A treta da vez é com relação a um dentista que resolveu bancar o malvadão e pagou uma graninha para ir à África fazer o que o pessoal já faz lá de graça: matar bichos. De acordo com informações, o dentista Walter James Palmer morador da cidadezinha de Eden Prairie, com uma população menor que a favela da Rocinha e que fica no estado norte-americano de Minnesota ralou peito pro Zimbábue.
INTERLÚDIO: Vai, quero ver você encontrar o Zimbábue num mapa mudo! Não, você não sabe encontrar o Zimbábue, então, não fique de frescura lamentando pelos pobres africanos.
Walter contratou dois guias de safári (já que ninguém é maluco de enfrentar a savana africana sozinho) e foi dar uns tecos por aí. Acontece que ele matou um leão já meio velho e premiado e pessoal chilicou geral. Agora, os aproveitadores de sempre estão… bem, estão se aproveitando da situação. Tem até uma tosca que psicografou uma mensagem do 4.π.r3.3-1.
Psicografando mensagens da maluquice alheia, esta é a sua SEXTA INSANA!
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As bolas em questão não são parte de sua anatomia, e sim um treco que inventaram para facilitar a lavagem daquela sua roupinha vagabunda, comprada na Citycol (Dica: se você não é do Rio e chegar aqui, pensando em comprar alguma roupinha, vá na Citycol. Moda de todos os tipos, preço em conta e qualidade fora do que você espera). Você, meu caro trabalhador que volta pra casa emporcalhado, taí a sua chance da Deusicleia economizar com o sabão em pó, o alvejante e a conta de luz.
E isso graças à incrível, mágica, revolucionária BOLA MAGNÉTICA!
A verdade nua, crua e cabeluda (nossa, que mocréia!) é que ninguém nunca perdeu dinheiro ao depender de gente burra. Se o retardado quer ficar mais pobre dando dinheiro pra espertões, achando que vai ter alguma vantagem, eu digo "vai na fé, filho". A melhor maneira pra isso, atualmente, é apelar para a culpa burguesa, ecologia e brutal ignorância em Ciência. O resultado? Máquinas de motos perpétuos, que violam as Leis da Termodinâmica.
Todo mundo ama tecnologia. Bem, estou me referindo ao pessoal que acha que tecnologia é celular, tablet e computadores. Esse pessoal frequenta sites de… tequinolojia e, mais engraçado ainda, acreditam em tudo o que é veiculado. Os sites acreditam mais ou menos, mas divulgam porque sabem que isso trará retorno em termos de visitação, já que ninguém perdeu apostando em paraquedistas.
Ainda ontem eu disse que se tem gente imbecil o suficiente achando que o Facebook vai dar 700 contos só por usar aquela bosta de rede social, o cara tem mais que se ferrar mesmo. Fui criticado, como sempre, mas ainda defendo que pior que gente burra é gente burra que se acha esperta. Isso inclui um bando de idiotas hipsters (desculpem o pleonasmo) que vai gastar uma boa grana comprando "água gourmet". Os enganadores, digo, os engenheiros que a criaram juram de pés juntinhos e mãos postas que é uma água condensada dos céus amigos da Amazônia. Como assim isso não pode ser verdade?
Não há nada mais fácil que separar um mané do seu dinheiro. Os dois parecem ser imãs com um único e igual pólo (dane-se o acordo ortográfico!) e, por isso, vivem se repelindo. Essa deve ser a mais perfeita explicação, pois não encontro outra. É muito fácil de engar gente burra, e quando falam que "hoje as pessoas têm mais acesso à informação, estão sabendo mais", só me faz rir descontroladamente.
Já passamos pelo sufrágio sofredor, no qual (re)colocamos no poder mais um grupo que aprontará mil e uma confusões e fará você se emocionar (ódio também é uma emoção). Mas lembre-se: nossos políticos não são mais malucos quanto os políticos dos outros. Um exemplo é a ideia in-te-li-gen-tís-si-ma de um determinado membro do parlamento da Nova Zelândia, berço dos Hobbits e cuja companhia aérea tem os mais maneiros vídeos de instrução (vai procurar no Google depois, estou ocupado noticiando algo, ô!).
O incrível mundo de Hades faz as coisas mais bizarras do mundo. O mundo que induz a pessoas desesperadas apelarem para qualquer coisa, ainda mais quando a questão envolve doenças. Aí, um bando de espertalhões se aproveita disso, com o lamentável fato das pessoas.
Uma das minhas preocupações em escrever um artigo é checar as referências, pesquisando o nome do cientista e a instituição onde ele trabalha. Passei a sempre colocar o link para a página pessoal do pesquisador e até já troquei twits com uma arqueóloga e e-mails com pesquisadores brasileiros, como