
Dizem que quem não morre não vê Deus. Olha, isso é bem possível ser verdade, já que pelo que fiquei sabendo a fórmula definitiva para provar a existência de Deus, do Céu e provavelmente do serviço de paisagismo celestial: não é fé, meditação, filosofia, teologia. A resposta é muito mais prática: basta desligar o cérebro por 90 minutos. Foi o que Robert Marshall fez em 2024. Morreu. Três vezes. Voltou. Com Jesus no currículo e livro na Amazon.
Eu ouvi um amém? Continuar lendo “Morra, bata papo com Jesus, volte e venda livro”





Nada mais inútil que esses prêmios de “Professor do Ano” ou “Professor Nota Mil” ou bobagens neste sentido. Motivo? Normalmente, quem ganha é alguém tosco que nem se compara com um pobre desgraçado com 70 alunos em sala de aula numa escola pública dentro de favela. Em 2017, uma tia ganhou prêmio por dar aula de língua indígena para 15 criancinhas no interior de Rondônia. Grandes merdas! E os outros premiados não são lá essas coisas também.
Ontem eu noticiei como o brasileiro é tosco e acha que o mais importante para ter uma boa vida e a religião. Só que o Brasil não é a única shithole country que existe. África do Sul não é muito melhor que aqui, ainda mais que foi lá que um tosco chamado Alph Lukau, que “pastoriza” a Alleluia Ministries International Church em Joanesburgo, veio com videozinho vagabundo em que ele ressuscita um zimbabuense (dane-se qual é o gentílico correto. Tô nem aí) que tinha “morrido”. Todo mundo ficou “OOOOOOOOHHHHHHHH”, era o Poder de Deus atuando.
Eu já postei várias vezes sobre a Fundação Cacique
Você deve conhecer o padre Óscar González-Quevedo, mais conhecido como Padre Quevedo. Ele era o mais próximo que tínhamos do ames Randi. Sendo da Companhia de Jesus, o BOPE do Vaticano, Quevedão investigava tudo a fundo, caçando farsantes, enganadores, tratantes, gente que dizia ver ispritus e charlatães em geral.