O problema do mundo é quando a ficção se torna realidade. Já temos um mundo onde castas se acham superiores e somos adestrados a sentimo-nos felizes em nossas condições. Há leis cuja nomenclatura muda de nome, criando um novo idioma, uma nova língua, em que as coisas deixam de parecer o que realmente são. Pré-cogs parecem, não estar longe e vemos que a cultura virou inimiga do Estado, e a saída é queimar livros.
Próximo passo: Morlocks!
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Deixe-me correr para corrigir o erro do título. Eu estava vendo a listagem de cabeça pra baixo. Mal aí, gente! Mais uma vez, nós mostramos a que viemos: sermos chacota no cenário mundial, mas parece que ninguém se importa. Por que alguém se importaria? Tal aconteceria se Educação fosse algo mais prioritário que verificar se acabou a lata de leite condensado.
Hoje é dia! Estamos às vésperas do Dia das Bruxas, mas Samhain se perdeu com o Horário de Verão e abriu as portas do Submundo mais cedo do que deveria. Enquanto, defensores da Lei dizem na cara dura que
No Rio de Janeiro costuma-se dizer que a diferença entre polícia e bandido é a farda. Longe de mim generalizar assim, mas eles bem que dão motivo às vezes. O caso de hoje não aconteceu hoje e sim na quarta-feira, 24/10, onde um PM resolveu que escola pública é a casa da mãe Joana (é, mas ninguém precisa saber disso) para dar esporro nos alunos, defecando e se locomovendo se tinha professor em sala.
Ensinar não é pra qualquer um. Por mais que você saiba a matéria, a questão é se você sabe transmiti-la, fazendo-a o mais compressível que puder. A ficção científica nos deu muitos exemplos de professores-robôs, mas isso está longe da realidade. Asimov nos deu exemplos de professores-robôs, mas estes eram apenas gravadores que replicavam a matéria. Bem, se é pra fazer isso, não se precisa estudar nem desenvolver nenhuma tecnologia própria. Pedagogos e professorzinho formado a 3 tapas em facurdadi de esquina fazem isso quando tentam ensinar algo que está nos livros, mas qualquer pergunta de modo não-previsto pelos livros, eles engasgam. Esse tipo de gente está para o Ensino, assim como operador de telemarketing está para um atendimento decente. Mas e se fosse o contrário? E se ao invés de ensinar, o robô estivesse aprendendo junto com as crianças? É o que uma dupla de dois pesquisadores japoneses nascidos no Japão pesquisam.
Eu sempre me admirei com o MEC… No mau sentido. Que é público e notório que os epsilons que trabalham lá entendem tanto de Educação quanto meu hamster com Síndrome de Down, todo mundo sabe; mas eu já estou pensando cá comigo se é realmente vantagem ser um beta.
Quando o próprio Batman para e faz um facepalm, nada pode ser pior (sim, sempre pode ser pior, mas deixe-me ficar me enganando-me a mim próprio). Se antes eu tinha que tomar como juramento que a Ignorância era Força, órgãos ligada à Secretaria Estadual da Educação de São Paulo ajudam nesse quesito, como é o caso da Fundação para o Desenvolvimento da Educação que contribuiu para o desenvolvimento educacional cortando, picotando e destruindo livros e apostilas.
Uma das piores formas de exigir certo comportamento de alguém é quando você não segue o modelo, na base do "faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço". É difícil esperar que um filho aja de forma responsável quando seus pais estão com uma vida desregrada. Da mesma forma, é fácil querer um comportamento exemplar de um cidadão respeitador de leis, quando o próprio Estado não só não respeita como estupra suas próprias leis.