Como exoesqueletos realmente funcionam quando presos às pernas

Eu não preciso falar de exoesqueletos. Além de ser eugenia, como alguns idiotas falam, eles são um passo para o futuro, em busca de um mundo melhor. Estou falando de exoesqueletos, não de inúteis formados em Filosofia. Claro, nada é tão bom que não possa ser melhorado e, convenhamos, exoesqueletos ainda têm muito o que melhorar, mas cientistas estão fazendo a sua parte.

Uma recente pesquisa mostra como um sistema de rastreamento óptico (OTS, na sigla em inglês) – similar aos equipamentos empregado nas técnicas de captura de movimento usadas no cinema – ajuda a fazer modelagem computacional com o os procedimentos e forças envolvidas no uso de um exoesqueleto.

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Célula-tronco ajudando ratinhos com artrite. O próximo é você

A cartilagem é uma forma de tecido conjuntivo mais rígido que possui uma cicatrização lenta por ser avascular. Ela funciona como um tecido amortecedor que reveste a superfície do osso ao nível das articulações, protegendo-as. Ela possuem uma enorme capacidade de resistência à carga e permite o amortecimento e o fácil deslizamento, sem contato das superfícies ósseas, já que as revestem. Estão sempre em renovação, havendo em situações normais um equilíbrio entre a formação e a destruição da sua estrutura e uma pronta e eficaz resposta à reparação em caso de lesão.

Claro, nem tudo é perfeito e a partir de certa idade ou determinadas prevalências genéticas começa a haver perda dessa membrana que protege do atrito, acarretando muitos casos de dor nas articulações e artrite. Logo, seria muito bem-vindo uma forma de regenerar nossas queridas cartilagens, certo?

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A volta do osso misterioso sumido nos tempos de antigamente

Fabela é um nome que dificilmente você ouviu falar. Trata-se de um osso sesamóide, isto é, com formato de uma semente de gergilim, e daí vem o seu nome, que em latim significa “feijãozinho”. Ossos sesamóides são pequenas estruturas de formato esférico localizadas próximo à articulação do dedão com o metatarso, e a função deles é ajudar no impulso, além de auxiliar na absorção de impactos. Só que a fabela é um caso particular, pois o lugar dela é na articulação do joelho e estava praticamente desaparecida nas pessoas há alguns séculos.

Ou, pelo menos, era o que se achava.

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Ossos são excelentes para adagas, confirma pesquisa. Seu cunhado tem um para doar?

Papua Nova Guiné é um lugar exótico. Por “exótico” é algo tão longe e esquisito que imaginamos mil cenários; quase todos fantasiosos. Lá poderia ser até Wakanda, mas sem o Vibranium. Só que não é bem assim. Papua Nova Guiné não fica na África, mas na Oceania e é praticamente um monte de ilhas juntas. Aquele lugar é um caldeirão cultural há séculos, com mais de 800 línguas diferentes e uma população de cerca de 7 milhões de habitantes. É praticamente um Rio de Janeiro sem as favelas (não que o país seja muito melhor que isso).

Papua Nova Guiné ainda tem muitos aborígenes, semelhantes aos aborígenes australianos. Alguns deles pertence à tribo Korowai que, por sinal, antropófaga. E por falar em antropofagia, sabe essa imagem que abre o artigo? Pois é, são adagas. Adagas feitas com ossos humanos.

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Teia de aranha, leite e dentes: a receita para dar um jeito na sua perna quebrada

É uma droga quando se quebra um osso, por menor que seja. Pior ainda quando é num dos grandes ossos que têm que suportar carga, como os da perna. A cicatrização pode ser um processo longo e desconfortável. Só tem uma espécie de maluco que quer usar gesso numa perna ou braço: o irmãozinho de quem realmente precisa de usar gesso na perna ou braço. Aquilo é uma bela porcaria e… Ei, tem alguém aí de gesso lendo este teto? Pois é, né? Imagine quando eu disser que gesso, tcharããããã, COÇA! COÇA MUITO!

De nada.

Muitas vezes o gesso não é suficiente; daí, o paciente vai para uma ci8rurgia, onde é colocado lindas pecinhas de metal para sustentar o osso ao se fundir e se curar. O problema disso? Já falei aqui. Será que a Ciência pode fazer algo para resolver isso?

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A prisão de ossos de Harry Eastlack

Muitas pessoas sonham em ser alguém na História, vislumbram a possibilidade de seus nomes entrarem para livros e se tornarem conhecidos por vários especialistas. O problema é que isso pode acontecer de uma forma que você não gostaria, um exemplo disso é o caso de Harry Eastlack. Ele ficou conhecido por ter tido uma mutação, mas não daquelas tipo x-men de disparar feixes de energia pelos olhos.

Harry tinha dois esqueletos e isso não foi nada legal.

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Pesquisa aponta que astronautas também sofrem com sérios problemas de coluna

O Espaço Sideral é maravilhoso. Ou seria, se não fosse a falta de oxigênio e pressão atmosférica, microgravidade, temperaturas próximas ao zero absoluto ou muito quentes, dependendo se você está virado pro Sol ou não, raios cósmicos que farão muita coisa com o seu DNA, menos lhe dar poderes fantásticos, meteoritos do tamanho de um grão de areia “voando” a 30 mil km/h… enfim, o Espaço te odeia e fará tudo para acabar com o seu dia. Podiam chamar de “Sogra Sideral” que seria a mesma coisa.

Se desgraça pouca é bobagem e queijo, em francês, é fromage, pesquisadores mostram como astronautas são extremamente sujeitos a terem problemas de coluna. Show, né?

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Implante cerebral da sensação de tato a tetraplégico

Deficientes não querem ser tratados como deficientes. Pessoas acidentadas não querem ser tratadas como pessoas acidentadas. Elas estão pouco se lixando sobre a eugenia do japa filosófico. Elas querem voltar a ser pessoas como todas as outras. Elas querem ao menos passar a ser uma pessoa como todas as outras… normais? Sim, normais. Lamento, mas se você acha lindo uma pessoa ser cadeirante, seu lugar é no Asilo Arkham.

Senhores, nós teríamos a tecnologia para colocar uma pessoa de pé e, não só isso, dar-lhes resposta tátil? Sim, senhores, nós temos a tecnologia.

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