Lei obriga supermercados a terem uma nutricionista impedindo pessoas de comprarem coisas que o supermercado vende

Existem ideias burras, ideias estrupidas, ideias retardadas e ideias estupidamente ridículas. Claro, tudo isso é fichinha perto do que políticos podem idealizar; e como a onda agora é alimentação saudável, o que seria mais natural do que promover uma reeducação alimentar do que fazer uma lei visando isso. Como? Ora, colocando uma nutricionista no supermercado para auxiliar nas compras, ué.

Os buracos da autoestrada da informação

Estamos na Era da reclamação. Isso é um ponto indiscutível. Antes, a gente entrava na Internet para buscar informações; e encontrávamos! Hoje, entramos na Internet para dizer que não encontramos informação alguma, que é um absurdo, como assim me pedem coisas que eu não sei, como irei aprender, bláblábláblá.

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IMPUNIDADE: Preconceituosos escolhem quem pode ter um emprego e quem deve ficar desempregado

O brasileiro tem a pseudociência e preconceito como nome principal. O sobrenome é o nome que os pais escolheram, mesmo. Claro, vão dizer que o obscurantismo começou agora, mas isso já é corrente numa bosta de país que reconhece astrologia como profissão regulamentada pelo Código Brasileiro de Ocupações (CBO 5167-05). O fato de ser uma “ciência” que trabalha com corpos celestes, mas que foi incapaz de perceber que tinham 2 planetas e um planeta-anão faltando é secundário.

Isso sempre será uma SEXTA INSANA!

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Famosos dando palpites sobre o que não entendem. Nem o jornaleiro entende

O problema do jornalismo é que ele deixou de existir para dar lugar ao que eu chamo de jornaleirismo. Sabem aquela figura clássica do molequinho vendedor de jornais? Para vender mais jornais ele gritava as manchetes e quanto mais sensacionalista, mais chamava a atenção. Com isso, eles gritavam manchetes que efetivamente não estavam no jornal, inventando polêmicas que não existiam, seguidos de EXTRA! EXTRA! Isso despertava a curiosidade das pessoas e saiam vendendo os jornais, para então o bando de otários perceberem que foram enganados e o moleque ter picado a mula com bolso cheio de moedas. No dia seguinte, o processo se repetia. Com o tempo, jornais perceberam que poderiam facilitar este trabalho sem mentir (muito), bastando adequar as manchetes ou dando ao público o que o público quer: opinião de famosinhos. Celebridades sempre venderam tudo, você sabe.

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Tennessee alvo de ataque nuclear de camelinhos de Allah, dizem idiotas

Os Estados Unidos é uma espécie de Brasil com dinheiro. Alguns poucos lugares desenvolvidos (não muito) e um monte de caipiras. Um exemplo clássico é o Tennessee, que é tipo São Paulo, mas com whisky que presta e sem a mania de colocar purê em cachorro quente, além de saberem a diferença entre biscoito e tapa na cara. Sim, o Tennessee não é um fracasso total.

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Mãe, esta estátua me ofendeu!

Com a morte de George Floyd por um policial, houve uma onda de protestos, quebra-quebra e o pior do ser humano sendo aflorada. Nisso tivemos atitudes idiotas, como os “protestadores” protestando ao destruir estabelecimentos de outros negros e ameaçando pessoas, com um monte de gente defendendo isso pois… por que não, né? Surge daí ideias absurdas como destruir patrimônio público, externando rancores contra a classe dominante de preconceituosos, destruindo monumentos que façam menção à escravatura, guerras e genocídio.

Chegaram a até mesmo pichar uma estátua do Gandhi e remover a estátua dele de Manchester, apagando de vez a História, o tipo de coisa que qualquer inglês da década de 50 concordaria totalmente. Isso leva a um pensamento geral: ”destruam todos os monumentos de quem eu não gosto”, só que isso nos dá uns probleminhas.

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O coronavírus e o efeito da vítima identificável

Ontem, eu tive que me aventurar fora de casa, mesmo em tempos de pandemias, eu precisei sair. Eu realmente precisei. O mundo que vi foi estarrecedor. As pessoas agindo como se nada estivesse acontecendo. Eu com uma máscara PFF2 e outra de TNT por cima (paranoia ajuda a nos manter vivos, ainda mais depois do que eu vi) e pessoal na rua passeando como se nem fosse com eles. E isso porque a prefeitura do Rio baixou uma lei obrigando uso de máscaras em locais públicos.

Saindo um pouco disso, mas ainda no tema que vocês entenderão daqui a pouco, tem o caso da senhora que defendia abertura do comércio e que o coronavírus era coisinha sem importância. O problema é que a realidade bateu à sua porta da maneira mais funesta: seu marido morreu por Covid-19. Aí a postura muda, mas isso tem um nome: O Efeito da Vítima Identificável.

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Rondônia acha que adolescente não pode ler livros. Vão distribuir rótulo de shampoo?

Aquele que não aprende História corre o risco de repeti-la!

Bem, está se repetindo. Em 2010, o Conselho de Educação veio com uma de proibir o uso de livro de Monteiro Lobato em colégios. Os motivos é que ele era racista, preconceituoso e coisas afins. Pegaram como exemplo que o livro chama Tia Nastácia de negra. Acho que era para chamar de “moreninha”. Mas isso já era de outro autor. Para um pesquisador da USP, Monteiro Lobato era racista. Sim, ele era. Shakespeare também era. Vamos cancelar o Mercador de Veneza?

Bem, tanto bateram que começou um barata-voa para tirar das escolas livros “malvadinhos”. O problema é que o vento que venta lá, venta cá. E chegou a vez de Rondônia de proibir o uso de alguns livros tido como muito errados.

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Depois de canudos, margarinas agora estão com os dias contados no Rio de Janeiro

Eu fico feliz quando políticos se preocupam com o bem-estar das pessoas, e procuram criar leis em benefício da população. Deu para perceber que ficar feliz não seá uma coisa corrente em mim, no que depender que tais coisas aconteçam. Entretanto, às vezes, um político pensa no bem-estar das pessoas (não riam), e daí surge coisas malucas, como um projeto de lei que visa proibir a comercialização e uso de margarinas no estado do Rio de Janeiro (pode rir).

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Millenials chorões descobrem que processo seletivo seleciona

Para o senhor John Milton, advogado, o pecado favorito é a vaidade. Eu acho que, para o brasileiro médio é a preguiça e o desejo de reclamar. Claro, algumas reclamações são bem justificadas, mas há algumas que não fazem o menor sentido. Entre elas, que o pobre, o sans culotes, o sujeito que mora no cu da perua no interior de Deus me livrinópolis entre outros, que são formados unicamente por negros, pois para os “iluminados”, não existe branco ou pardo pobres. Todos eles nascem e já ganham uma polpuda remuneração paga pelo governo. O Eddie Murphy já mostrou esta grande diferença de tratamento.

Aí o que eu vejo? Pessoal reclamando que a CNN Brasil (licenciou o nome, apenas, não faz parte da CNN oficial, embora tenha chancela), está contratando estagiários. Aí vem o pessoal tosco, oprimido, massacrado que estuda numa Federal e twita do iPhone:

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