Os anasázis era um grupo de nativos-americanos, que viviam na região sudoeste do atual Estados Unidos da América. os primeiros assentamentos datam de cerca do ano 100 AEC e seu florescimento durou até o início do século XIV, em que eles sumiram misteriosamente. PUF! Ninguém sabe quem eram, não se sabe nem como eles mesmos se chamavam. Os navajos os chamam de Anaasází (“ancestrais de nossos inimigos”), mas outros os chamam de Povos Antigos e, mais tarde, de Pueblos (“aldeia” ou “vila”).

Os anasázis era uma civilização com certo avanço tecnológico. Eles construíam casas e prédios. Suas construções eram feitas de adobe (um tijolo que não era o “nosso” tijolo, pois ele não era cozido), tinham agricultura, criavam gado e contemplavam as estrelas. Assim como outros povos, eles tinham observatórios astronômicos (PDF).
O MEC, ciente da nossa carência educação em termos de Ciência, excluiu do currículo do Ensino Fundamental e Médio a obrigatoriedade de ensinar sobre civilizações greco-romanas, além de achar que não se pode apenas ensinar Big Bang, tendo que dar espaço para a cosmologia de povos indígenas. Bem, estavam falando dos anasázi, certo?
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Todo mundo que seja minimamente versado em como funciona a Ciência (cerca de 2% da população) sabe que acupuntura, homeopatia, fosfoetanolamina, radiestesia, toque terapêutico e colocar galhinho de arruda atrás da orelha são a mesma coisa: crendices. A pessoa acha que galhinho de arruda cura câncer e fosfoetanolamina traz boa sorte (ou algo assim), e não adianta tentar mostrar fatos. Mesmo porque, pode-se provar qualquer com eles.
Ontem (17/04) foi o melhor dos nossos dias, o pior de nossos dias e… Nah, que nada, foi mais um dia como outro qualquer na Câmara dos Deputados. Um festival de insânia, uma ópera-bufa que não é sem precedentes, pois aquilo acontece diariamente, só que somos alienados e não prestamos atenção. Foram xingamentos, gritos de louvor, loas a torturadores e um festival de assassinatos da Língua Portuguesa.
As pessoas ainda não entenderam para que serve a tecnologia. Não entendem que as ferramentas existem para nos ajudar no trabalho que deve ser nosso, e não substitutos. No mundinho 2.0, querem que nossos computadores, tablets e smartphone façam tudo, que adivinhem tudo, que nos auxiliem em tudo. caímos para uma geração indecisa, com amor próprio em declínio e auto-estima praticamente inexistente.
Existem pessoas burras, pessoas estúpidas, retardadas, as que invadem a Rússia no inverno e o casal natureba David Stephan e Collet Stephan, moradores de Alberta, no Canadá. Eles só tinham um serviço: cuidar do filho de 19 meses de idade, Ezequiel. De acordo com a Bíblia, Jeová fez o profeta Ezequiel deitar por 390 dias num só lado e comer pão com excrementos. No caso, o casal Stephan é que comeu merda, tratando uma criança seriamente doente com cházinho, ervas e remedinho homeopático.
Na estranha República Federativa de Banânia, clamor popular sem nenhum embasamento vira decisões judicias. Se bem que
Nada é mais idiota que a idiotice humana. Eu já acho que rezar para um carpinteiro pregado num pau-de-arara é meio esquisito, mas tem maluco que acha que o Diabo existe e, pior, vampiros também existem. Se isso já não é maluquice o suficiente para você, o México coroa a tosqueira com um bando de imbecis matando um dos amigos de forma com que ele renascesse um vampiro.
O Brasil é um lugar que tecnologia é levada a sério. Amamos WhatsApp e Candy Crush. O problema é que não conseguimos fazer o que a Alemanha Nazista fez na década de 1940 e a URSS fez na década de 1950 (e não estou falando de extermínio de pessoas. Neste quesito, somos muito bons, obrigado).
As pessoas acham lindas essas fanfics retardadas com crianças de 4 anos dando lições de moral por aí. Inventar histórias pode não dar em nada, mas pode acabar em tragédia. Você pensa que a mídia tem responsabilidade de não veicular qualquer coisa, mas não é verdade e um dos mais evidentes casos de como o jornaleirismo irresponsável pode acabar com a vida de alguém é o caso da Escola Base. Alguém tirou da cavidade retal que era um lupanar, um antro de devassidão, com uma legião de pedófilos que abusava sexualmente de criancinhas pequenas. Nenhuma prova, mas se o jornal falou é verdade. A vida dos diretores do colégio foi destruída, nunca mais se reergueram, apesar de ganharem ações judiciais. Ainda assim foi pouco pelo que eles passaram.