Oi, Tel. Tudo bem? Tudo, garota. Menina, você não sabe da maior. Tá vendo esta pouca vergonha que tem rolada por aí? Sim… sim… sim, do Boticário. Como assim, você não entendeu o motivo? O Boticário veiculou uma… Deus, como eu tenho que chamar aqui?… propaganda que mostrava algo muito sério. Hein? Não, não tinha violência… quer dizer, tinha! Mas com a família. Como? Morte? Você tá maluca, Tel? Não é nada disso, ora!
Sim, claro que teve violência. Violência contra a família. Hein? Caramba, Tel, de onde você tirou que estavam estuprando a protagonista? Estou falando do comercial da Boticário, não de Game of Thrones. Você está prestando atenção no que eu estou falando, Telma?

O Brasil não muda, mas ninguém mais espera que mude. Acham que é tudo uma questão temporária, mas eu não acredito nisso. Temos um Ministro da Ciência (risos), Tecnologia (gargalhada) e Inovação (lmao!) que não só é negacionista climático, como
Vocês pediram. Vocês encheram o saco. Vocês me aporrinharam até não poder mais. Taí, conseguiram. Esta é a primeira edição da Voz dos Alienados em vídeo. A insânia em formado visual. Vocês poderão "ouvir" como aquele monte de maluquices soa aos meus ouvidos.
Eu nunca entendi a tara por "trotes" em Universidades. Tipo, sei lá, quando eu ingressei em uma (e isso faz muito tempo), não tinha essas babaquices, e mesmo assim eu fui lá pra estudar, não para fazer trote, fazer amiguinhos, encher os cornos de cerveja, drogas etc. Deve ser por isso que eu sempre passava com as melhores notas, enquanto os descoladões se ferravam e pediam ajuda aos nerds como eu. Obviamente, eu deixava eles se ferrarem.
A Sexta Insana é uma das sessões mais amadas por todos os admiradores deste que vos escreve. Vemos a maluquice diária, semanal, mensal ou apenas da sexta-feira, mesmo. Às vezes demora um pouquinho, às vezes vem em bando, como hoje, por exemplo. Foi tanta doideira que eu pensei que teria que fazer vários artigos. Mas, que Diabo!, por que não juntar tudo num textão, não-facebookiano? Prometo que você vão gostar. Afinal, promessas existem para serem quebradas…. ou algo assim.
Eu preciso sempre esclarecer o óbvio. Instituições de ensino não estão preocupadas em ensinar e sim ganhar dinheiro. Se for privado, isso acaba ficando mais que evidente. Claro, isso gera certos absurdos. Uma vez um pai me questionou porque minhas provas estavam tão difíceis para, em seguida, outro questionar por que eram tão fáceis. Não se pode dar nota baixa, traumatiza. Não se pode corrigir com caneta vermelha, traumatiza. Não pode dar "bom dia" pro aluno, traumatiza. Até o trauma dele o deixa mais traumatizado.
O que mais me impressiona no brasileiro médio é a sua estupidez galopante. A capacidade de usarem sua absurda condição em algum modo idílico de se acharem melhores que os outros, mais sofredores, mais heroicos, mais que todo o resto da população. Com o (des)caso da falta d’água em todo país, as pessoas começaram a ser criativas e sua arrogância as fez se mostrarem mais mendigas que a mendicância, como é o caso de um casal casado do estado de São Paulo que adaptou uma caixa de descarga para servir de chuveiro.