrou com um processo contra a máquina de Satã alegando que as experiências no LHC têm “potenciais consequências adversas”. Quais, ele não disse. Você esperava que ele dissesse?
Depois, quando eu falo, externo, opino e demonstro que existem muitas categorias inúteis, idiotas vêm me xingar por email. Quando eu falo mal é por estar bem embasado e nunca conseguem provar que estou sendo leviano ou falando besteiras. É fato consumado que Pedagogia está para Ensino da mesma forma que Homeopatia está para Medicina. Apesar de serem duas (pseudo)categorias totalmente inúteis, onde um bando de iletrados conseguem um diproma numa Uniesquina, ambas gozam de reconhecimento como profissões, sendo que não passam de pura pseudociência. O troféu “Sim, sou Idiota” é disputadíssimo. No entanto, o destaque desta semana vai para a secretária de Educação Básica do Ministério da Educação (MEC), Maria do Pilar Lacerda Almeida e Silva. Para a “distinta”, escolas não salvam o mundo e temos que parar de delegar à Educação o caráter salvacionista, seja lá o que for isso.
Às vezes, recebemos um monte de lixo de uma vez só. Deve ser um apelo sentimental de exclusividade, configurada pela baixa capacidade de socialização, culminando em indivíduos patéticos e dignos de pena. São pessoas que nem são mal-amadas, pois elas nem mesmo são fruto de péssimo amoir ou sequer ódio, só servindo de escárnio e desprezo. às vezes, nem mesmo escárnio, pois as pessoas nem sempre se preocupam em escarnecer criaturinhas tão tolas e insignificantes como essas. Um exemplo é o “Mente Aberta”, dono do e-mail: lanfdj2010@hotmail.com e IP 189.105.143.87.
Convenhamos, tudo mundo sabe que brasileiros são considerados o povo mais mal-educado do mundo. Aonde quer que vão, larga maioria acha que pode fazer nos outros países o que fazem aqui, como cuspir na rua, atravessar fora do sinal, ofender motoristas (e pedestres), criar algazarra e coisas do tipo. Isso implica que o restante dos brasileiros já chegam nesses lugares tendo má fama. Na Espanha, por exemplo, mulheres brasileiras já chegam com a (má) fama de serem prostitutas. Sério! Uma amiga minha foi fazer um curso lá e quando o taxista perguntou se ela era brasileira e ela assentiu, ele perguntou logo quanto era o programa. Quando você tem enraizado aquele minúsculo gene fator M (o gene responsável por fazer merda), você se torna daqueles chatos que batem à sua porta às 7 da manhã de um domingo para lhe converter nas palavras de Jesus, nóssinhô. Já é um estorvo aqui e, para piorar, ainda há rematados tolos que viajam a outros países e “pensam” (modo de falar) que podem fazer a mesma coisa. Só que as coisas frequentemente não saem como planejadas.
Eu canso de dizer, torno a repetir, mas alguém parece que não me ouve. Vou reiterar: Jornalista falando de Ciência é a mesma coisa que tartaruga tentando costurar.