Toda máquina precisa de uma fonte de energia, e naves espaciais não são uma exceção. seu carro funciona com gasolina, álcool ou gás natural, mas fica um pouco difícil levar isso tudo lá pra cima e reabastecimento é algo praticamente impossível mediante nossa atual tecnologia. Assim, naves como o Curiosity da NASA, perambulando por Marte, precisam de alguma forma de fonte de energia.
Pesquisadores do JPL desenvolveram um sistema de geração de energia por radioisótopos, que por meio de liberação de energia térmica, conseguem produzir eletricidade para alimentar os circuitos do Curiosity. Neste vídeo que eu legendei aprenderemos um pouquinho a mais sobre isso.

No final de 2015 e início de 2016, um ciclone extremamente quente passa pelo Atlântico Norte, provocando degelo de boa parte das camadas mais finas de gelo marítimo. Os pesquisadores da NASA acompanham de perto com o Atmospheric Infrared Sounder (AIRS).
A Estação Espacial Internacional, ISS, não é a maior máquina que a Humanidade já construiu. Mas é fascinante. É como terem construído o primeiro navio capaz de singrar o oceano. É linda e maravilhosa. A nossa aventura aqui, bem na nossa porta. Insignificante perante o universo, mas majestosa, quando um pontinho brilhante passa pelo Céu.
O Espaço Sideral é maravilhoso. Ou seria, se não fosse a falta de oxigênio e pressão atmosférica, microgravidade, temperaturas próximas ao zero absoluto ou muito quentes, dependendo se você está virado pro Sol ou não, raios cósmicos que farão muita coisa com o seu DNA, menos lhe dar poderes fantásticos, meteoritos do tamanho de um grão de areia “voando” a 30 mil km/h… enfim, o Espaço te odeia e fará tudo para acabar com o seu dia. Podiam chamar de “Sogra Sideral” que seria a mesma coisa.
Enquanto você se preocupa com as fanfics que rolaram nas eleições, besteiras vindas pelo WhatsApp, maluquices em geral, resultado de jogo de futebol entre outras coisas, deixe-me compartilhar algo que eu acho legal. O Sol. Sim, o Sol, nosso amigo Sol, que está lá, que é longe daqui. Entre várias “fotos” que foram tiradas no alvorecer da fotografia, quando ainda se chamava daguerrótipos, o Sol estava lá, lindo e imponente.
Sequenciamento de DNA já virou carne de vaca. Isso se faz em qualquer porqueira de lugar, como o interior da Somália, nos confins do sudeste asiático e até no Brasil. O que antes era caríssimo, hoje tá bem baratinho de se fazer. Mas daí vem a pergunta: E no caso de precisarmos fazer isso no Espaço? Vai que a gente pousa em Europa (eu sei! Nada de pousar em Europa. Mas vai que…) e encontra alguma forma de vida lá? Sequenciar seu DNA seria um dos primeiros passos, certo?
Se você não mora numa ostra, sabe da descoberta de Proxima Centauri, uma estrela do tipo anã vermelha, que dista da Terra a ridícula distância de 4,22 anos-luz. A luz demora pouco mais de 4 anos para chegar até lá, o que é praticamente a mesma coisa que levantar do sofá e ir ajeitar o quadro pendurado na parede em frente, em termos astronômicos. Essa estrelinha que brilha, brilha, mas ninguém a vê por ser pequenininha, foi descoberta em 1915 por Robert Innes, sem a ajuda de um astrólogo, já que eles nunca conseguem perceber a ação de corpos celestes que não foram descobertos ainda.
Então, meus caros, antes do próprio Universo existir, havia 6 singularidades. Depois da Criação, estas singularidades foram concentradas no que ficaram conhecidas como as Joias do Infinito. Tempo, Espaço, Poder, Realidade, Mente e Alma. Cada uma dessas pedras de imenso poder foram espalhadas pelo Espaço Sideral e, pelo visto, uma delas foi encontrada pelo jornalista d’O Globo, que intitulou sua reportagem mal-feita como
Oxigênio, enquanto elemento, não é bem uma raridade no universo. Tê-lo em forma gasosa é. O problema do oxigênio é ser o elemento com a segunda maior eletronegatividade (o maior é o flúor, como você não se lembra das aulas de Química no colégio). Isso faz com que ele seja muito reativo e oxidante; e aliás, o termo oxidação veio dele, até descobrirem que várias substâncias oxidam as outras, isto é, roubam elétrons.
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